OFERTA FORMATIVA

Ref. 206A41_T2_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127109/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-11

Fim: 2026-05-20

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Agueda Sul

Destinatários

Professores dos grupos 240, 530 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 240, 530 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 240, 530 e 600.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Esta formação justifica-se pelas necessidades apontadas pelos docentes que lecionam as disciplinas de Ed. Visual e Ed. Tecnológica, no 2º e 3º Ciclos, concretamente no que concerne à: Implementação de estratégias inovadoras para operacionalização dos programas; Inexistência, na formação inicial de professores, de disciplinas de caráter experimental no âmbito da exploração de materiais cerâmicos; Conhecimento das potencialidades dos produtos cerâmicos na construção do ato criativo; Alargar o espetro das aplicações metodológicas que promovam a realização de projetos e respetiva produção de objetos, corporizado nas abordagens programáticas comuns às disciplinas visadas; Rentabilização/utilização de equipamentos (fornos/muflas) das escolas.

Objetivos

Desenvolver estratégias criativas para a abordagem dos conteúdos programáticos das respetivas disciplinas; Desenvolver projetos pedagógicos nos quais a cerâmica possa ser integrada como fonte de aprendizagem e promoção do ato criativo; Aprofundar conhecimentos e desenvolver métodos e técnicas no âmbito dos processos de transformação de pastas cerâmicas; Proceder ao domínio de materiais, ferramentas e equipamentos necessários à produção de peças cerâmicas; Conceber peças cerâmicas, aplicando técnicas de modelação, gravura e escultura; Aplicar processos de pintura cerâmica; Aplicar processos de vidragem de peças em chacota; Proceder ao enforne, ao desenforne e à condução das cozeduras das peças cerâmicas.

Conteúdos

Apresentação: (2h) 1 sessão Estrutura da ação de formação e apresentação dos instrumentos de avaliação; Definição de estratégias de funcionamento da ação; Materiais necessários para a realização da ação de formação. Pastas e produtos cerâmicos: Tipos de pastas e sua apresentação no mercado; Potencialidades artísticas (exploração de documentos digitais). Materiais e equipamentos para transformação das pastas cerâmicas: Ferramentas, instrumentos e equipamento necessários para a modelação, gravura e escultura de pastas/lastras cerâmicas. Higiene e segurança no trabalho: Organização do espaço de trabalho; Equipamentos de proteção e acondicionamento dos espaços a utilizar; Toxicidade dos materiais e doenças profissionais; Cuidados no manuseamento de produtos e peças. Técnicas de modelação, gravura e escultura de placas cerâmicas: Processos de construção de lastras/placas; Métodos de gravura e escultura de placas semissecas; Métodos de aplicação de engobes; Condução da secagem de placas/peças. Realização de produtos artísticos: Conceção de projetos Realização de estudos/composições visuais, através de aplicações gráficas e cromáticos em suporte papel ou digital à escala acordada: (3h) 2 sessão Produção de objetos Execução de placas cerâmicas (modelação) através da utilização de moldes preconcebidos; (3h) 3 sessão Transposição do projeto elaborado para as placas cerâmicas Execução de relevos (gravura/escultura) nas placas semissecas – (9h) 4, 5 e 6 sessões Cozedura das peças (chacota de argila): (3h) 7 sessão Tipos de muflas e seu funcionamento (com controlador e sem controlador); Regras e cuidados a ter em consideração na utilização dos fornos/muflas; Enforne - técnicas Pigmentos e vidrados cerâmicos: (3h) 8 sessão Tipos de pigmentos/engobes; Tipos de vidrado. Aplicação de pigmentos e vidrados na chacota de argila – técnicas; Enforne das peças vidradas – técnicas; Avaliação final: Desenforne das peças vidradas; (2h) 9 sessão Análise e avaliação do produto final; Reflexão sobre o trabalho desenvolvido e os conhecimentos adquiridos; Apresentação, discussão e avaliação do Relatório Final dos Formandos.

Metodologias

- Esta formação contínua terá um caráter teórico-prático, com pendor da componente prática. - Construção de experiências pedagógicas que se aproximem dos diferentes momentos de construção da aprendizagem; - Pretende-se que as experiências realizadas promovam a imaginação e a criatividade, corporizando as fazes do ato criativo; - Serão desenvolvidas atividades de natureza diversificada como, sessões de exploração de conceitos, ateliês experimentais e criativos e sessões de realização de trabalho autónomo e de grupo; - Deverá privilegiar-se um ambiente de trabalho conducente à prática e troca de experiências e materiais criados entre formador e os professores participantes na ação, incentivando o trabalho colaborativo; - Elaboração / organização do relatório individual de reflexão critica sobre o trabalho desenvolvido na ação; - Apresentação e partilha dos trabalhos/materiais construídos na ação; - Análise e discussão dos resultados finais e avaliação global do Curso de Formação.

Avaliação

Classificação na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC - 3/2007 - Setembro 2007 Cada formando realizará um trabalho escrito individual

Bibliografia

CANOTILHO, Helena (2003). Processos de cozedura em cerâmica. Instituto Politécnico de Bragança. Bragança.FONCECA, Elsa e M. Paulo (2001). Análise não-linear do comportamento termomecânico de componentes em aço sujeitas ao fogo. Instituto Politécnico de Bragança. Bragança.GALE, John (2001). Pottery. McGraw-Hill. Londres.MEIRA, João (2000). Argilas: o que são, suas propriedades e características. Comunicações técnicas, Visa Consultores. Lisboa.7pp.ROTHENBERG, Polly (1991). Manual de Céramica Artística. Ediciones Omega. Barcelona.




352

Ref. 208A30_T1_25_26 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131912/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-11-24

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Celeste Maria Cancela Rodrigues Lourenço da Silva

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; • Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; • Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.

Conteúdos

Módulo (M)1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 – Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 – Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos

Metodologias

O curso é constituído por 6 módulos (2 obrigatórios e 4 opcionais) Módulo 1 e Módulo Final – Obrigatórios e presenciais. O módulo ministrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo. • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfOrganização Mundial da Saúde (OMS) disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-healthPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) disponível em: https://www.ipcc.ch/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 25-09-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 02-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 09-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


293

Ref. 251A35_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138710/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-17

Fim: 2026-11-26

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos Grupo 110, 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 110, 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupo 110, 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade…), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização. (5 horas) Módulo 3 Didáticas da língua não materna nos domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexical. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5 horas) Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5 horas) Módulo 5 Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5 horas) Módulo 6 Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas: dimensões lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica. (5 horas) Módulo 7 Construção de materiais didáticos adaptados às necessidades dos alunos com línguas maternas diferentes, a partir de recursos adequados aos diferentes níveis de proficiência linguística. (5 horas) Módulo Final (2,5 horas) – Reflexão sobre os conteúdos da ação e trabalhos realizados.

Metodologias

O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0




347

Ref. 252A37_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139788/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-17

Fim: 2026-11-26

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

A escola, enquanto espaço de desenvolvimento individual e coletivo, assume-se como local privilegiado para a construção de uma política educativa alicerçada numa cidadania ativa, responsável e inovadora. Nesta asserção a Educação para a Cidadania, operacionalizar através da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento (C&D) se constitui como um veículo promotor de mais e melhores competências transversais nos jovens, que se consubstanciam no desenvolvimento de capacidades de diálogo, de sentido crítico e de consciência sobre o seu papel, os seus deveres e os seus direitos numa sociedade livre, justa e orientada para o bem comum. Neste novo processo as famílias passam a ser ouvidas na definição do plano de trabalho da turma, reforçando a ligação entre escola e comunidade. Para dar visibilidade operativa, coesão e clareza ao trabalho desenvolvido pelas escolas, surge, pela primeira vez, a componente curricular (conhecimentos, capacidades, atitudes e valores) na disciplina de C&D. Pretende-se, deste modo, que as aprendizagens essenciais promovam, por um lado, atitudes cívicas conscientes e, por outro lado, relacionamentos interpessoais e sociais responsáveis, que capacitem os alunos para a participação na vida escolar, social e comunitária e para a avaliação crítica das suas ações e escolhas. Caberá a cada organização educativa percecionar estas novas orientações e desenvolver um trabalho transversal, de articulação disciplinar significativo, com abordagem de natureza interdisciplinar, onde a C&D não seja o "parente pobre" do currículo mais sim um parceiro interno de grande mobilização das diferentes componentes do currículo, tendo em vista a apropriação de mais e melhores aprendizagens por parte de todos os alunos.

Objetivos

• Desenvolver competências de leitura, análise e aplicabilidade prática dos documentos estruturantes de C&D, e de outras fontes de informação, considerando os contextos pedagógicos, organizacionais e socioculturais das escolas. • Promover a capacidade de identificar pontos fortes e fragilidades para a melhoria das práticas educativas tendo por base a transversalidade da disciplina de C&D e as suas potencialidades de planeamento curricular. • Capacitar os docentes para a tomada de decisões pedagógicas curricularmente significativas, com vista à melhoria das práticas educativas, tendo por base a nova estratégia de cidadania. • Fomentar uma cultura profissional orientada para a reflexão crítica e a melhoria contínua. • Contribuir para o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem profissionais que promovam o compromisso coletivo com a aprendizagem, a inovação e a qualidade das práticas educativas.

Conteúdos

• E agora? Conhecer, compreender e aplicar a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania: o que nos diz? O que requer? • Como utilizar as orientações/referenciais no âmbito da cidadania, na intervenção educativa para a melhoria das aprendizagens, da motivação e do bem-estar dos alunos. • O papel e a importância das equipas educativas e comunidades de aprendizagem na melhoria contínua da ação educativa e na promoção do sucesso educativo de todos os alunos. • Análise e reflexão em torno da importância do envolvimento da comunidade escolar no processo de intervenção educativa: estratégias de comunicação e partilha de informação/melhoria educativa. • As aprendizagens essenciais de C&D versus PASEO e currículo das diferentes disciplinas: (in)compatibilidade curricular? • Aprendizagens essenciais de C&D: organização e finalidades formativas - estruturação por ciclos de aprendizagem/avaliativos. • A C&D na sala de aula: o que requer? Como se operacionaliza? • Potencialidades e desafios de articulação e transversalidade curricular: o papel e a ação da C&D. • A C&D numa perspetiva transversal: projetos inter e transversalidade curricularmente significativos. • Conhecer para agir: práticas de integração da disciplina de C&D no currículo do ensino básico e secundário (por dimensão). • O papel e ação dos parceiros internos e externos no desenvolvimento da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania: qual ação/intervenção dos pais e encarregados de educação? Como os envolver no processo? • Utilização de metodologias ativas de aprendizagem adequadas a cada dimensão de C&D, apelando à aprendizagem vivencial da cidadania democrática e à abordagem integrada da Educação para a Cidadania articulando-as com metodologias de aprendizagem intrínsecas a cada disciplina do currículo dos alunos. • Processos articulados e curricularmente significativos de avaliação das aprendizagens na disciplina de C&D versos disciplinas da matriz curricular de cada ano de aprendizagem: conhecer para agir. • Leitura orientada e dialogante em torno de diferentes documentos e/ou artigos estruturantes no âmbito da C&D. • Momentos de trabalho a pares e/ou pequenos grupos de trabalho seguindo-se a apresentação em plenário dos mesmos. • Desenho de uma intervenção pedagógica de articulação curricular tendo por base as aprendizagens essenciais das diferentes disciplinas e a disciplina de C&D com vista à melhoria da ação educativa e aprendizagem de todos os alunos.

Metodologias

A formação assenta em sessões presenciais de exploração dos temas/assuntos propostos com adequado suporte teórico e privilegiando o debate e a exposição de ideias em torno dos assuntos apresentados em cada sessão. Promoção de dinâmicas ativas que incentivem à reflexão e à análise e discussão em pequeno e em grande grupo de trabalho a partir de fontes documentais pertinentes e ajustadas a cada conteúdo /tema. Elaboração de trabalhos/tarefas em cada sessão de acordo com as propostas apresentadas e tendo por base os interesses e vivências do grupo de formandos. Na última sessão será apresentado por cada formando o seu "trabalho final" da ação de formação, seguindo-se um momento de debate em plenário em torno de cada tarefa desenvolvida de forma individual (potencialidades e desafios pedagógico-didáticos em contexto educativo).

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, DGE, 29 de agosto de 2025Cidadania e Desenvolvimento, DGE, 1 de setembro de 2025Bolívar, A. (2003). Como melhorar as escolas? Estratégias e dinâmicas de melhoria das práticas educativas. Porto: Edições ASAMachado, J. & Formosinho, J. (2016). Equipas educativas e comunidades de aprendizagem. Revista Portuguesa de Investigação Educacional, vol. 16, 2016, 11-31.Machado, J. & Matias, J. (Org.) (2014). Melhorar a Escola- Sucesso Escolar, Disciplina, Motivação, Direção de Escola e Políticas Educativas. Porto: Faculdade de Educação e Psicologia da universidade Católica Portuguesa/Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano & Serviço de Apoio à Melhoria da Escola.




349

Ref. 204A42_T3_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133994/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-22

Fim: 2026-11-24

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, permitindo a criação de recursos didáticos apelativos, interativos e personalizados. Este curso visa capacitar os docentes para a utilização da versão educativa do Canva, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas, incluindo ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aplicações integradas (Apps). Desta forma, pretende-se potenciar a prática pedagógica, promovendo aulas mais dinâmicas, atrativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Objetivos

- Capacitar os docentes para utilizar a plataforma Canva na versão educativa, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas. - Desenvolver competências na criação de recursos didáticos diversos, apelativos e personalizados, adequados às diversas áreas curriculares. - Integrar recursos de Inteligência Artificial (IA) no processo de design de materiais pedagógicos. - Explorar aplicações integradas (Apps) do Canva para enriquecer os projetos educativos. - Potenciar a utilização do Canva como uma ferramenta para promover aulas mais dinâmicas, interativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Conteúdos

- Introdução ao Canva Educação – Criação e configuração de conta, ambiente de trabalho e exploração de funcionalidades básicas. - Design de Recursos Didáticos Simples - Personalização de templates, utilização de elementos gráficos e organização de layouts. - Funcionalidades Avançadas do Canva - Desenvolvimento de projetos diversos, interativos e colaborativos. - Integração de Inteligência Artificial (IA) - Criação e otimização de designs com IA, incluindo geração de texto e imagem, criação e edição de imagem, vídeo e áudio. - Exploração de Aplicações Integradas (Apps) - Utilização de Apps para enriquecer designs, com ferramentas de vídeo, animação, interatividade, produtividade, etc... - Aplicação Prática na Educação - Criação de recursos educativos e planificação de atividades pedagógicas.

Metodologias

Este curso será predominantemente prático, com uma abordagem centrada na criação de recursos didáticos, promovendo a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos. Os formandos desenvolverão recursos pedagógicos de forma prática, com orientação passo a passo. Na última sessão presencial, terão a oportunidade de apresentar os seus projetos, proporcionando momentos de partilha e reflexão.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

MACHADO, Eusébio André, Trabalho Docente na Era Digital, Porto Editora, 2023FAUSTO, Camargo, A Sala de Aula Digital, Penso, 2021MONTEIRO, Angélica, Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais, Porto Editora, 2012PINA, João Aragão e, Apresentações que Falam por Si, Lidel, 2011


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 29-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 06-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 20-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 03-11-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 10-11-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


331

Ref. 244A3_T3_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136017/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-22

Fim: 2026-11-24

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Paula Cristina Faustino Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores do Grupo 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial e Professores do Grupo 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

• Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas • Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível • Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos • Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. • Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever • Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens • Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo • Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras.

Conteúdos

Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico • O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino.

Metodologias

Presencial: A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-se dinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática, com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos para esta ação de formação, nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; Trabalho Autónomo: No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos apliquem instrumentos e conhecimentos adquiridos, no âmbito da formação, em contexto escola/sala de aula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto, planear, aplicar, rever, ajustar.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões; - Trabalho escrito individual; - Relatório crítico sobre a aplicação, em sala de aula, das atividades concebidas e implementadas.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.europeanagency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-packsupporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 29-09-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 06-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 20-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 27-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 03-11-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


336

Ref. 211A33_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128857/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-10-01

Fim: 2026-12-10

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

João Rafael Vieira dos Santos Ferreira

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Geografia e Geografia A, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a revisão das práticas pedagógicas, com particular destaque para o desenvolvimento de competências na utilização das TIC (bigdata) e das TIG (websig), na exploração de imagens e vídeos e na utilização de Casos de Estudo, Estudo de Caso e de PBL.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – (5 horas) Representação gráfica e cartográfica Orientação e Localização Módulo 3 - (5 horas) Tempo e clima (inclui radiação solar) Ambiente biogeográficos Módulo 4 - (5 horas) Recursos Hídricos (gestão sustentável/ impactes das alterações dos níveis das águas, ODS) Recursos Marítimos (gestão, litoral/ economia do mar, ODS) Módulo 5- (5 horas) Transportes e Telecomunicações (redes e modos) Mobilidade verde Módulo 6 - (5 horas) Indicadores demográficos / evolução e distribuição Mobilidade e fluxos migratórios Módulo 7- (5 horas) Recursos do Subsolo Espaços Rurais em mudança Módulo 8 - (5 horas) Áreas e Rede Urbana Planear cidades verdes Módulo 9 - (5 horas) Análise paisagem Tipos de paisagem (a partir da função) Módulo 10 - (5 horas) Gestão e ordenamento do território (inclui instrumentos de planeamento) SIG Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Didática da Geografia para uma Cidadania Territorial. Uma bússola para um mundo em profunda transformação (2023), Livro de Atas (Atas XCIDG_vf1.pdf (cfpor.pt)




296

Ref. 249A29 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128895/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2027-01-12

Fim: 2027-04-06

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da área curricular da Educação Física, no 1.ºCiclo do Ensino Básico (CEB), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover estratégias de ensino cooperativo/colaborativo, com impacto no desenvolvimento das AE e na avaliação das aprendizagens; Analisar e refletir sobre a importância da coadjuvação enquanto processo colaborativo e de desenvolvimento de autonomia dos professores envolvidos.

Conteúdos

Módulo(M) 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M 2 – Perícias e Manipulações (Bloco 1) e Deslocamentos e Equilíbrios (Bloco 2) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular dos Blocos 1 e 2, numa perspetiva de sustentabilidade dos restantes Blocos a abordar no 1.º CEB. M 3 – Blocos 1 e 2 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos dos Blocos 1 e 2; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens nos Blocos abordados. M 4 – Os Jogos (Bloco 4) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 4, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 5 – Bloco 4 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 4, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 6 – A Ginástica (Bloco 3) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 3, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 7 – Bloco 3 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 3, em função da organização do currículo (3º Ano / 3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 8 – As Atividades Rítmicas Expressivas (Bloco 6) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 6, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 9 – Bloco 6 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 6, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 10 – A Patinagem (Bloco 5) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 5, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 11 – Bloco 5 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 5, em função da organização do currículo (3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 12 módulos (2 obrigatórios e 10 opcionais): Os módulos 1 e final – Obrigatórios e presenciais A seleção dos módulos opcionais deve respeitar as 15 horas de sessões presenciais. Os módulos opcionais (módulos 2 ao 11) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt




345

Ref. 254A38_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128858/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-01-12

Fim: 2027-03-08

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação, que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação, a colaboração e a inclusão; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

As sessões síncronas, em inglês, são práticas, incidem em metodologias ativas, demonstração de técnicas, reflexão sobre práticas, desenvolvimento de tarefas, discussão e partilha. O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: -Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo -Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.




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Ref. 204A42_T4_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133994/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-01-14

Fim: 2027-03-18

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, permitindo a criação de recursos didáticos apelativos, interativos e personalizados. Este curso visa capacitar os docentes para a utilização da versão educativa do Canva, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas, incluindo ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aplicações integradas (Apps). Desta forma, pretende-se potenciar a prática pedagógica, promovendo aulas mais dinâmicas, atrativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Objetivos

- Capacitar os docentes para utilizar a plataforma Canva na versão educativa, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas. - Desenvolver competências na criação de recursos didáticos diversos, apelativos e personalizados, adequados às diversas áreas curriculares. - Integrar recursos de Inteligência Artificial (IA) no processo de design de materiais pedagógicos. - Explorar aplicações integradas (Apps) do Canva para enriquecer os projetos educativos. - Potenciar a utilização do Canva como uma ferramenta para promover aulas mais dinâmicas, interativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Conteúdos

- Introdução ao Canva Educação – Criação e configuração de conta, ambiente de trabalho e exploração de funcionalidades básicas. - Design de Recursos Didáticos Simples - Personalização de templates, utilização de elementos gráficos e organização de layouts. - Funcionalidades Avançadas do Canva - Desenvolvimento de projetos diversos, interativos e colaborativos. - Integração de Inteligência Artificial (IA) - Criação e otimização de designs com IA, incluindo geração de texto e imagem, criação e edição de imagem, vídeo e áudio. - Exploração de Aplicações Integradas (Apps) - Utilização de Apps para enriquecer designs, com ferramentas de vídeo, animação, interatividade, produtividade, etc... - Aplicação Prática na Educação - Criação de recursos educativos e planificação de atividades pedagógicas.

Metodologias

Este curso será predominantemente prático, com uma abordagem centrada na criação de recursos didáticos, promovendo a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos. Os formandos desenvolverão recursos pedagógicos de forma prática, com orientação passo a passo. Na última sessão presencial, terão a oportunidade de apresentar os seus projetos, proporcionando momentos de partilha e reflexão.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

MACHADO, Eusébio André, Trabalho Docente na Era Digital, Porto Editora, 2023FAUSTO, Camargo, A Sala de Aula Digital, Penso, 2021MONTEIRO, Angélica, Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais, Porto Editora, 2012PINA, João Aragão e, Apresentações que Falam por Si, Lidel, 2011


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-01-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 21-01-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 28-01-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 04-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 11-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 18-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 11-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 18-03-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


341

Ref. 246A20_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136497/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2027-02-11

Fim: 2027-05-20

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Sylvie Lopes Marques

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2024/2025, no que respeita ao 10.º ano de escolaridade; b) 2025/2026, no que respeita ao 11.º ano de escolaridade; c) 2026/2027, no que respeita ao 12.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Secundário, esta nova formação será focada nos Temas do 11º ano antes não trabalhados, nomeadamente a Matemática Discreta, assim como nos principais Temas do 12º ano, incluindo os três Temas Opcionais do 12º ano.

Objetivos

No final da formação, os professores devem: - Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), as suas finalidades e as consequências para o ensino da Matemática, com foco no Tema da Matemática Discreta do 11º ano, assim como em todos os Temas do 12º ano, incluindo os três Temas Opcionais do 12º ano; - Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), com foco no Tema da Matemática Discreta do 11º ano, assim como em todos os Temas do 12º ano, incluindo os três Temas Opcionais do 12º ano; - Ser capazes de refletir sobre os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o Ensino Secundário (Matemática A), com foco no Tema da Matemática Discreta do 11º ano, assim como em todos os Temas do 12º ano, incluindo os três Temas Opcionais do 12º ano.

Conteúdos

- Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Secundário expressas nas novas AE e Ideias inovadoras do Currículo (2,5 horas): a Matemática para a Cidadania, o Pensamento computacional, a diversificação de temas no currículo e a Matemática para todos, assumindo-se que o currículo na escolaridade obrigatória deve dar resposta a todos os alunos, tendo em vista a sua formação matemática enquanto cidadãos, proporcionando-lhes uma experiência rica, adequada ao seu nível etário e ao alcance de todos; - Ideias-Chave das Aprendizagens Essenciais com foco no Tema da Matemática Discreta do 11º ano, assim como em todos os Temas do 12º ano, incluindo os três Temas Opcionais do 12º ano (2,5 horas): Resolução de problemas, modelação e conexões, Raciocínio dedutivo e lógica matemática, Recurso sistemático à tecnologia, Tarefas e recursos educativos, Práticas enriquecedoras e criatividade, Organização do trabalho dos alunos, Comunicação matemática, Avaliação para a aprendizagem. - Operacionalização das Aprendizagens Essenciais (10 horas) com foco no 11º ano e no 12º anos: Matemática Discreta (11º ano); Probabilidade (12º ano); Funções contínuas e deriváveis (12º ano); Resolução aproximada de equações (12º ano); Introdução à inferência estatística (12º ano); Primitivas imediatas e Integrais definidos (12º ano); Matrizes e transformações geométricas (12º ano). - Exploração de ideias e conceitos, integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas (10 horas): Abordagem exploratória de ideias e conceitos matemáticos; Integração da tecnologia na experimentação, visualização, representação, simulação, interatividade, bem como no cálculo numérico e simbólico; Recurso à folha de cálculo, a ambientes de geometria dinâmica, a aplicativos digitais diversos, a simulações, a smartphones, à calculadora gráfica e aos sensores, bem como a outros equipamentos e materiais; Desenvolvimento do pensamento computacional com recurso a atividades de programação integradas na resolução de problemas. Preparação, apresentação e discussão dos trabalhos e avaliação do curso de formação.

Metodologias

Presencial: A oficina terá sessões centradas na análise e apropriação dos documentos curriculares, nomeadamente nas orientações curriculares, nas ideias inovadoras, nas ideias-chave e na exploração de conceitos integrando a tecnologia como alavanca para a compreensão e resolução de problemas. Durante a formação o trabalho deve contemplar a complementaridade entre momentos de trabalho em pequenos grupos e apresentações e discussões no grande grupo. No final da oficina os formandos realizarão a preparação, apresentação e discussão dos trabalhos realizados, que deverão enfatizar a reflexão sobre o seu papel na implementação do currículo. Nesta altura também será realizada a avaliação da oficina. Trabalho Autónomo: De forma intercalada será desenvolvido trabalho autónomo pelos formandos, com a leitura das AE e de textos disponibilizados, com a planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões síncronas, a elaboração e reflexão sobre tarefas para os alunos, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.

Bibliografia

Graça Martins, M. E. (2005). Introdução à Probabilidade e à Estatística, com complementos de Excel. Sociedade Portuguesa de Estatística.Graça Martins, M. E., e Loura, L. (2002). Estatística, Modelos de Probabilidade e Introdução à Inferência Estatística (edição da responsabilidade do DES, Lisboa). Obtido de https://www.dge.mec.pt/recursos-multimedia-online.Sebastião e Silva, J. (1975-1978). Compêndio de Matemática (3 volumes). Lisboa: GEP.COMAP (2016). FOR ALL PRACTICAL PURPOSES - Mathematical Literacy in Today’s World. New York: W. H. Freeman and Company.Teixeira, P., Precatado, A., Albuquerque, C., Antunes, C., e Nápoles, S. (1999). Funções - 12º ano. Lisboa: Ministério da Educação.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 18-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 25-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 04-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 11-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 08-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 15-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
8 22-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
9 06-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 20-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


339

Ref. 247A50_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130530/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2027-02-11

Fim: 2027-05-20

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Anabela de Azevedo Brandão

Destinatários

Professores dos Grupos 500,510,520,530,540,550 e 560

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500,510,520,530,540,550 e 560. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500,510,520,530,540,550 e 560.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Quando se considera o uso de tecnologias digitais no quotidiano, é incontornável que a inteligência artificial (IA) faz parte do dia a dia de cada cidadão. No entanto, o lançamento a público do ChatGPT surpreendeu os utilizadores comuns com a forma como responde aos seus inputs de texto. Desde então, a proliferação desta tecnologia (IA generativa) suscitou, a nível global, reflexões sobre as questões éticas que levanta. Noutro sentido, Chomsky alerta para a possibilidade destas ferramentas serem uma ameaça ao desenvolvimento do pensamento critico e à criatividade do ser humano (Chomsky et al., 2023). Várias instituições e organizações mundiais têm vindo a emitir recomendações e orientações para o desenvolvimento e utilização de tecnologias com IA generativa, nomeadamente em educação, área na qual se aconselha que haja formação de professores em literacia em IA (EP, 2023; Miao et al., 2023). No contexto do ensino não superior, em Portugal, o nível de competências digitais dos professores é baixo, o que afeta diretamente o nível de conhecimento em IA e leva à falta de confiança dos professores em adotarem estas ferramentas (Lucas, 2023, p. 65). Assim, pretende-se implementar uma oficina de formação com o objetivo de capacitar os professores do ensino não superior, com os conhecimentos e competências necessárias para incluírem, nas suas práticas letivas, ferramentas com IA generativa de forma ética, permitindo continuarem a desenvolver o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) (Martins et al., 2017). Pretende-se, ainda, chegar aos alunos, através dos seus professores, para uma utilização responsável e segura, preparando-os para um futuro no qual a IA generativa poderá ser uma presença constante.

Objetivos

- Aumentar o nível de conhecimento de IA generativa dos professores do ensino básico e secundário (do 7.º ao 12.º ano); - Explorar as vantagens e os desafios ao integrar ferramentas com IA generativa nas práticas pedagógicas, tendo em conta os princípios éticos, legais e pedagógicos envolvidos; - Capacitar os professores do ensino básico e secundário, com as competências e os conhecimentos necessários para orientarem os alunos para uma utilização ética e segura de ferramentas com IA generativa; - Analisar o potencial das ferramentas com IA generativa na promoção das áreas de competência do PASEO; - Explorar as potencialidades das ferramentas com IA generativa, como auxiliares à preparação de atividades pedagógicas; - Explorar as potencialidades das ferramentas com IA generativa no desenvolvimento de atividades pedagógicas, em diferentes áreas curriculares e níveis de ensino; - Criar atividades pedagógicas com o auxílio de ferramentas com IA generativa; - Criar atividades pedagógicas que passem pela utilização, por parte dos alunos, de ferramentas com IA generativa de forma ética e segura.

Conteúdos

• Conceitos relacionados com IA generativa: Breve descrição dos seguintes conceitos: - Redes neuronais artificiais; - Aprendizagem automática; - Aprendizagem profunda; - Grandes modelos de linguagem natural. • Questões éticas levantadas em torno da IA generativa: Refletir sobre a IA generativa e a as suas implicações nos tópicos seguintes: - Privacidade; - Segurança; - Direitos de autor; - Transparência; - Preconceito; - Discriminação. • Ferramentas com IA generativa: - Apresentar ferramentas diversas que geram texto, imagem, vídeo ou áudio; - Explorar ferramentas com IA generativa; - Pesquisar ferramentas que vão ao encontro das necessidades de cada formando para o desenvolvimento das suas atividades pedagógicas. • O desenvolvimento do PASEO e as ferramentas com IA generativa: - Refletir sobre a utilização de ferramentas com IA generativa e o desenvolvimento do PASEO; - Refletir sobre diversas estratégias de introdução de ferramentas com IA generativa nos processos de ensino e de aprendizagem, relacionando-as com o PASEO. • Planos de aula, atividades ou projetos que envolvam ferramentas com IA generativa: - Fomentar o trabalho colaborativo na preparação dos conteúdos pedagógicos; - Fomentar a discussão e a partilha de soluções, oportunidades e constrangimentos na preparação dos conteúdos pedagógicos. • Capacitar os alunos para uma utilização segura e responsável de ferramentas com IA generativa: - Capacitar os formandos para orientarem os seus alunos para uma utilização segura e responsável de ferramentas com IA generativa

Metodologias

Presencial: Para cada sessão da oficina será disponibilizado o plano de atividades, a respetiva documentação e a bibliografia enquadradora dos temas a abordar. O trabalho dos formandos organizar-se-á de acordo com o plano de atividades para cada sessão. As sessões terão um carácter teórico-prático, nas quais os formandos trabalharão individualmente e em grupo. No sentido de fomentar a discussão e o trabalho colaborativo entre todos, serão privilegiados momentos e espaços de partilha de experiências. Assim, a oficina será organizada de forma a gerar reflexões que permitam selecionar as melhores estratégias entre as que serão apresentadas pela formadora e as apresentadas pelos formandos. A formadora assumirá um papel facilitador, promovendo a reflexão sobre os temas e orientando os formandos no tratamento das questões de ordem teórica e prática a trabalhar em cada sessão, levando a que cada formando encontre as soluções mais adequadas à sua prática pedagógica. Trabalho Autónomo: Após cada sessão, os formandos irão continuar as suas reflexões em contexto educativo, aplicando, da forma que considerarem mais adequada, as estratégias e ou atividades desenhadas durante cada sessão de formação. Da aplicação em contexto, do que é abordado em cada sessão, recolherão as soluções, oportunidades e/ou constrangimentos que surjam em cada intervenção em contexto educativo, preparando, assim, as reflexões que deverão partilhar na sessão seguinte de formação

Avaliação

Para a avaliação dos formandos são considerados os seguintes parâmetros: • Participação – 30% • Trabalho individual – 70% No parâmetro participação é avaliada a qualidade da participação dos formandos nos debates, apresentações e partilha de conhecimentos e experiências, promovida nas diversas sessões. O trabalho individual é formado por um portfólio das atividades desenvolvidas ao longo das sessões. Para avaliação do trabalho final é considerado o nível e a qualidade da concretização das tarefas propostas ao longo das sessões, individualmente ou em grupo. Avaliação quantitativa dos formandos, na escala de 1 a 10 valores, nos termos do Artigo 4.º, nº 6, do Despacho n.º 4595/2015 de 6 de maio. A avaliação será, igualmente, expressa em termos qualitativos em conformidade com a escala que a seguir se insere: Excelente — de 9 a 10 valores Muito bom — de 8 a 8,9 valores Bom — de 6,5 a 7,9 valores Regular — de 5 a 6,4 valores Insuficiente — de 1 a 4,9 valores

Bibliografia

Chomsky, N., Roberts, I., & Watumull, J. (2023). Noam Chomsky: The False Promise of ChatGPT. The New York Times, 8. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7614933/mod_resource/content/1/Opinion%20_%20Noam%20Chomsky_%20The%20False%20Promise%20of%20ChatGPT%20-%20The%20New%20York%20Times.pdfEP. (2023). Proposal for a regulation of the European Parliament and of the Council on harmonised rules on Artificial Intelligence (Artificial Intelligence Act) and amending certain Union Legislative Acts . https://www.europarl.europa.eu/resources/library/media/20230516RES90302/20230516RES90302.pdfLucas, M. (2023). Competência digital docente e inteligência artificial: ligações, preocupações e oportunidades. Boletim da AIA-CTS, 19. https://aia-cts.web.ua.pt/wp-content/uploads/2023/09/Boletim_AIA_CTS_n19.pdfMartins, G. d’Oliveira, Gomes, C. A. S., Brocardo, J., Pedroso, J. V., Camilo, J. L. A., Silva, L. M. U., Encarnação, M. M. G. A. da, Horta, M. J. do V. C., Calçada, M. T. C. S., Nery, R. F. V., & Rodrigues, S. M. C. V. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Direção-Geral da Educação.Miao, F., Holmes, W., & UNESCO. (2023). Guidance for generative AI in education and research. UNESCO Publishing


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 18-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 25-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 11-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 08-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 15-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 22-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 20-05-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


343

Ref. 248A28_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130199/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-02-18

Fim: 2027-05-06

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Rui Adolfo Ferreira da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Andebol, enquanto jogo desportivo coletivo, faz parte do Bloco das Atividades Físicas Desportivas, como matéria das Aprendizagens Essenciais de Educação Física. Devido à riqueza de situações que proporciona, constitui uma atividade formativa por excelência pelo que, a sua aplicação em meio escolar e no desporto escolar é de toda a pertinência, para desenvolver os níveis de aptidão aeróbia e neuromuscular dos alunos. Por ser uma das modalidades mais praticada no nosso país, a utilização desta para desenvolver os níveis de aptidão aeróbia e neuromuscular na escola terá que ser orientada fundamentalmente para que os intervenientes tenham a perceção da importância de um bom nível de aptidão física. Decorrente deste pressuposto, a proposta para o seu ensino privilegia a utilização dos gestos técnicos, de situações de jogo reduzidas, de situações táticas individuais e de grupo.

Objetivos

Pretende-se com esta formação produzir os seguintes efeitos: • Apresentar e introduzir o Andebol, como matéria fundamental na Educação Física (1º, 2ºe 3º Ciclo/Secundário); • Proporcionar a todas as crianças e jovens, de ambos os sexos, uma experiência única de socialização, através da vivência de um jogo coletivo de grande riqueza comunicacional e cooperativa; • Construção de projetos curriculares de turma que envolvam o Andebol nas suas dimensões desportiva, cultural, organizativa, competitiva; • Utilização de metodologias ativas e participativas no processo de ensino e aprendizagem que sejam conducentes à resolução dos problemas de ordem técnico-tática ocorridos na atividade; • Partilha de experiências/recursos/saberes entre os participantes e destes com a comunidade educativa; • Produção e utilização de recursos didáticos que promovam uma aprendizagem ativa, nomeadamente, jogos, exercícios, posters, vídeos, análise de dominantes técnicas, etc. • Conhecer e operacionalizar os objetivos do jogo, os princípios, as diferentes as leis de jogo, as ações técnicas e ações táticas.

Conteúdos

Aborda o jogo através de jogos de iniciação – com base nos seguintes conteúdos:  Receção;  Passe;  Mudanças de direção/fintas;  Marcação individual;  Desmarcação. Apresenta progressivamente dos elementos técnicos e técnico-tácticos básicos, para resolver os problemas que sejam apresentados no decorrer do jogo:  Circulação da bola e de jogadores;  Deslocamentos e controlo defensivos;  Contra-ataque direto e apoiado;  Receção;  Passe;  Remate;  Drible;  Mudanças de direção/fintas.  etc…. Realiza a diagnose da turma; Constrói o projeto de turma; Operacionaliza a metodologia de ensino; Deteta e regista os problemas mais frequentes; Trabalha em grupo para apresentação de propostas de resolução dos problemas mais frequentes apresentados; Avalia o nível das aprendizagens alcançadas pelos alunos; Define os Critérios de avaliação; Aplica as propostas de resolução de problemas; Relata por escrito e fotográfico/audiovisual/e ou outro, o trabalho desenvolvido; Apresenta o relatório de projeto; Realiza a Auto e heteroavaliação; Realiza a avaliação da ação.

Metodologias

A ação terá a duração de 25 horas presenciais em que serão adoptados os seguintes passos metodológicos: • Exposição teórico-prática • Trabalho de grupo • Trabalho individual • Prática pedagógica • Descoberta guiada

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Ribeiro, M. e Volossovitch, A. (2008) – ANDEBOL 2: O ensino do jogo dos 11 aos 14 anos, FMH. UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA.Baratti, A. e Casali, E. (2008) – BALONMANO: ejercicios y formas jugadas para el aprendizage, Armenia: Editorial Kinesis;Martin, K. (1980) – O ANDEBOL: Técnica/Táctica/Metodologia, Munchen, Publicações Europa-América


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 18-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 25-02-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 11-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 08-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 15-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 22-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 29-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 06-05-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


344

Ref. 245A17_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138176/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2027-04-08

Fim: 2027-05-20

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Helena Maria da Mota Lopes

Destinatários

Professores dos Grupos 220, 320, 330, 340 e 350

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 220, 320, 330, 340 e 350. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 220, 320, 330, 340 e 350.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

No contexto educativo atual, que valoriza o desenvolvimento integral dos alunos nas dimensões definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, torna-se imprescindível promover práticas de avaliação que acompanhem e sustentem o processo de aprendizagem, orientando os alunos para o sucesso escolar e pessoal. As Aprendizagens Essenciais das línguas estrangeiras, fundamentadas no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas: Aprendizagem, Ensino, Avaliação (QECRL), destacam a necessidade de diversificar as práticas avaliativas, favorecendo uma abordagem mais formativa, contínua e participada. Sublinha-se, assim, a importância de implementar estratégias que envolvam os alunos na autoavaliação e na autocorreção, permitindo-lhes reconhecer as suas potencialidades e áreas de melhoria, com vista a um progresso mais consciente e autónomo. Neste quadro, a avaliação formativa e o feedback construtivo assumem um papel central, funcionando como instrumentos pedagógicos essenciais para o desenvolvimento das competências linguísticas e comunicativas. Avaliar em línguas estrangeiras é, portanto, um processo que exige planeamento intencional, capaz de recolher informação significativa tanto sobre os resultados como sobre os processos de ensino e aprendizagem. A presente oficina pretende apoiar os professores na reflexão e aperfeiçoamento das suas práticas de avaliação, promovendo a diversificação pedagógico-didática nos diferentes domínios da língua estrangeira — compreensão e produção, oral e escrita, bem como a interação —, reforçando a articulação entre avaliação, ensino e aprendizagem.

Objetivos

 Refletir sobre práticas de avaliação em língua estrangeira e suas implicações pedagógicas;  Promover a partilha de experiências e práticas entre docentes;  Planear e implementar instrumentos de avaliação diversificados;  Utilizar a informação recolhida em contexto avaliativo para ajustar o ensino e promover a aprendizagem;  Fomentar o trabalho colaborativo entre professores;  Desenvolver competências no uso de ferramentas digitais de apoio à avaliação.

Conteúdos

1. Breve enquadramento teórico: conceitos/ documentos orientadores do ensino das línguas estrangeiras (aprendizagens essenciais e QECRL) e o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória 2. Tarefas de aprendizagem e a diversificação de processos de recolha de informação: alguns exemplos – listas de verificação; observações; apresentações orais; inquéritos; entrevistas; composições; produção de pequenos textos; apresentações; leituras dramatizadas; rubricas; testes com diferentes tipologias de perguntas (escolha múltipla; ordenação; associação; verdadeiro/ falso; resposta curta; resposta longa/extensa); trabalho de projeto 3. Práticas de avaliação: construção, validação e aplicação de recursos para avaliação. 4. Análise e reflexão crítica sobre práticas e instrumentos de avaliação;

Metodologias

Presencial: O trabalho desenvolvido nas sessões presenciais, sessões teórico-práticas, tem uma intencionalidade pedagógico-didática. O objetivo é que o mesmo seja aplicado em contexto real de sala de aula/ escolar, e posteriormente discutido na oficina de formação, numa lógica de investigação-ação. Opta-se igualmente pela metodologia de trabalho colaborativo no planeamento, construção e validação de recursos para avaliação. É privilegiada a metodologia de trabalho de pares e de grupo na análise de documentos orientadores, na reflexão sobre conceitos e na discussão de práticas de avaliação dos formandos/ das escolas. É ainda favorecida a discussão alargada em grande grupo (plenário). Nas sessões presenciais pretende-se, também, dar espaço para a partilha de breves reflexões individuais sobre práticas implementadas no decorrer da oficina de formação e em resultado desta. A formação combinará sessões presenciais conjuntas e sessões online síncronas através de uma plataforma de videoconferência. Sessões presenciais conjuntas: 5 horas (primeira e última sessão) Sessões online síncronas: 10 horas Trabalho Autónomo: O desenvolvimento do trabalho autónomo será acompanhado através de uma plataforma de gestão de aprendizagem (LMS), na qual também se disponibilizarão os recursos das sessões presenciais e se criarão fóruns de discussão e partilha. As tarefas a desenvolver de forma autónoma pelos formandos incluem:  partilhar e discutir práticas de avaliação  planear, preparar/ criar e implementar processos/ instrumentos de avaliação em sala de aula e/ou contexto de escola (concretização e aplicação de práticas de avaliação)  refletir sobre o trabalho desenvolvido com os alunos e resultados obtidos.

Avaliação

Classificação na escala de 1 a 10 conforme indicado na Carta Circular CCPFC- 2/2007- de setembro de 2007, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores - Insuficiente; 5 a 6,4 valores - Regular; 6,5 a 7,9 valores - Bom; 8 a 8,9 valores - Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos incide sobre: 1. a participação nas sessões e realização das tarefas propostas ao longo da oficina – 30% 2. um trabalho escrito individual (incluindo o relato/ evidências/reflexão da aplicação em contexto de sala de aula) - 70%

Bibliografia

Brown, H. D., & Abeywickrama., P. (2010). Language assessment: principles and classroom practices (2nd ed.). White Plains, NY: Pearson/Longman.Conselho da Europa. (2001). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - Aprendizagem, Ensino, Avaliação. Porto: Edições Asa.Council of Europe. (2020). Common European Framework of Reference for Languages: Learning, teaching, assessment – Companion volume. Strasbourg: Council of Europe Publishing.Fernandes, D. (2011).Piccardo, E., Berchoud, M., Cignatta, T., Mentz, O., & Pamula, M. (2011). Pathways through assessing, learning and teaching in the CEFR. Strasbourg: Council of Europe Publishing.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 15-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 22-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 29-04-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 06-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 20-05-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


338

Ref. 250A31_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131914/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-04-08

Fim: 2027-07-08

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina História e da Cultura das Artes, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento do pensamento reflexivo sobre o objeto artístico; Refletir sobre a importância dos processos de análise e de estudo comparativo, de seleção e tratamento de objetos artísticos relevantes para a aprendizagem; Problematizar temas relacionados com expressões artísticas, considerando continuidades, inovações e ruturas; Desenvolver a reflexão crítica e a sensibilidade estética e artística, incluindo a dimensão intercultural das sociedades contemporâneas.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 – A Cultura da Ágora (5 horas) Atenas no século V a. C: o espaço público A construção identitária da sociedade grega clássica: a importância dos mitos, dos sentimentos, das virtudes e da razão Aspetos técnicos, formais e estéticos dos diversos períodos da arte grega Módulo 3 – A Cultura do Senado (5 horas) O Modelo urbano do Império Romano A cultura do ócio Características formais e estéticas da arte romana Módulo 4 – A cultura do Mosteiro (5 horas) Os espaços do Cristianismo na Europa Ocidental A arquitetura monástica Unidade e diversidade do Românico O Românico em Portugal Aspetos temáticos e formais da arte românica A arte moçárabe Módulo 5 – A Cultura da Catedral (5 horas) A cidade medieval A arquitetura e a escultura góticas A pintura flamenga: uma revolução pictórica O Gótico e o Manuelino em Portugal Módulo 6 – A Cultura do Palácio (5 horas) Uma nova visão do mundo e do homem O desenvolvimento artístico italiano As cortes como centros de irradiação cultural e artística Principais características e temas da pintura e da escultura renascentista Os reflexos do Renascimento e do Maneirismo em Portugal Módulo 7 – A Cultura do Palco (5 horas) A Corte de Versalhes: encenação e exercício de poder Os Palcos da Cultura Europeia O Barroco: manifestações e teatralidade O Real Edifício de Mafra Aculturação e miscigenação Módulo 8 – A Cultura do Salão (5 horas) Os filósofos iluministas: influenciadores do pensamento e da ação O salão: contributo cultural e artístico Impacto da Revolução Francesa O urbanismo pombalino e o racionalismo iluminista O Neoclassicismo: o desejo de regresso à estética clássica Módulo 9 - A Cultura da Gare (5 horas) O mundo industrial e a reorganização do mundo A Gare: local simbólico e dinamizador do espaço urbano O Romantismo e a sedução do passado mitificado da Idade Média: expressões artísticas e culturais A recusa do Romantismo – o Realismo e o Impressionismo; novas formas de apropriação do real Módulo 10 – A Cultura do Espaço Virtual (5 horas) As transformações geopolíticas e culturais no mundo contemporâneo e o seu impacto na construção de novas identidades A globalização e as manifestações culturais e artísticas Vias de expressão da arte portuguesa contemporânea Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Jason, H. W. (2010). Nova História da Arte. Lisboa: Gulbenkian.




346

Ref. 172A36_T2_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128905/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-04-08

Fim: 2027-07-08

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) das disciplinas de Português e de Literatura Portuguesa em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - O lugar da gramática no ensino do português (3.º CEB e ES – 5h) Abordagem dos principais marcos do desenvolvimento linguístico (lexical, fonológico, morfológico e sintático): o Dicionário Terminológico O ensino da gramática no contexto da didática do português e dos documentos de referência para a disciplina de Português O processo de transposição didática no ensino da gramática, envolvendo as competências de leitura, escrita, de compreensão oral e expressão oral. Módulo 3 - A inferência na análise textual (3.º CEB e ES – 5h) Tipos de inferências As inferências na compreensão de textos escritos (ler, compreender e inferir) Trabalho experimental: textos de tipologias variadas; estrutura de questionários e tipos de perguntas Módulo 4 - A argumentação: compreensão do oral, leitura e escrita (3.º CEB e ES – 5h) O papel de Aristóteles na conceção da argumentação Tipologia de argumentos A argumentação nos atos oral e escrito nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa Módulo 5 - O ensino e a aprendizagem do texto poético (3.º CEB e ES – 5h) A poesia ensina-se? Códigos poéticos: fónico-rítmico; estilístico; semântico-pragmático Estratégias de ensino da poesia. Módulo 6 - O ensino e a aprendizagem do texto narrativo (3.º CEB e ES – 5h) A compreensão leitora em textos narrativos Estratégias de ensino do texto narrativo Desenvolvimento de técnicas de aperfeiçoamento de escrita de texto narrativo (produção e revisão de texto narrativo). Módulo 7 - O lugar da leitura nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa (3.º CEB/ES – 5h) Dinâmicas de leitura e de audição (tipologias textuais das Aprendizagens Essenciais) Avaliação da leitura. Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Dicionário Terminológico - https://dt.dge.mec.pt/index.php?id=n318




348

Ref. 253A9 T2_26_27 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140527/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2027-04-16

Fim: 2027-07-30

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga

Destinatários

Professores dos grupos 100, 110 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100, 110 e 910. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Este curso decorre dos pressupostos inseridos no Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, onde se estabelecem «os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos…»; a mobilização de medidas universais, seletivas e/ou adicionais; que «Estas medidas são desenvolvidas tendo em conta os recursos e os serviços de apoio ao funcionamento da escola, os quais devem ser convocados pelos profissionais da escola, numa lógica de trabalho colaborativo e de corresponsabilização com os docentes de educação especial, em função das especificidades dos alunos» e a dinamização de Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo enquanto recurso agregado ao CAA. Ao mesmo tempo, o número de alunos com PEA tem vindo a aumentar exponencialmente nos diferentes níveis de ensino, com especial enfoque para o ensino pré-escolar e 1º ciclo do Ensino Básico, trazendo novos desafios aos educadores e docentes. Sendo um espetro muito abrangente, onde os alunos apresentam, muitas vezes, dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagem que exigem recursos especializados de apoio, torna-se impreterível dotar os educadores e docentes de conhecimentos e estratégias que lhes permitam fazer face a esses desafios.

Objetivos

- Dotar os educadores e docentes de conhecimentos mais aprofundados sobre a legislação em vigor, nomeadamente o Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; - Dotar os educadores e docentes de conhecimentos mais aprofundados sobre a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA): características, necessidades e desafios; - Encontrar estratégias, práticas e metodologias que melhor se adaptem aos diferentes alunos com PEA; - Capacitar os educadores e docentes para o desempenho do seu papel junto de um aluno com PEA; - Partilhar boas práticas e experiências.

Conteúdos

- Enquadramento legal da Educação Inclusiva; - A Perturbação do Espetro do Autismo: * O que é? * O espetro; * Principais características, necessidades e desafios; - Recursos humanos, materiais e organizacionais a mobilizar; * Pessoal docente e não docente; * Técnicos Especializados; * As Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo; * O Centro de Apoio à Aprendizagem; * Os Centros de Recursos para a Inclusão; * Instituições da Comunidade; * Serviços de Saúde; - Estratégias de Intervenção em Contexto Educativo; - A planificação, desenvolvimento e avaliação do aluno com PEA; * instrumentos, metodologias, contextos e critérios.

Metodologias

Apresentação do enquadramento legal da educação inclusiva. Análise e discussão de documentos orientadores e de casos particulares. Dinâmicas de grupo.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Decreto-Lei 3/2008 de 7 de janeiro;Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho;Filipe, C. (2012). Autismo conceitos, Mitos e Preconceitos. Lisboa. Babel;Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-V;Norma nº 002/2019 de 23/04/2019 da DGS;




350

Ref. 255A26_26_27 Inscrições abertas até 2026-07-01 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD_26_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-07-08

Fim: 2026-07-08

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Adolfo Portela

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

O 2.º Encontro CFIAP pretende se constituir como um espaço dialógico de aprendizagem e de crescimento profissional em torno de temáticas atuais e de grande pertinência na escola dos nossos dias. Fruto da globalização temos hoje na escola alunos de várias nacionalidades que necessitam de uma resposta educativa adequada. Assim, a integração de alunos migrantes remete para a necessidade de se transitar de um modelo monocultural para um paradigma verdadeiramente intercultural. Este processo coloca desafios complexos a nível logístico e pedagógico, nomeadamente barreiras linguísticas, necessidades de socialização, disparidades no sucesso escolar e exigências acrescidas de recursos e apoio especializado. Estarão as escolas capacitadas para esta transição? Se sim, como desenvolvem esse processo? Que recursos e meios têm ao seu dispor? Por outro lado, a escola também se confronta com a necessidade de dar respostas ao permanente avanço tecnológico e nesse sentido a promoção da literacia algorítmica e digital deve ser percecionada como um desafio e necessidade dos nossos dias. Assim, a IA não deve ser vista como uma barreira ao papel e ação do professor, mas sim como uma oportunidade para (re)pensar a pedagogia e a forma como se perceciona o ato educativo. Nesta linha de pensamento o foco da escola passa a ser o desenvolvimento do pensamento crítico, da criatividade e da ética digital, garantindo que a tecnologia serve como um complemento à aprendizagem e nunca como um substituto do esforço individual do aluno e da ação do professor.

Objetivos

• Capacitar a comunidade docente de técnicas e processos de acolhimento de alunos migrantes, tendo em vista a valorização da diversidade; • Apropriação e exemplificação prática de medidas de suporte à aprendizagem e flexibilidade curricular em contexto de sala de aula, através da partilha de boas práticas; • Refletir em torno do bem-estar emocional e social dos alunos, percecionando-se o papel e a importância da integração psicossocial e de acolhimento diferenciado; • Percecionar e indagar acerca do papel e ação da IA na comunidade escolar, nomeadamente através da partilha de boas práticas; • Capacitar os docentes para a tomada de decisões pedagógicas e sócioemocionais adequadas percecionando a IA como mais uma ferramenta de apoio pedagógico e de personalização da aprendizagem a alunos migrantes; • Fomentar uma cultura profissional orientada para a reflexão crítica e a melhoria contínua em torno de projetos e/ou recursos validados pelas escolas; • Contribuir para o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem profissionais que promovam o compromisso coletivo com a aprendizagem, a inovação e a qualidade das práticas educativas adaptadas às necessidades dos alunos, com enfoque nos alunos migrantes.

Conteúdos

1.º Momento: 1.º Comunicação: IA generativa: disrupção ou continuidade? Tópicos de exploração e reflexão: 1. Os sistemas de inteligência artificial (IA) generativa: potencialidades e desafios; 2. Com que frequência e para que fins os alunos utilizam a IA? 3. Poderá, o recurso à IA, reduzir o envolvimento dos alunos nos processos de aprendizagem? 4. A IA como um recurso ao serviço da aprendizagem: como fazer? Porque fazer? Partilha de boas práticas: Apresentação de boas práticas das escolas em torno da utilização, em contexto educativo, da IA. Mesa-redonda: Com a presença dos vários interlocutores (oradora da 1.º comunicação + partilha de boas práticas) moderada por um professor que fará uma breve síntese dos trabalhos, abrindo depois o debate em torno da temática ao plenário. 2.º Momento: 2.º Comunicação: Escutar para incluir: das vozes das crianças migrantes à construção de uma escola de pertença Tópicos de exploração e reflexão: 1. Dar vós às crianças migrantes: o seu “sentir” na primeira pessoa (estudo de caso); 2. Acolhimento e inclusão escolar de crianças migrantes: o que requer? Como o fazer? 3. Percursos migratórios - o que cada aluno “traz na sua bagagem”: o papel e ação da escola. 4. (Re)pensar a escola como espaço de abertura ao outro: analisar e inferir acerca de dinâmicas de integração social e pedagógica. Partilha de boas práticas: Apresentação de boas práticas das escolas em torno do acolhimento e integração de alunos migrantes. Mesa-redonda: Com a presença dos vários interlocutores (oradora da 2.º comunicação + partilha de boas práticas) moderada por um professor que fará uma breve síntese dos trabalhos, abrindo depois o debate em torno da temática ao plenário.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

353

Ref. 204A42_T2_25_26 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133994/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-04-15

Fim: 2026-06-17

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, permitindo a criação de recursos didáticos apelativos, interativos e personalizados. Este curso visa capacitar os docentes para a utilização da versão educativa do Canva, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas, incluindo ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aplicações integradas (Apps). Desta forma, pretende-se potenciar a prática pedagógica, promovendo aulas mais dinâmicas, atrativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Objetivos

- Capacitar os docentes para utilizar a plataforma Canva na versão educativa, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas. - Desenvolver competências na criação de recursos didáticos diversos, apelativos e personalizados, adequados às diversas áreas curriculares. - Integrar recursos de Inteligência Artificial (IA) no processo de design de materiais pedagógicos. - Explorar aplicações integradas (Apps) do Canva para enriquecer os projetos educativos. - Potenciar a utilização do Canva como uma ferramenta para promover aulas mais dinâmicas, interativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Conteúdos

- Introdução ao Canva Educação – Criação e configuração de conta, ambiente de trabalho e exploração de funcionalidades básicas. - Design de Recursos Didáticos Simples - Personalização de templates, utilização de elementos gráficos e organização de layouts. - Funcionalidades Avançadas do Canva - Desenvolvimento de projetos diversos, interativos e colaborativos. - Integração de Inteligência Artificial (IA) - Criação e otimização de designs com IA, incluindo geração de texto e imagem, criação e edição de imagem, vídeo e áudio. - Exploração de Aplicações Integradas (Apps) - Utilização de Apps para enriquecer designs, com ferramentas de vídeo, animação, interatividade, produtividade, etc... - Aplicação Prática na Educação - Criação de recursos educativos e planificação de atividades pedagógicas.

Metodologias

Este curso será predominantemente prático, com uma abordagem centrada na criação de recursos didáticos, promovendo a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos. Os formandos desenvolverão recursos pedagógicos de forma prática, com orientação passo a passo. Na última sessão presencial, terão a oportunidade de apresentar os seus projetos, proporcionando momentos de partilha e reflexão.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

MACHADO, Eusébio André, Trabalho Docente na Era Digital, Porto Editora, 2023FAUSTO, Camargo, A Sala de Aula Digital, Penso, 2021MONTEIRO, Angélica, Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais, Porto Editora, 2012PINA, João Aragão e, Apresentações que Falam por Si, Lidel, 2011


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 22-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 29-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 13-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 20-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 27-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 18-06-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial


313

Ref. 204A42_T1_25_26 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133994/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-04-14

Fim: 2026-06-16

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, permitindo a criação de recursos didáticos apelativos, interativos e personalizados. Este curso visa capacitar os docentes para a utilização da versão educativa do Canva, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas, incluindo ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aplicações integradas (Apps). Desta forma, pretende-se potenciar a prática pedagógica, promovendo aulas mais dinâmicas, atrativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Objetivos

- Capacitar os docentes para utilizar a plataforma Canva na versão educativa, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas. - Desenvolver competências na criação de recursos didáticos diversos, apelativos e personalizados, adequados às diversas áreas curriculares. - Integrar recursos de Inteligência Artificial (IA) no processo de design de materiais pedagógicos. - Explorar aplicações integradas (Apps) do Canva para enriquecer os projetos educativos. - Potenciar a utilização do Canva como uma ferramenta para promover aulas mais dinâmicas, interativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Conteúdos

- Introdução ao Canva Educação – Criação e configuração de conta, ambiente de trabalho e exploração de funcionalidades básicas. - Design de Recursos Didáticos Simples - Personalização de templates, utilização de elementos gráficos e organização de layouts. - Funcionalidades Avançadas do Canva - Desenvolvimento de projetos diversos, interativos e colaborativos. - Integração de Inteligência Artificial (IA) - Criação e otimização de designs com IA, incluindo geração de texto e imagem, criação e edição de imagem, vídeo e áudio. - Exploração de Aplicações Integradas (Apps) - Utilização de Apps para enriquecer designs, com ferramentas de vídeo, animação, interatividade, produtividade, etc... - Aplicação Prática na Educação - Criação de recursos educativos e planificação de atividades pedagógicas.

Metodologias

Este curso será predominantemente prático, com uma abordagem centrada na criação de recursos didáticos, promovendo a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos. Os formandos desenvolverão recursos pedagógicos de forma prática, com orientação passo a passo. Na última sessão presencial, terão a oportunidade de apresentar os seus projetos, proporcionando momentos de partilha e reflexão.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

MACHADO, Eusébio André, Trabalho Docente na Era Digital, Porto Editora, 2023FAUSTO, Camargo, A Sala de Aula Digital, Penso, 2021MONTEIRO, Angélica, Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais, Porto Editora, 2012PINA, João Aragão e, Apresentações que Falam por Si, Lidel, 2011


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 21-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 28-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 05-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 12-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 19-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 26-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 16-06-2026 (Terça-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial


288

Ref. 229Turma 2_NF A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136911/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-11

Fim: 2026-07-01

Regime: e-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Águeda

Formador

Hugo Renato Peres Caldeira

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A melhoria contínua e a mudança são cada vez mais vitais para a qualidade das organizações escolares. Hoje, as escolas enfrentam desafios sem precedentes que realçam a necessidade de documentos estratégicos bem estruturados e interligados, como o Projeto Educativo, o Plano Anual de Atividades e os seus Regulamentos. Estes documentos são essenciais para divulgar o propósito da escola, a missão e a visão dos que nela trabalham e aprendem, orientando também a ação e a prática dos docentes. Num mundo em constante evolução, é crucial que estes documentos estratégicos sejam revistos e atualizados para garantir a sua eficácia e eficiência. A análise diagnóstica, estratégica, cíclica e contínua é a base deste processo, proporcionando um espaço para reflexão, reestruturação de estratégias e definição de estratégias para a sua monitorização contínua. Pretendemos, com esta oficina, (co)construir e/ou rever os documentos de planeamento estratégico da escola/agrupamento, estruturando propostas que respondam aos desafios educativos, sociais, pedagógicos, tecnológicos e organizacionais, de uma escola que se pretende moderna e proativa. O objetivo é plasmar nos documentos da escola a realidade de uma escola que está à altura dos desafios atuais, e que prepara os seus alunos para os desafios futuros, incorporando as preocupações e sugestões da comunidade em que se insere. O Projeto Educativo é um documento fundamental nesse caminho

Objetivos

- Desenvolver estratégias de monitorização e acompanhamento da execução dos DOE; - Analisar os documentos existentes e reconhecer debilidades e potencialidades dos mesmos; - Perspetivar a inclusão da comunidade na construção e reflexão sobre os DOE; - Refletir (e reforçar os conceitos) sobre gestão da mudança; - Criar e utilizar ferramentas de diagnóstico (SWOT); - Clarificação de objetivos e metas; - Política de comunicação dos documentos estratégicos; -Partilha de responsabilidades para execução, monitorização e acompanhamento dos DOE; - Revisão e (co)construção dos DOE.

Conteúdos

A ação será desenvolvida em torno dos seguintes temas: 1. Apresentação do(s) formador(es), dos formandos e suas expectativas e plano de desenvolvimentoda ação (2h) 2. Tipologias e conceitos fundamentais de Documentos de Orientação Estratégica (5h) 3. O objetivo do Projeto Educativo (5h) a. Estratégia de construção do documento através da criação de: b. Criação do modelo de documento c. Preparação da monitorização do documento e da articulação com os documentos de comunicaçãosupervenientes ao mesmo nas diversas estruturas da organização escolar (entenda-se Conselho Geral,Conselho Pedagógico, ...) 4. A diagnose como ponto de partida para identificar aspetos relevantes no seio da organização (5h) a. Metodologias de diagnose b. Tipos de diagnose e finalidades das mesmas c. Utilização da diagnose como ponto de partida para a construção de mecanismos de orientaçãoestratégica 5. O compromisso e a comunhão interna com o documento produzido – estratégias e calendarização(5h) a. A criação de momentos de reflexão interna alargada sobre o documento b. O compromisso das estruturas e da comunidade com o documento c. A criação de consensos alargados sobre o documento produzido d. A criação de uma calendarização de discussão e aprovação interna do documento produzido e. Elementos diferenciadores e culturais internos sobre o Projeto Educativo (o que são e como osinserir na produção do documento) 6. Partilha e revisão final do trabalho executado na formação, avaliação e encerramento da ação. (3h)

Metodologias

A formação, a decorrer em sessões de índole teórico/prática, será desenvolvida tendo por base uma metodologia de inspiração construtivista, na medida em que os formandos irão desenvolver as suas pesquisas de forma autónoma, embora partindo das reflexões feitas nas sessões (em grupo e individualmente), suscitadas pelos materiais e atividades propostas pelo formador. Assim, nestas sessões serão apresentados os conceitos e princípios fundamentais sobre cada conteúdo e os grupos de trabalho refletem sobre os problemas da organização escolar a que pertencem, apresentando soluções através de trabalhos de grupo. A análise de exemplos (e a planificação das atividades a desenvolver na escola) será suportada por um ambiente colaborativo de reflexão em grande e pequeno grupo. As atividades e debate à volta do propósito e conteúdos dos documentos partilhados, serão promotoras da colaboração e reflexão entre os diversos formandos, conducentes à construção e/ou revisão dos documentos estratégicos.

Avaliação

22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos, uma reflexão individual e o trabalho final (de grupo) elaborado e apresentado pelos formandos

Bibliografia

Azevedo, R., Fernandes, E., Lourenço, H., Barbosa, J., Silva, J., Costa, L., & Nunes, P. (2011). Projetoseducativos: elaboração, monitorização e avaliação (1st ed.). Lisboa: Agência Nacional para aQualificação, I.P.Bernardes, C., & Miranda, F. (2004). Portefólio: uma escola de competências (1st ed.). Porto: PortoEditora, Lda.Morgado, J. C., & Pacheco, J. (2002). Construção e avaliação do projecto curricular de escola (1st ed.).Porto: Porto Editora.Santos, Á. A., Bessa, A. R., Pereira, D. S., Mineiro, J. P., Dinis, L. L., & Silveira, T. (2009). Escolas dofuturo: 130 boas práticas de escolas portuguesas (1st ed.). Porto: Porto Editora, LDA.Batista, S., Gonçalves, E., Rosa, R., & Trigo, M. (2012). Projetos Educativos: para um modelo da suaelaboração. Lisboa: Projecto ESCXEL – Rede de Escolas de Excelência.https://www.escxel.com/uploads/1673441819_ESCXEL2012ModeloProjetosEducativos.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 04-03-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 22-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 20-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 03-06-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 22-06-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Online síncrona
8 01-07-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Online síncrona

Ref. 141PND_ A4_25_26 Em avaliação

Registo de acreditação: DGAE/1079/2023

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2026-04-07

Fim: 2026-04-09

Regime: Presencial

Local: AE de Sever do Vouga

Formador

Susana Isabel Ribeiro Moreira de Oliveira

Destinatários

Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Este curso decorre dos pressupostos inseridos no Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, onde se estabelecem «os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos…»; a mobilização de medidas universais, seletivas e/ou adicionais; que «Estas medidas são desenvolvidas tendo em conta os recursos e os serviços de apoio ao funcionamento da escola, os quais devem ser convocados pelos profissionais da escola, numa lógica de trabalho colaborativo e de corresponsabilização com os docentes de educação especial, em função das especificidades dos alunos» e a dinamização de Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo enquanto recurso agregado ao CAA. O número de alunos com PEA tem vindo a aumentar exponencialmente nos diferentes níveis de ensino, trazendo novos desafios. Sendo um espetro muito abrangente, onde os alunos apresentam, muitas vezes, dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagem que exigem recursos especializados de apoio e, frequentemente acompanhamento por parte de um auxiliar, torna-se impreterível dotar o pessoal não docente de conhecimentos e estratégias que lhes permitam fazer face a esses desafios.

Objetivos

- Dotar o pessoal não docente de conhecimentos mais aprofundados sobre a legislação em vigor, nomeadamente o Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; - Dotar o pessoal não docente de conhecimentos mais aprofundados sobre a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA): características, necessidades e desafios; - Encontrar estratégias, práticas e metodologias que melhor se adaptem aos diferentes alunos com PEA; - Capacitar o pessoal não docente para o desempenho do seu papel junto de um aluno com PEA; - Partilhar boas práticas e experiência.

Conteúdos

- Enquadramento legal da Educação Inclusiva; - A Perturbação do Espetro do Autismo: * O que é? * O espetro; * Principais características, necessidades e desafios; - Recursos humanos, materiais e organizacionais a mobilizar; * Pessoal docente e não docente; * Técnicos Especializados; * As Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo; * O Centro de Apoio à Aprendizagem;* Os Centros de Recursos para a Inclusão; * Instituições da Comunidade; * Serviços de Saúde; - Estratégias de Intervenção em Contexto Educativo; - Apoio na planificação, desenvolvimento e avaliação do aluno com PEA * instrumentos, metodologias, contextos e critérios.

Avaliação

Avaliação com base na: - Participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Teste escrito /Trabalho individual – 70%. Os formandos serão classificados na escala de 0 a 20 valores. Frequência obrigatória em 80% da formação. Formação acreditada pela Direção Geral da Administração Escolar com o número de registo DGAE/1079/2023 e certificada pelo CFIAP.

Bibliografia

Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; Filipe, C. (2012). Autismo conceitos, Mitos e Preconceitos. Lisboa. Babel; Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-V;Norma nº 002/2019 de 23/04/2019 da DGS;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-04-2026 (Terça-feira) 09:00 - 12:30 3:30 Presencial
2 07-04-2026 (Terça-feira) 13:30 - 16:00 2:30 Presencial
3 08-04-2026 (Quarta-feira) 09:00 - 12:30 3:30 Presencial
4 08-04-2026 (Quarta-feira) 13:30 - 16:00 2:30 Presencial
5 09-04-2026 (Quinta-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial


271

Ref. 210A32_25_26 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128908/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-03-03

Fim: 2026-05-26

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 510

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 – Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 – Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os 4 módulos a selecionar de entre os 7 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 2,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfJacinto, Vitor (2017). “Laboratório” de eletricidade e magnetismo – uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdfPinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 10-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
3 17-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 14-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 21-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 28-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 05-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 12-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 19-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 26-05-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


295

Ref. 213A7_25_26 Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136137/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-19

Fim: 2026-05-14

Regime: b-learning

Local: b-learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Sónia Vanessa Santos Alves

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Português (2.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática. - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Associar as AE da disciplina de Português ao desenvolvimento das áreas de competências do PA; - Refletir sobre os contributos da disciplina de Português para o exercício de uma cidadania ativa.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 – Escrita e Leitura: da teoria do texto (texto e textualidade) às técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): clube de leitura; dramatizações; jornal escolar. (5 horas) Módulo 3 – Leitura e Educação Literária: da teoria do texto (pragmática; retórica / argumentação) ao projeto de leitura (dinamização do processo; interdisciplinaridade): criação de antologias; tertúlia literária dialógica; plataformas digitais de suporte literário. (5 horas) Módulo 4 – Escrita e Educação Literária: das técnicas de escrita (escrita para transmissão de conhecimento e para defesa de opinião fundamentada) à valorização de culturas, vivências e mundivisões na Literatura(s) para a infância: oficinas poéticas; ebook de texto criativo; oficina de escrita. (5 horas) Módulo 5 – Escrita e Gramática: das técnicas de escrita (planificação, textualização e revisão) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (plano sintático, plano semântico e plano textual-discursivo, observando áreas críticas - regências verbos/preposições; coesão e coerência textual…): plano esquemático; técnicas de revisão linguística; recursos interativos digitais. (5 horas) Módulo 6 – Leitura e Gramática: da semântica do texto (sentido global, inferências, tema, ideias principais, pontos de vista e estrutura) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (morfologia e classes de palavras, observando áreas críticas: pronominalização, processos de formação de palavras…): campeonato de gramática; recursos interativos digitais; workshop de ortografia. (5 horas) Módulo 7 – Oralidade e Escrita: da comunicação e interação discursivas (ato de fala; processos interpretativos e inferenciais; géneros formais e públicos; intenção comunicativa: pertinência da informação) à escrita de textos de caráter narrativo e de textos de opinião: exposição, reconto, resumo, tomada de posição; guiões de apoio à oralidade; clube de debate. (5 horas) Módulo 8 – Oralidade e Leitura: das técnicas performativas na oralidade (processos de escuta; produção discursiva planificada, espontânea e interativa; retórica da oralidade (postura corporal, expressão) à análise textual e procedimentos de registo e tratamento de informação: técnicas de anotação; webinars; workshop sobre performance. (5 horas) Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf .Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Costa, A. et al. (2010). Muitas ideias, um mar de palavras – propostas para o ensino da escrita. Fundação Calouste Gulbenkian


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 23-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 30-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
9 07-05-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 14-05-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


300

Ref. 221Turma 1_NF Em avaliação

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136326/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2025-09-30

Fim: 2026-05-16

Regime: b-learning

Local: b-learning

Formador

Joana Covas de Lima

João Carlos da Silva Grácio

Destinatários

Professores dos Grupos 110, 120 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 120 e 910.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As razões justificativas da ação encontram-se em anexo.

Objetivos

Os objetivos a atingir encontram-se em anexo.

Conteúdos

1.º Módulo – Introdução e Contextualização (1 hora) ● Apresentação da oficina e dos participantes; ● Enquadramento do trabalho a realizar durante a oficina; ● Objetivos pedagógicos e operacionais da formação; ● Ferramentas digitais de suporte à colaboração. 2.º Módulo – Comunidades de prática e sustentabilidade (3 horas) • O que é uma comunidade de prática? Conceito e exemplos; • Organização e dinamização de comunidades de prática (o que se pretende, como poderá funcionar, objetivos a curto e longo prazo); • Diagnóstico partilhado: temas prioritários e desafios comuns; • Definição de temas transversais de trabalho conjunto. 3.º Módulo – Dinâmicas de Comunidade e Partilha de Práticas (18 horas) ● Aprofundar temáticas escolhidas pelos elementos da Comunidade, através da articulação entre teoria e prática, explorando casos e exemplos; ● Dinamização de workshops entre pares, conduzidos pelos professores pertencentes à CoP, de acordo com interesses comuns e temas definidos previamente; ● Planificação de cenários de aprendizagem, integrando tecnologias digitais, articulando os objetivos pedagógicos com o uso intencional do digital e promovendo metodologias ativas centradas no aluno; ● Experimentação dos cenários com os alunos, registando algumas evidências (fotos, vídeos, reflexões, feedback dos alunos) dessa mesma implementação; ● Debate e reflexão sobre as práticas e estratégias experimentadas; ● Análise crítica dos desafios e sucessos; ● Alteração/reformulação dos cenários, se necessário, tendo por base a implementação dos mesmos e reflexão crítica realizada; ● Partilha dos cenários implementados e respetivos resultados. 4.º Módulo – Avaliação (3 horas) ● Espaço de balanço e reflexão: ○ Discussão dos impactos e perspetivas de continuidade; ○ Avaliação da formação e feedback coletivo.

Metodologias

Presencial: Uma vez que a CoP de professores do 1.º ciclo é composta por docentes da área de influência de vários Centros de Competência TIC do país: CCTIC-ESE/IPS, CCTIC/UA, CCTIC - ESE/IPV e CCTIC Softciências, afastados muitos quilómetros entre si, a oficina de formação terá de funcionar em regime de b-learning, com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 12 horas presenciais e 13 horas online síncronas. Para a dinamização das sessões online síncronas, será utilizada a plataforma de videoconferência zoom. Trabalho Autónomo: 1. Aprofundamento dos conteúdos da formação. 2. Produção de materiais e recursos didáticos (trabalho de grupo). 3. Intervenção pedagógica. 4. Reflexão individual sobre a intervenção pedagógica realizada.

Avaliação

Os formandos serão avaliados de acordo com a legislação em vigor, através da escala e dos parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua. A conclusão da Oficina de Formação implica a obrigatoriedade da elaboração dos vários trabalhos propostos, quer relativamente ao trabalho presencial, assim como no que diz respeito ao trabalho autónomo e ainda à elaboração do relatório de reflexão crítica. Serão considerados, na avaliação dos formandos, a assiduidade/pontualidade, o trabalho presencial (participação e discussão de ideias), o trabalho autónomo (aplicação dos diferentes recursos, a investigação e reflexão realizadas) e o trabalho final (Reflexão crítica sobre a formação e os materiais produzidos).

Bibliografia

Lave, J., & Wenger, E. (1991). Situated Learning: Legitimate Peripheral Participation. Cambridge University Press.Lieberman, A., & Mace, D. H. P. (2010). Making practice public: Teacher learning in the 21st century. Journal of Teacher Education, 61(1-2), 77–88. https://doi.org/10.1177/0022487109347319Mishra, P., & Koehler, M. J. (2006). Technological Pedagogical Content Knowledge: A Framework for Teacher Knowledge PUNYA MISHRA. Teachers College Record, 108(6), 1017–1054. https://doi.org/10.1111/j.1467-9620.2006.00684.xResnick, M. (2006). Computer as paintbrush: Technology, play, and the creative society. In D. Singer, R. Golinkoff, & K. Hirsh-Pasek (Eds.), Play = Learning. Oxford University Press.Wenger, E. (1998). Communities of Practice: Learning, Meaning, and Identity. Cambridge University Press.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-09-2025 (Terça-feira) 17:30 - 18:30 1:00 Online síncrona
2 14-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 15-11-2025 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
4 15-11-2025 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 25-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 13-01-2026 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
7 10-03-2026 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
8 21-04-2026 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
9 16-05-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
10 16-05-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 241AFCD_23_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_23_24-25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.0 horas

Início: 2026-05-23

Fim: 2026-05-23

Regime: Presencial

Local: Grande Hotel do Luso

Formador

Tânia Gaspar Sintra dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Município da Mealhada

Enquadramento

Num contexto marcado por rápidas transformações tecnológicas, sociais e culturais, a educação enfrenta novos desafios que exigem reflexão e adaptação por parte dos profissionais da área. A crescente presença do digital nas escolas trouxe inúmeras oportunidades para o ensino e a aprendizagem, mas também reforçou a necessidade de repensar o equilíbrio entre a inovação tecnológica e os aspetos essenciais da educação, como o cuidado, a relação pedagógica e o desenvolvimento integral das crianças e dos alunos. Neste sentido, o 15.º Encontro com a Educação, com o tema “(Re)pensar a Educação Hoje: Do Digital ao Essencial — Cuidar, Aprender, Ser”, pretende criar um espaço de reflexão, partilha e diálogo entre educadores, professores e outros profissionais da educação. A iniciativa procura contribuir para a valorização de práticas educativas que integrem o digital de forma consciente e significativa, sem perder de vista a dimensão humana da aprendizagem e o papel fundamental da escola na formação de cidadãos críticos, autónomos e socialmente responsáveis.

Objetivos

• Promover a reflexão sobre os desafios atuais da educação num contexto marcado pela transformação digital; • Debater o papel das tecnologias digitais no processo de ensino e aprendizagem; • Valorizar a dimensão humana da educação, reforçando a importância do cuidado, da relação e da empatia no contexto educativo; • Incentivar a integração equilibrada do digital com práticas pedagógicas significativas; • Partilhar experiências, práticas e perspetivas entre profissionais da educação. • Promover estratégias educativas que favoreçam o bem-estar, a autonomia e o pensamento crítico dos alunos; • Contribuir para o desenvolvimento de práticas educativas mais conscientes, inclusivas e centradas no desenvolvimento integral das crianças e alunos.

Conteúdos

- A Ética do Cuidado – O bem-estar e a saúde mental como eixos estruturantes da educação; - Pensamento Crítico: Cultivar a Dúvida Intelectual na Era Digital; - “Ensinar a Escolher” – O papel da escola na formação do pensamento crítico para a vida; - Reconquistar a Atenção dos Jovens – Estratégias e Boas Práticas; - Caminhos Conscientes: Como ajudar os Jovens a Decidir com Razão; - Cuidar de Quem Educa: Bem-Estar no Dia a Dia Escolar; - Pais Digitais: Desafios e Oportunidades; - O Papel da Empatia e da Escuta Ativa na Escola.

Anexo(s)

Programa 15.º Encontro com a Educação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-05-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 23-05-2026 (Sábado) 14:30 - 16:30 2:00 Presencial


333

Ref. 234AFCD_16_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_16_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-05-20

Fim: 2026-05-20

Regime: e-learning

Local: on-line

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A profissão docente é reconhecida, de forma consistente, como uma das profissões com maior exposição a fatores de risco psicossociais. Estudos nacionais e internacionais evidenciam níveis elevados de stress profissional, exaustão emocional e desgaste psicológico entre professores, associados à intensificação do trabalho, à pressão avaliativa, à complexificação das funções docentes e ao aumento das exigências emocionais no quotidiano escolar. Em Portugal, dados apontam que mais de metade dos professores experienciam níveis significativos e elevados de stress profissional, com impacto direto no seu bem-estar psicológico e na sua saúde mental (Reis et al., 2018), realidade que se tem vindo a agravar nos últimos anos, nomeadamente no contexto pós-pandemia, como é sublinhado pela Direção-Geral da Educação (DGE, 2014). A Organização Mundial da Saúde reforça que a saúde mental não se resume à ausência de doença, mas corresponde a um estado de bem-estar que permite ao indivíduo lidar com o stress da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade (WHO, 2022). Neste sentido, o mal-estar docente não é apenas uma questão individual, mas um fenómeno organizacional e sistémico, com repercussões diretas no funcionamento das escolas. A literatura é clara ao demonstrar que o bem-estar psicológico dos professores está intimamente relacionado com: • a qualidade das interações pedagógicas, • a gestão da sala de aula, • a capacidade de regulação emocional em contextos de conflito, • e o clima relacional e emocional da escola. Professores em sofrimento psicológico tendem a apresentar maiores dificuldades na gestão do comportamento dos alunos, menor disponibilidade emocional, maior rigidez pedagógica e maior risco de respostas reativas, o que afeta negativamente o envolvimento dos alunos, o sentimento de pertença e o clima de segurança emocional na sala de aula. Por outro lado, professores com maior literacia em saúde mental e competências de autorregulação emocional demonstram maior eficácia pedagógica, relações mais positivas com os alunos e maior capacidade de lidar com situações desafiantes, funcionando também como modelos de regulação emocional e de promoção da saúde psicológica em contexto educativo (OECD; WHO, 2022). Neste sentido, cuidar da saúde mental dos professores é, simultaneamente, cuidar da qualidade das aprendizagens e da inclusão escolar. As escolas são reconhecidas como contextos privilegiados para a promoção da saúde mental, não apenas dos alunos, mas também dos adultos que nelas trabalham. O modelo de Escola Promotora de Saúde, adotado pela DGS e pela DGE, sublinha a importância de desenvolver competências pessoais, sociais e emocionais, bem como de criar ambientes educativos saudáveis e protetores. A promoção da saúde mental dos professores implica: • desenvolver a literacia em saúde mental; • reforçar competências de autocuidado e autorregulação emocional; • capacitar para a identificação precoce de sinais de sofrimento psicológico; • e dotar os docentes de estratégias práticas de resposta e encaminhamento em situações de risco. A formação em Primeiros Socorros em Saúde Mental, adaptada ao contexto escolar, surge como uma resposta eficaz, baseada em evidência científica, permitindo aos professores agir de forma segura, ética e informada, protegendo-se a si próprios e aos outros. Esta ação de formação articula-se diretamente com o trabalho desenvolvido na área da promoção da saúde mental em contexto escolar, bem como com projetos de investigação que valorizam a escuta, o bem-estar emocional e a construção de ambientes educativos mais humanos, seguros e inclusivos.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a literacia em saúde mental dos professores, reforçando competências de autoconsciência, autorregulação emocional e atuação inicial em situações de sofrimento psicológico, com impacto positivo no seu bem-estar e na prática pedagógica. Objetivos Específicos No final da ação de formação, os participantes deverão ser capazes de: 1. Reconhecer a importância da saúde mental no exercício da profissão docente, identificando fatores de risco e de proteção associados ao contexto escolar. 2. Compreender conceitos básicos de saúde mental, distinguindo stress, sofrimento psicológico e perturbação mental, numa lógica de contínuo de saúde mental. 3. Identificar sinais de alerta de sofrimento psicológico em si próprios e em colegas/alunos, promovendo uma postura preventiva e não estigmatizante. 4. Desenvolver competências básicas de autoconsciência e autorregulação emocional, aplicáveis ao quotidiano profissional docente. 5. Aplicar estratégias simples de autocuidado psicológico, adequadas à realidade e às exigências da profissão docente. 6. Adotar atitudes de escuta ativa, empatia e comunicação segura em situações de sofrimento emocional em contexto escolar. 7. Conhecer princípios básicos de Primeiros Socorros em Saúde Mental, compreendendo quando e como agir e quando encaminhar para apoio especializado. 8. Refletir sobre o impacto do bem-estar psicológico do professor na qualidade das relações pedagógicas e no clima da sala de aula. A ação visa ainda contribuir para que os docentes: • reforcem práticas pedagógicas mais conscientes do impacto emocional do ensino; • promovam ambientes educativos mais seguros, empáticos e reguladores; • assumam o autocuidado como uma dimensão legítima da profissão de docente.

Conteúdos

Bloco 1 – Saúde mental e profissão docente: reconhecer para cuidar Conteúdos: • Conceito de saúde mental: da ausência de doença ao bem-estar psicológico. • A saúde mental como contínuo (do equilíbrio ao sofrimento). • Principais fatores de risco psicossociais na profissão docente: o stress profissional, o sobrecarga emocional, o pressão relacional e organizacional, o desgaste emocional e burnout. • Impacto do sofrimento psicológico: o no bem-estar do professor, o na prática pedagógica, o nas relações educativas e no clima da sala de aula. • Estigma em saúde mental: mitos frequentes no contexto escolar. Bloco 2 – Autoconsciência e autorregulação emocional no quotidiano docente Conteúdos: • Emoções e corpo: sinais físicos e emocionais de stress e sobrecarga. • Autoconsciência emocional: o reconhecer o que sinto, o identificar gatilhos no contexto escolar. • Autorregulação emocional: o criar pausas entre emoção e ação, o responder em vez de reagir. • Estratégias simples de regulação emocional: o respiração consciente, o ancoragem corporal, o micro-pausas reguladoras em contexto de sala de aula. • Autocuidado psicológico na profissão docente: o o que é (e o que não é), o pequenas práticas possíveis no dia a dia escolar. Bloco 3 – Primeiros Socorros em Saúde Mental em contexto escolar Conteúdos: • O que são Primeiros Socorros em Saúde Mental: o princípios básicos, o limites da atuação docente. • Identificação de sinais de alerta: o ansiedade intensa, o ataques de pânico, o sofrimento emocional agudo, o exaustão emocional. • Como agir de forma segura: o escuta ativa e validação emocional, o comunicação calma e não julgadora, o o que dizer e o que evitar. • Encaminhamento e rede de apoio: o quando pedir ajuda, o articulação com serviços internos e externos. • Cuidar de quem ajuda: proteger o professor no processo de apoio. Bloco 4 – Integração e transferência para a prática profissional Conteúdos: • Relação entre bem-estar docente e qualidade das práticas educativas. • O professor como modelo emocional na sala de aula. • Construção de ambientes educativos emocionalmente seguros. • Reflexão orientada: o o que levo desta ação? o o que posso mudar já amanhã? • Compromissos possíveis de autocuidado e cuidado coletivo.


Observações

Referências Bibliográficas Direção-Geral da Educação & Direção-Geral da Saúde. (2019). Saúde mental em saúde escolar: Manual para a promoção das aprendizagens socioemocionais em meio escolar. Lisboa: DGE/DGS. Direção-Geral da Educação. (2014). Promoção da Educação para a Saúde – Educação para a Saúde Psicológica e Bem-Estar. Lisboa: DGE. Goleman, D. (1995). Emotional intelligence. New York: Bantam Books. Jennings, P. A., & Greenberg, M. T. (2009). The prosocial classroom: Teacher social and emotional competence in relation to student outcomes. Review of Educational Research, 79(1), 491–525. Jorm, A. F. (2012). Mental health literacy: Empowering the community to take action for better mental health. American Psychologist, 67(3), 231–243. Kitchener, B. A., & Jorm, A. F. (2002). Mental health first aid training for the public: Evaluation of effects on knowledge, attitudes and helping behavior. BMC Psychiatry, 2(10). OECD. (2020). Teacher well-being: A framework for data collection and analysis. Paris: OECD Publishing. Reis, S., Gomes, A. R., & Marques Pinto, A. (2018). Stress ocupacional em professores: Prevalência, fontes e impacto no bem-estar psicológico. Psicologia, Saúde & Doenças, 19(2), 208–221. https://doi.org/10.15309/18psd190204 World Health Organization. (2022). Comprehensive mental health action plan 2013–2030. Geneva: WHO.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 20-05-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Online síncrona


325

Ref. 243AFCD_25_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_25_24-25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-05-13

Fim: 2026-05-13

Regime: Presencial

Local: CFIAP_Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Em 2026, Portugal assinala o marco histórico dos 20 anos da Avaliação Externa das Escolas (AEE), implementada pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC). Assim, a IGEC convidou as escolas (através dos CFAE) a se apropriarem do seu estado de arte relativamente ao impacto e aprendizagem organizacional resultante da atividade inspetiva. Esta ACD tem como finalidade desenvolver um trabalho de proximidade e de encontro inter escolas com o propósito de desenvolver uma reflexão sistémica sobre os efeitos da AEE numa dada área territorial, a saber: CFIAP.

Objetivos

Objetivo geral: Capacitar os docentes para a análise crítica e fundamentada sobre o impacto da AEE na melhoria da organização escolar e serviço educativo prestado. Objetivos específicos: Desenvolver competências de leitura, análise e interpretação prática dos relatórios da AEE, por eixo temático, numa perspetiva de melhoria contínua; Promover a capacidade de identificar os processos de mudança de cada UO tendo por base os relatórios da AEE e a política educativa de âmbito nacional; Capacitar os docentes para a partilha de informação e a tomada de decisões tendo por base o ejado produção de sínteses coletivas, por eixo temático; Contribuir para o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem profissionais interescolas que promova o compromisso coletivo com a aprendizagem, a inovação e a melhoria contínua da qualidade do serviço educativo prestado.

Conteúdos

Eixo A Autoavaliação e Aprendizagem Organizacional; Eixo B Liderança e Gestão; Eixo C Práticas Pedagógicas e Aprendizagens; Eixo D Alunos, Comunidade e Participação; Eixo E Formação e Capacitação Profissional. Produção de sínteses coletivas e interescolas para cada eixo de intervenção, tendo por base a produção do produto final produção de um cartaz.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-05-2026 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial


335

Ref. 235AFCD_17_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_17_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-04-29

Fim: 2026-04-29

Regime: e-learning

Local: on-line

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A crescente diversidade cultural e linguística nas escolas portuguesas constitui hoje um dos maiores desafios, e simultaneamente uma das maiores oportunidades, para a prática docente. Em contextos como o concelho de Águeda, onde os alunos migrantes representam uma percentagem significativa da população escolar, a inclusão deixou de ser uma questão marginal para se tornar uma dimensão estrutural da qualidade educativa. Apesar do robusto enquadramento legislativo nacional em matéria de educação inclusiva (nomeadamente o Decreto-Lei n.º 54/2018 e o Decreto-Lei n.º 55/2018), diversos estudos realizados em contexto escolar evidenciam que persistem dificuldades na tradução destas orientações em práticas pedagógicas consistentes, quotidianas e equitativas. Em particular, verifica-se que muitos docentes manifestam compromisso ético com a inclusão, mas referem limitações ao nível da formação específica, da clareza conceptual sobre interculturalismo e da operacionalização pedagógica da diversidade cultural em sala de aula. O estudo nacional (2026) desenvolvido em parceria com a EPIS revela dados especialmente relevantes para a prática profissional docente: • níveis elevados de perceção de discriminação por parte de alunos com origem imigrante; • integração ainda residual da herança cultural dos alunos no currículo; • dificuldades na gestão pedagógica de salas de aula culturalmente diversas; • e uma tendência para abordagens uniformizadoras, que confundem igualdade com tratamento igual, invisibilizando diferenças significativas. Ancorada simultaneamente em evidência científica recente e na experiência concreta das escolas, esta ação alinha-se com uma visão de escola democrática e humanista, onde a inclusão não se esgota no acesso, mas se concretiza na participação, no reconhecimento e no sucesso educativo de todos os alunos. A Recomendação n.º 3/2022 do Conselho Nacional de Educação sublinha a importância do acolhimento de migrantes e da construção de uma escola mais inclusiva, defendendo abordagens educativas que respondam à diversidade cultural e aos direitos educativos dos alunos migrantes De acordo com o documento da Direção-Geral da Educação (2024), a inclusão de alunos migrantes no sistema educativo implica a implementação de medidas estruturadas de acolhimento, aprendizagem da língua portuguesa e estratégias pedagógicas que promovam a igualdade de oportunidades para todos os estudantes. Num tempo em que a diversidade já habita as salas de aula, formar para o interculturalismo não é antecipar o futuro, é responder com responsabilidade ao presente.

Objetivos

Neste contexto, a ação de formação Migração e Interculturalismo assume-se como uma resposta formativa curta, focada e situada, orientada para o exercício profissional dos docentes, com impacto direto na prática pedagógica. A formação propõe-se: • clarificar conceitos-chave como migração, interculturalismo, inclusão e pertença; • promover a reflexão crítica sobre representações, expectativas e práticas docentes face aos alunos migrantes; • apoiar os professores na mobilização pedagógica da diversidade cultural e linguística como recurso educativo; • e reforçar competências práticas para a criação de ambientes de aprendizagem mais inclusivos, dialogantes e promotores de bem-estar.

Conteúdos

Bloco 1 – Migração hoje: quem são os nossos alunos? (1h) Conteúdos: • Migração no contexto educativo português: o Tendências atuais e diversidade de percursos migratórios (alunos de 1.ª e 2.ª geração). o Migração, refúgio, mobilidade e vulnerabilidade: clarificação conceptual. • Alunos migrantes na escola: o Percursos escolares interrompidos, descontinuidades curriculares e desafios linguísticos. o Impacto da migração no bem-estar, na identidade e no sentimento de pertença. • Da igualdade formal à equidade educativa: o Diferença entre “tratar todos por igual” e “responder às necessidades de cada um”. o Invisibilização, estigmatização e expectativas baixas: riscos silenciosos na prática docente. Bloco 2 – Interculturalismo na prática pedagógica (1h) Conteúdos: • Interculturalismo em educação: o Diferença entre multiculturalismo, assimilação e interculturalismo. o A diversidade como recurso pedagógico e não como problema. • Currículo e sala de aula: o Integração (ou ausência) da herança cultural e linguística dos alunos no currículo. o Língua materna, PLNM e aprendizagem: mitos frequentes e evidência científica. • Práticas pedagógicas inclusivas: o Estratégias simples de diferenciação pedagógica em contextos multiculturais. o Organização da sala de aula, trabalho colaborativo e promoção de interações entre pares. o Papel do professor como mediador cultural. Bloco 3 – Clima relacional, pertença e sucesso escolar (1h) Conteúdos: • Inclusão como fenómeno relacional: o Discriminação, microagressões e exclusão subtil em contexto escolar. o Relação professor–aluno e expectativas académicas. • Sentimento de pertença e participação: o Importância das relações entre pares, da participação em atividades e da assunção de responsabilidades. o O papel da turma como rede social primária. • Escola, família e comunidade: o Comunicação intercultural com famílias migrantes. o Estratégias de acolhimento e colaboração escola–família. • Do diagnóstico à ação: o Pequenas mudanças com grande impacto: exemplos de práticas promotoras de pertença.


Observações

Referências Bibliográficas Adeusi, O., Meehan, C., Dryden-Peterson, S., & Nilsson, J. (2025). Policies and practices for the inclusion of migrant students: A systematic international review. International Journal of Educational Research, 120, 102150. https://doi.org/10.1016/j.ijer.2024.102150 Alexander, J. C. (1982). Theoretical logic in sociology: Vol. 1. Positivism, presuppositions, and current controversies. University of California Press. Bourdieu, P. (2004). Os usos sociais da ciência: Por uma sociologia clínica do campo científico. Edições Afrontamento. Cisternas, F., & Quintana, C. (2018). Educar desde la invisibilidad: Reconocimiento, encuentro y diálogo. Ediciones Universidad Católica del Maule. Conselho Nacional de Educação. (2022). Recomendação n.º 3/2022: Acolhimento de migrantes e construção de uma escola mais inclusiva. Diário da República, 2.ª série, n.º 124, 29 de junho de 2022. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/recomendacao/3-2022-185371627 Dežan, A., Škof, B., & Vrečer, N. (2020). Monocultural curricula and migrant students: Limits of inclusion policies in education. Journal of Curriculum Studies, 52(4), 475–492. https://doi.org/10.1080/00220272.2020.1731207 Direção-Geral da Educação. (2024). Inclusão de alunos migrantes em meio educativo. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/noticias/inclusao-de-alunos-migrantes-em-meio-educativo Dobson, J., Cook, T., & McDonald, S. (2021). Belonging as an operational value in inclusive schools. International Journal of Inclusive Education, 25(1), 1–15. https://doi.org/10.1080/13603116.2019.1707305 Faneca, R. (2018). Educação intercultural e alunos migrantes: Entre o reconhecimento da diversidade e a assimilação cultural. Revista Portuguesa de Educação, 31(2), 167–187. https://doi.org/10.21814/rpe.13061 Fitzgerald, T., & Radford, J. (2020). Leadership, school culture and inclusion: A critical perspective. Educational Management Administration & Leadership, 48(4), 657–674. https://doi.org/10.1177/1741143219836681 Foucault, M. (2004). Vigiar e punir: Nascimento da prisão (28.ª ed.). Vozes. Freire, P. (1970). Pedagogia do oprimido. Paz e Terra. Meehan, C., Nilsson, J., & Dryden-Peterson, S. (2021). Education policies for migrant students in Europe: Between access, inclusion and belonging. Comparative Education Review, 65(3), 403–429. https://doi.org/10.1086/714473 Rodrigues, D. (2019). Educação inclusiva em Portugal: Avanços, desafios e paradoxos. Educação, Sociedade & Culturas, 55, 7–24. Silva, C., & Silva, M. (2022). Educação intercultural e práticas pedagógicas: Um movimento pedagógico para todos. Revista Lusófona de Educação, 55, 507–525. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle55.32 Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard University Press. Vygotsky, L. S. (2001). A construção do pensamento e da linguagem. Martins Fontes.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-04-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Online síncrona


326

Ref. 240AFCD_22_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_22_24-25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-04-22

Fim: 2026-04-22

Regime: Presencial

Local: AE de Sever do Vouga

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A presente ação de formação de curta duração: “Inteligência emocional na escola: um pilar para a aprendizagem e o bem-estar”, emerge da crescente complexidade do exercício profissional docente e da necessidade de alinhar a prática educativa com evidência científica atual, que reconhece a centralidade das dimensões emocionais nos processos de ensino, aprendizagem e desenvolvimento humano. A docência constitui uma profissão intrinsecamente exigente do ponto de vista emocional, implicando uma gestão contínua de relações interpessoais, diversidade cultural, comportamentos desafiantes e pressões institucionais. Estudos indicam que uma percentagem significativa de professores experiência níveis elevados de stress profissional (Reisa et al., 2018), o que pode comprometer não apenas o seu bem-estar psicológico, mas também a qualidade das práticas pedagógicas, o clima de sala de aula e, consequentemente, os resultados dos alunos. Neste contexto, a inteligência emocional assume-se como uma competência fundamental para a autorregulação emocional, a gestão de situações complexas e a promoção de um exercício profissional mais sustentável. Paralelamente, os dados internacionais evidenciam a urgência de intervenção ao nível da saúde mental em idade escolar. De acordo com a UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (2024), cerca de um terço das perturbações mentais manifesta-se antes dos 18 anos, estimando-se que aproximadamente 15% dos adolescentes apresentem problemas de saúde mental, sendo a ansiedade, a depressão e as perturbações do comportamento as mais prevalentes. Neste cenário, a escola assume um papel determinante enquanto contexto privilegiado de promoção de competências protetoras. O Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em Meio Escolar (DGS, 2016) reforça esta perspetiva, ao destacar a importância do desenvolvimento de competências como o autoconhecimento, a autorregulação, a consciência social, as competências relacionais e a tomada de decisão responsável no contexto educativo. A literatura científica tem vindo a consolidar a ideia de que as competências socioemocionais são determinantes para múltiplos resultados ao longo da vida, incluindo o sucesso académico, o bem-estar psicológico, o desempenho profissional e a participação cívica. Estas competências são passíveis de desenvolvimento através de práticas educativas intencionais, sendo o professor um agente central na sua promoção (OECD, 2024). De facto, as práticas pedagógicas, nomeadamente o feedback, a gestão da sala de aula, a qualidade da relação pedagógica e a construção de um clima emocional seguro, são profundamente mediadas pela competência emocional do docente. Importa ainda salientar que a aprendizagem é um processo indissociável das emoções. A evidência aponta que fatores emocionais influenciam diretamente processos cognitivos essenciais, como a atenção, a memória, a motivação e a persistência (OECD, 2025). Assim, a promoção de ambientes emocionalmente seguros e regulados constitui uma condição essencial para a aprendizagem significativa e para o envolvimento dos alunos no processo educativo. Num contexto educativo marcado por crescente diversidade, a inteligência emocional assume também um papel central na promoção da inclusão. A investigação da OCDE evidencia que o sucesso dos alunos em situação de maior vulnerabilidade, em grande medida, da qualidade das relações estabelecidas com os professores, do sentimento de pertença e do apoio emocional disponibilizado em contexto escolar (OECD, 2018). Deste modo, a capacidade dos docentes para compreender, regular e mobilizar emoções torna-se determinante para a construção de ambientes educativos equitativos e inclusivos. Por fim, importa referir que a evidência nacional tem igualmente vindo a demonstrar o impacto positivo de programas estruturados de educação emocional em contexto escolar. Estudos realizados no âmbito do programa EmoAction evidenciam melhorias ao nível do conhecimento emocional e da qualidade de vida dos alunos, reforçando a relevância da integração sistemática destas competências nas práticas educativas (Peniche, 2025). Face ao exposto, torna-se evidente a pertinência de capacitar os docentes para a compreensão e operacionalização da inteligência emocional no contexto escolar, não apenas como estratégia de promoção do seu próprio bem-estar, mas também como ferramenta pedagógica essencial para a aprendizagem, a inclusão e o desenvolvimento integral dos alunos. Esta ação de formação, pela sua natureza breve e aplicada, pretende constituir um espaço de reflexão e aquisição de estratégias práticas, sustentadas em evidência científica, contribuindo para uma escola mais consciente, mais humana e mais eficaz.

Objetivos

Desenvolver a compreensão da inteligência emocional como competência central no exercício da docência, promovendo a sua aplicação prática na gestão emocional, no clima de sala de aula e na promoção da aprendizagem e do bem-estar. Objetivos específicos No final da ação, os formandos deverão ser capazes de: 1. Reconhecer a relevância da inteligência emocional no exercício profissional docente • Compreender o impacto das emoções: o no bem-estar do professor o na relação pedagógica o nos processos de ensino e aprendizagem 2. Identificar a relação entre inteligência emocional e saúde mental em contexto escolar • Reconhecer sinais de desgaste emocional e stress profissional • Compreender o papel da escola na promoção da saúde mental 3. Compreender os principais componentes da inteligência emocional • Autoconhecimento • Autorregulação emocional • Empatia • Competências sociais 4. Refletir sobre o impacto das próprias emoções na prática pedagógica • Analisar situações concretas do quotidiano escolar • Identificar padrões emocionais na interação com alunos 5. Aplicar estratégias simples de regulação emocional no contexto profissional • Técnicas de autorregulação (ex.: pausa, respiração, reformulação cognitiva) • Gestão de situações emocionalmente exigentes 6. Promover práticas pedagógicas emocionalmente responsivas • Utilizar estratégias que favoreçam: o o sentimento de pertença o a segurança emocional o o envolvimento dos alunos 7. Integrar a inteligência emocional como ferramenta de promoção da inclusão • Reconhecer o papel das emoções na inclusão de alunos • Ajustar práticas pedagógicas à diversidade emocional e cultural 8. Identificar estratégias práticas de promoção da inteligência emocional na escola • No contexto da sala de aula • Na relação com alunos e famílias • Na cultura de escola

Conteúdos

Conteúdos 1. A docência como profissão emocional • Exigências emocionais do exercício docente • Stress profissional e impacto na prática pedagógica • Relação entre bem-estar docente e qualidade das aprendizagens 2. Saúde mental em contexto escolar: desafios e responsabilidades • Dados atuais sobre saúde mental em crianças e jovens • A escola como contexto de promoção de saúde mental • Papel do professor enquanto agente de proteção 3. Inteligência emocional: conceito e fundamentos • Definição de inteligência emocional • Principais modelos teóricos (Goleman, 1995) • Componentes da inteligência emocional: o Autoconhecimento o Autorregulação o Motivação o Empatia o Competências sociais 4. Inteligência emocional e aprendizagem • Relação entre emoção e cognição: o atenção o memória o motivação • Impacto do clima emocional na sala de aula • Segurança emocional como condição para aprender 5. Inteligência emocional e inclusão • Emoções, pertença e sucesso escolar • Desafios emocionais de alunos em contextos de diversidade (ex.: migrantes) • Papel do professor na construção de ambientes inclusivos 6. Estratégias de regulação emocional no contexto docente • Consciência emocional no momento pedagógico • Técnicas simples de autorregulação: o pausa consciente o respiração o reformulação cognitiva • Gestão de situações emocionalmente exigentes 7. Promoção da inteligência emocional na sala de aula • Práticas pedagógicas emocionalmente responsivas: o feedback construtivo o validação emocional o promoção da participação • Construção de clima de segurança e pertença • Integração de competências socioemocionais no quotidiano 8. Evidência de impacto de programas de educação emocional • Resultados de intervenções estruturadas (ex.: EmoAction): o melhoria do conhecimento emocional o impacto no bem-estar e qualidade de vida Referências Bibliográficas Direção-Geral da Saúde. (2016). Manual para a promoção de competências socioemocionais em meio escolar. Ministério da Saúde. Linzarini, A., & Catarino da Silva, D. (2024). Innovative tools for the direct assessment of social and emotional skills (OECD Education Working Papers No. 316). OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/eed9bb04-en Organisation for Economic Co-operation and Development. (2018). The resilience of students with an immigrant background: Factors that shape well-being. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264292093-en Organisation for Economic Co-operation and Development. (2018). The resilience of students with an immigrant background: Factors that shape well-being. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264292093-en Organisation for Economic Co-operation and Development. (2025). Education for human flourishing: A conceptual framework. OECD Publishing. Peniche, S. M. S. (2025). Emoaction: Efeitos de um programa no conhecimento emocional e na qualidade de vida em alunos do 1.º ciclo [Dissertação de mestrado, Universidade da Beira Interior].


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-04-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial


332

Ref. 237AFCD_19_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_19_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-03-28

Fim: 2026-03-28

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Mealhada

Formador

António Miguel Borges da Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal da Mealhada/Rede de Bibliotecas da Mealhada

Enquadramento

Após a aquisição da decodificação, as crianças devem ler fluentemente para conseguirem compreender (Ribeiro, 2005; Sim-Sim, & Viana, 2007). Estas competências não são independentes umas das outras, influenciando-se mutuamente e desenvolvendo-se simultaneamente (Applegate, Applegate, & Modla, 2009). Além do conhecimento das competências básicas de leitura e escrita consoante a idade e nível de escolaridade dos alunos, é igualmente fundamental conhecer as dificuldades que tendem a emergir em cada etapa, bem como as razões subjacentes, para que ocorra uma resposta imediata e focalizada nessas mesmas dificuldades (Lopes, 2005). Deste modo, torna-se essencial formar os professores do 1º ciclo do ensino básico para responderem de forma eficaz e contingente com os desafios da fluência leitora, não negligenciando esta competência em detrimento da decodificação e da compreensão leitora.

Objetivos

i) articular os conceitos de descodificação, fluência e compreensão leitora; i) avaliar a velocidade, acuidade e prosódia, de modo a conhecer o nível de fluência leitora dos alunos; iii) planificar, monitorizar e avaliar atividades de promoção da fluência leitora; iv) conhecer e analisar o programa «Ouvintes Sortudos»

Conteúdos

1. Processos envolvidos na leitura: modelo psicolinguístico e modelo da dupla via. 2. Modelo Simples de Leitura e identificação de dificuldades de leitura. 3. Estratégias de promoção do reconhecimento automático de palavras. 6. Definição e avaliação da fluência em leitura. 7. Promoção da fluência de leitura: estratégias de promoção da fluência de leitura e programas de promoção da fluência de leitura.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-03-2026 (Sábado) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


328

Ref. 238AFCD_20_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_20_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-03-28

Fim: 2026-03-28

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Mealhada

Formador

Raquel Brandão do Sêrro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal da Mealhada/ Rede de Bibliotecas da Mealhada

Enquadramento

Esta oficina foi concebida para profissionais da educação que desejam renovar suas práticas no ensino da leitura, por meio da exploração de metodologias passíveis de aplicação concreta no contexto educativo. Ao articular teoria e prática, a formação favorece a construção de estratégias pedagógicas mais dinâmicas, críticas e alinhadas às exigências contemporâneas do ensino.

Objetivos

1 - Compreender a importância da leitura na primeira infância, reconhecendo seu papel no desenvolvimento linguístico, cognitivo, emocional e na formação do vínculo da criança com o livro e com a linguagem. 2 - Refletir criticamente sobre as práticas de ensino da leitura, promovendo a atualização pedagógica a partir de abordagens teóricas contemporâneas. 3 - Apresentar e experimentar metodologias para o trabalho com textos literários em diferentes contextos educativos. 4 - Ampliar o repertório didático dos participantes, oferecendo ferramentas que favoreçam a formação de leitores críticos e autônomos. 5 - Estimular a partilha de experiências e a construção colaborativa de propostas pedagógicas, fortalecendo a comunidade profissional e a reflexão conjunta sobre a importância da leitura na infância.

Conteúdos

A oficina abordará fundamentos teóricos sobre a leitura e a formação de leitores, com ênfase na importância da leitura na primeira infância. Serão exploradas metodologias e estratégias pedagógicas para o trabalho com textos literários em contextos educativos, incluindo práticas de mediação de leitura, seleção de obras adequadas às diferentes faixas etárias e propostas de atividades que integrem leitura, oralidade e expressão criativa. Os conteúdos articularão teoria e prática, promovendo a reflexão crítica sobre o ensino da leitura e a construção de propostas aplicáveis à realidade profissional dos participantes.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-03-2026 (Sábado) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


329

Ref. 239AFCD_21_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_21_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-03-28

Fim: 2026-03-28

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Mealhada

Formador

António Miguel Borges da Silva

Dora Batalim Sotto Mayor

Raquel Brandão do Sêrro

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal da Mealhada/ Rede de Bibliotecas da Mealhada

Enquadramento

A leitura, nas suas dimensões de fluência, compreensão e fruição, é um pilar essencial do sucesso escolar, da inclusão social e da participação cívica ao longo da vida. A importância de intervir precocemente na fluência leitora e de garantir contextos ricos de leitura em casa e na escola previnem dificuldades futuras e promovem percursos educativos mais sólidos. A literatura infantil contemporânea, pela sua qualidade estética e pela diversidade de temas que aborda, constitui um recurso privilegiado para desenvolver o pensamento crítico, a empatia e o sentido de responsabilidade social, representando uma semente de cidadania ativa. Assim, é essencial proporcionar aos profissionais de educação um espaço de atualização e reflexão conjunta sobre estratégias de promoção da fluência leitora e de utilização intencional da literatura infantil na formação de leitores críticos e intervenientes.

Objetivos

1 - Compreender o conceito de fluência leitora e reconhecer a sua relevância para a compreensão e para o sucesso escolar; 2 – Selecionar obras de literatura infantil de qualidade, adequadas às diferentes faixas etárias, com potencial para trabalhar valores e questões de cidadania; 3 – Conceber estratégias de mediação leitora que promovam o gosto pela leitura e o envolvimento das crianças em práticas de cidadania ativa; 4 – Identificar fatores que favorecem ou dificultam a criação de rotinas de leitura na escola e em casa.

Conteúdos

Este painel abordará a relação entre fluência e compreensão da leitura e a formação de leitores, com ênfase na importância da leitura na primeira infância. Serão exploradas metodologias e estratégias pedagógicas para a promoção da fluência em contexto de sala de aula e critérios de qualidade na seleção de literatura infantil. Serão apresentadas propostas de mediação leitora, a partir de livros infantis, para o desenvolvimento do pensamento crítico e que despertam para questões de cidadania, tais como direitos humanos, igualdade, participação democrática e empatia.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-03-2026 (Sábado) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial


330

Ref. 236AFCD_18_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_18_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-03-27

Fim: 2026-03-27

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Dora Batalim Sotto Mayor

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal da Mealhada/Rede de Bibliotecas da Mealhada

Enquadramento

O estímulo à leitura nas primeiras idades exige um olhar atento sobre a diversidade da literatura infantil contemporânea e sobre os modos como os livros podem ser utilizados enquanto dispositivos pedagógicos, artísticos e, sobretudo, relacionais. Estes conteúdos que, não são frequentemente observados em transversalidade na formação de professores, serão abordados aqui de forma integrada capitalizando e dando sentido às práticas docentes, fortalecendo-as neste domínio.

Objetivos

• Compreender o papel dos livros infantis — enquanto objetos estéticos, gráficos e narrativos — no desenvolvimento psico-emocional, cognitivo e sensorial das crianças. • Identificar critérios de qualidade para seleção e utilização pedagógica de literatura infantil na construção de experiências significativas de leitura informal e de literacia emergente.

Conteúdos

Ao longo da sessão de formação, de caráter muito prático e exemplificado, serão abordados os seguintes conteúdos: • Literatura e livros infantis e desenvolvimento da criança; • A diversidade da literatura infantil como porta de entrada para a leitura do mundo e para a leitura formal; • Ler um livro infantil: texto, imagem e design; • Critérios e parâmetros de qualidade para a seleção de livros infantis; • Mediação leitora no pré-escolar e 1.º ciclo.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-03-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona


327

Ref. 201A46_T1_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130121/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-03-05

Fim: 2026-05-07

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Rui Pedro Pereira Luzio

Destinatários

Professores dos Grupos 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Rugby, enquanto jogo desportivo coletivo, faz parte do Bloco das Atividades Físicas Desportivas, como matéria alternativa dos Programas Curriculares de Educação Física. Devido à riqueza de situações que proporciona, constitui uma atividade formativa por excelência pelo que, a sua aplicação em meio escolar é de toda a pertinência, para que o professor de Educação Física disponha de mais um instrumento para responder às necessidades e motivações dos alunos, no decorrer do processo de ensino-aprendizagem. O Rugby é um desporto complexo mas fácil de jogar, ensinar e aprender nas primeiras etapas. Esta facilidade de jogar e aprender deve-se à simplicidade técnica da progressão individual com bola e acessibilidade de finalização, que constituem fatores essenciais para estimular a participação de quem se inicia numa modalidade. Mesmo a dificuldade inicial na forma de progredir coletivamente (passar para trás), leva a iniciativas individuais de progressão para a frente transportando a bola, que constituem comportamentos estimulantes para quem se inicia em qualquer modalidade desportiva coletiva. Por se encontrar quase totalmente “limitada” a pisos duros, a prática do Râguebi na escola terá que ser orientada fundamentalmente para a educação de uma conduta de comportamento que restrinja a ação (contacto) sobre o adversário, de forma a garantir a segurança individual dos alunos. Decorrente deste pressuposto, a proposta para o seu ensino privilegia a circulação de bola, a utilização dos espaços livres e o reposicionamento constante dos jogadores, evitando o confronto físico, sistematizada em um pré-desportivo, o “ Bitoque Rugby” e o “Tag Rugby“.

Objetivos

Pretende-se com esta Formação produzir os seguintes efeitos: • Apresentar e introduzir o Bitoque rugby e o Tag rugby, como matéria alternativa na Educação Física (2º/3º Ciclo/Secundário); • Proporcionar a todas as crianças e jovens, de ambos os sexos, uma experiência única de socialização, através da vivência de um jogo misto, coletivo de grande riqueza comunicacional e cooperativa; • Construção de projetos curriculares de turma que envolvam o Bitoque rugby e o Tag Rugby nas suas dimensões desportiva, cultural, organizativa, competitiva; • Utilização de metodologias ativas e participativas no processo de ensino e aprendizagem que sejam conducentes à resolução dos problemas de ordem técnico-tática ocorridos na atividade; • Partilha de experiências/recursos/saberes entre os participantes e destes com a comunidade educativa; • Produção e utilização de recursos didáticos que promovam uma aprendizagem ativa, nomeadamente, jogos, exercícios, posters, vídeos, análise de dominantes técnicas, etc.

Conteúdos

Caracteriza o ensino do jogo: 1. Diferenças entre o jogo formal e o de iniciação. 2. Abordagem ao jogo através de um jogo de iniciação – o “Bitoque rugby” e o “Tag Rugby”, com base nos seguintes conteúdos: a) Objetivo do jogo; b) Número de jogadores; c) Espaço de jogo; d) Material de jogo; e) Forma de jogar (atacantes e defensores); f) Leis de jogo: i. Começo e recomeço de jogo; ii. O toque (tag); iii. O toque/passe para a frente; iv. Rodar e rodopiar; v. Bola fora; vi. O fora de jogo; vii. O ensaio; viii. A formação ordenada; ix. O alinhamento. 3. Apresenta o ato progressivo dos elementos técnico-táticos básicos, para resolver os problemas que sejam apresentados no decorrer do jogo: a) Transportar a bola; b) Apanhar a bola do solo; c) Correr com a bola e fintar; d) Passe e receção; e) Passar antes, durante ou depois do toque (tag); f) Fixação, dobras, cruzamentos, passe interior, preservar o espaço livre; g) Organização do apoio; h) Defesa individual e coletiva (HxH, canais e deslizante). Realiza a diagnose da turma; Constrói o projeto de turma; Operacionaliza a metodologia de ensino; Deteta e regista os problemas mais frequentes; Trabalha em grupo para apresentação de propostas de resolução dos problemas mais frequentes apresentados; Avalia o nível das aprendizagens alcançadas pelos alunos; Define os Critérios de avaliação; Aplica as propostas de resolução de problemas; Relata por escrito e fotográfico/audiovisual/e ou outro, o trabalho desenvolvido; Apresenta o relatório de projeto; Realiza a Auto e heteroavaliação; Realiza a avaliação da ação.

Metodologias

A ação terá a duração de 25 horas presenciais em que serão adoptados os seguintes passos metodológicos: Sessões presenciais • Exposição teórico-prática • Trabalho de grupo • Trabalho individual • Prática pedagógica • Descoberta guiada

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Cordovil, J. (1993) – O ensino do rugby, Horizonte 54: DossierCordovil, J. e Rocha, H. (1995) – O ensino do rugby, O ENSINO DOS JOGOS DESPORTIVOS, 219-244, Porto: CEJD-FCDEF-UPGarcia, H. e Moura, J. (2011) – Tag Rugby na Escola. Dossier do Professor; Lisboa: FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE RUGBY


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 14-03-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
4 14-03-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 21-03-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
7 21-03-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
8 23-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial


284

Ref. 225A15_T1_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137268/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-25

Fim: 2026-04-17

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Sylvie Lopes Marques

Destinatários

Professores do Grupo 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Esta ação visa capacitar professores de Matemática para a implementação do trabalho de projeto como estratégia pedagógica, promovendo aprendizagens significativas e interdisciplinares. O trabalho de projeto é uma componente obrigatória nos programas da disciplina de Matemática no ensino secundário, conforme estabelecido nas novas Aprendizagens Essenciais homologadas pelo Despacho n.º 702/2023, de 13 de janeiro. A formação alinha-se com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, valorizando a autonomia, o pensamento crítico, a comunicação e a cidadania. Responde à necessidade de integrar tecnologias digitais, pensamento computacional e inteligência artificial no ensino da Matemática, potenciando a inovação pedagógica e a articulação com os temas opcionais do 12.º ano. Insere-se no plano de atividades da entidade proponente como resposta à valorização da prática docente e ao desenvolvimento profissional contínuo.

Objetivos

No final da formação, os professores participantes devem: • Compreender o papel do trabalho de projeto nas Aprendizagens Essenciais. • Explorar metodologias de avaliação formativa e instrumentos de apoio. • Integrar pensamento computacional, tecnologias digitais e inteligência artificial em projetos matemáticos. • Desenvolver conteúdos didáticos e projetos aplicáveis ao ensino. • Promover a reflexão colaborativa e a partilha de práticas entre docentes.

Conteúdos

1. Fundamentos do trabalho de projeto e sua articulação com o Perfil dos Alunos • Tipos de trabalho de projeto: estruturado vs. não estruturado • Competências visadas no Perfil dos Alunos • Exemplos de integração curricular nos programas de Matemática • Planeamento e fases do projeto 2. Avaliação formativa e sumativa: rubricas, relatórios, apresentações • Diferenças entre avaliação formativa e sumativa • Construção de rubricas de avaliação • Avaliação de processos e produtos • Apresentações orais, escritas e multimédia • Autoavaliação e coavaliação 3. Pensamento computacional: decomposição, abstração, algoritmos, padrões • Definição e importância no ensino da Matemática • Atividades práticas com foco em algoritmos e padrões • Relação com resolução de problemas e modelação • Exemplos com pseudocódigo e fluxogramas 4. Tecnologias digitais: GeoGebra, folhas de cálculo, Python, IA generativa • Utilização de GeoGebra para visualização e modelação • Folhas de cálculo para análise de dados e simulações • Programação em Python: exemplos simples e aplicados • Ferramentas de IA generativa (ChatGPT, Copilot) para apoio à escrita, análise e feedback • Ética e limites da IA na educação 5. Projetos com temas opcionais do 12.º ano: matrizes, integrais, inferência estatística • Modelação com matrizes (ex. redes de transporte) • Integrais aplicados a áreas e volumes • Inferência estatística com dados reais • Exploração de recursos digitais e bibliográficos 6. Projetos com foco na cidadania e sustentabilidade: estatística aplicada, dados reais • Utilização de dados do INE, PORDATA, Eurostat • Projetos sobre desigualdades, ambiente, saúde pública • Articulação com outras disciplinas (STEAM) • Comunicação de resultados para públicos diversos 7. História da matemática como ponto de partida para projetos • Episódios históricos relevantes (ex. pontes de Königsberg, Fibonacci, Hipátia) • Projetos sobre trigonometria, sucessões, cálculo • Recursos e bibliografia recomendada • Valorização da dimensão cultural da Matemática 8. Trabalho de grupo para criação de conteúdos didáticos • Definição de objetivos e público-alvo • Planeamento e desenvolvimento colaborativo • Construção de instrumentos de avaliação • Apoio à escrita e revisão com ferramentas digitais 9. Apresentação dos projetos desenvolvidos pelos formandos • Formatos possíveis: apresentações orais, pósteres, vídeos, relatórios • Comunicação matemática clara e rigorosa • Discussão entre pares e feedback construtivo 10. Discussão, reflexão e avaliação da formação • Análise dos projetos apresentados • Reflexão sobre práticas pedagógicas • Identificação de desafios e oportunidades • Avaliação da ação de formação e propostas de continuidade

Metodologias

A formação será presencial, com sessões expositivas, práticas e colaborativas. Serão usadas metodologias que fomentam a proatividade dos formandos, conjugando momentos de exposição com atividades de prática e reflexão. A abordagem será centrada na experiência, na construção coletiva de conhecimento e na aplicação pedagógica. As metodologias incluem: 1. Apresentação e exploração das diversas temáticas constantes dos conteúdos da ação. 2. Realização de tarefas práticas em ambiente colaborativo. 3. Complementaridade entre trabalho em pequenos grupos e momentos de discussão em grande grupo. 4. Exploração de ferramentas digitais e de inteligência artificial, como GeoGebra, Python, folhas de cálculo e IA generativa (ChatGPT, Copilot, entre outras), aplicadas ao trabalho de projeto e à avaliação. 5. Sessão 8 dedicada ao trabalho de grupo, em que os formandos criam conteúdos didáticos ou projetos aplicáveis ao ensino. 6. Sessões 9 e 10 dedicadas à apresentação dos projetos, com espaço para discussão, feedback entre pares e reflexão final sobre a formação.

Avaliação

Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da ação); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Participação nas sessões (30%) - Trabalho escrito individual (70%)

Bibliografia

Amado, N. & Carreira, S. (2019). Trabalho de Projeto.Ponte, J. P. et al. (1998). Projetos Educativos: Matemática – Ensino Secundário.COMAP (2016). For All Practical Purposes – Mathematical Literacy in Today’s World.George Lucas Educational Foundation (2021). Project-Based Learning (PBL) – Edutopia.DGE – Aprendizagens Essenciais de Matemática A, MACS, Matemática B e aplicadas aos cursos profissionais.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 25-02-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
2 27-02-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 06-03-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
4 13-03-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
5 20-03-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
6 13-04-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Presencial
7 17-04-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


314

Ref. 203A8_T2_25-26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134728/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-23

Fim: 2026-05-18

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

António Valdemar Alves da Silva

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Professores do Ensino Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A transformação digital em curso, impulsionada por tecnologias como a Inteligência Artificial (IA), redefine o presente e o futuro, impactando profundamente a produção de conhecimento e o cenário educacional. Esta Ação de Formação pretende capacitar os participantes com as ferramentas e a compreensão necessárias para integrar de forma eficaz as tecnologias emergentes nas suas práticas pedagógicas/andragógicas de modo a construir cenários e contextos sustentados e significativos. Face a toda esta vertiginosa evolução e para continuarem a responder às necessidades dos utilizadores e a desempenhar o seu papel fundamental no apoio à ciência e cultura, as unidades funcionais que são as escolas, onde se inserem as bibliotecas (escolares, municipais, conventuais, universitárias…) não podem estagnar num mundo em mutação. Através de um modelo de ensino imersivo, o programa desta formação está fortemente orientado para a prática docente, dotando os participantes de conceitos e ferramentas para avaliar oportunidades e riscos neste novo mundo digital, pretendendo igualmente desenvolver competências que ajudarão a quebrar bloqueios, agilizar tarefas burocráticas, estimular a criatividade, aumentar a produtividade, libertar tempo para tarefas pedagógicas, diversificar estratégias e atividades, personalizar ensino.

Objetivos

• Reconhecer o valor da tecnologia na educação; • Entender a IA Generativa e o seu potencial na educação; • Identificar aplicações da IA Generativa em diversos contextos; • Conhecer exemplos práticos e o impacto da IA; • Analisar criticamente a IA na educação e os seus desafios; • Experimentar ferramentas de IA com prática eficaz; • Capacitar para a implementação da IA em contextos educativos; • Criar experiências de aprendizagem com tecnologias inovadoras; • Avaliar o impacto da IA na aprendizagem; • Integrar tecnologias emergentes no currículo; • Transformar práticas pedagógicas com a IA.

Conteúdos

Módulo 1: Fundamentos da IA e Desafios Éticos - (3h presencial + 3h síncrona) o Breve história da IA: marcos e evolução. o Potencialidades e limitações da IA na educação. o Questões éticas no uso da IA: debate sobre riscos e oportunidades. o Noções basilares: Dados, Algoritmos, Computação, Aprendizagem Automática (Machine Learning - ML), Aprendizagem Profunda (Deep Learning – DL, Redes Neuronais, Modelos de Linguagem (Large Language Models - LLM) e IA Generativa. o IA – Evolução ou Revolução?: impacto na sociedade e na educação. o Reflexão crítica sobre a integração da IA no ensino. Módulo 2: IA Generativa e Modelos de Linguagem (LLM) - (3h síncrona + 3h presenciais + 2h assíncronas) o Conceitos e funcionalidades dos Modelos de Linguagem (LLM). o Principais LLM com versões gratuitas em Portugal: ChatGPT, Gemini, Claude, Copilot. o Comparação entre os vários LLM: ChatGPT, Gemini, Copilot e Claude - vantagens e desvantagens de cada um dos LLM. o Diferenças entre as versões gratuitas e pagas nos diferentes LLM. o Explicação do que é um chatbot e as boas práticas de interação com ele. o Modalidades unimodal e multimodal dos LLM. o O ChatGPT: interface, configurações, modalidades e funcionalidades. o Introdução e importância dos prompts na IA o Estrutura ideal passo a passo de um bom prompt, com exemplos: Papel, Tarefa, Contexto, Formato, Tom e Exemplos o Modalidades de prompts. o Técnicas para criar prompts eficazes o Refinamento iterativo e teste de variações o Estratégias avançadas: encadeamento, few-shots e calibração de temperatura. o Criação de prompts educativos personalizados. o Realização de exercícios de consolidação dos conhecimentos e competências sobre prompts em cenários educativos específicos das disciplinas que leciona. Módulo 3: Aplicações Práticas da IA na Educação - (3h síncrona + 3h presenciais + 2h assíncronas + 3h presenciais) o Exploração de ferramentas e aplicações de IA no processo ensino (IA para professores). o Exploração de ferramentas e aplicações de IA no processo de aprendizagem (IA para alunos). o Prática e Criação de Recursos Didáticos com IA para o trabalho de preparação de aulas. o Exploração do poder das LLM para melhorar a comunicação escolar dos docentes, dentro e fora da sua comunidade educativa. o Utilização das LLM para aprimorar os processos de divulgação de atividades, eventos, dinâmicas promovidas pelos professores. o Utilização de LLM para otimizar a gestão de tarefas extracurriculares dos professores. o Integração das LLM com outras plataformas educativas. o Prática guiada na utilização de LLMs para tarefas diárias. o Criação de recursos didáticos usando IA para o seu contexto educativo específico. Integrar esses recursos no esboço de trabalho final a apresentar na última sessão desta ação de formação. o Apresentação individual do esboço do trabalho final. o Feedback da turma e do formador. o Discussão final, reflexão e próximos passos.

Metodologias

•• Nas sessões presenciais vai-se privilegiar a abordagem expositiva e interativa, combinando apresentações com discussões individuais /grupo e atividades práticas. Com o foco na aplicação de conceitos de IA em contextos reais de ensino, incentiva-se os formandos a refletirem sobre a integração desta tecnologia nas suas práticas e a aplica-la em contextos educativos reais. • Nas Sessões síncronas online, realizadas em videoconferência, serão apresentados os conteúdos de referência através de: o uma componente teórica, centrada na transmissão de conteúdos, e uma metodologia demonstrativa e interrogativa, assumindo uma abordagem dialógica e de interação entre formador e formandos; o uma componente prática que irá privilegiar uma dinâmica ativa, centrada na simulação e metodologia de aprendizagem por execução de tarefas, promovendo um ambiente de partilha e colaboração entre os formandos. • Nas sessões assíncronas realização das tarefas propostas pelo formador, com instruções claras.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

VV., 88 Vozes sobre Inteligência Artificial, Oficina do Livro, 2023VICENTE, Paulo Nuno, Os Algoritmos e nós, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2023FORD, Martin, O Futuro da Inteligência Artificial, Bertrand Editora, 2022WOLFRAM, Stephen, O Que Faz o ChatGPT e Como Funciona, Casa das Letras, 2023HUNTER, Nathan, The Art of prompt Engineering with ChatGPT, 2023


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 09-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 23-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
6 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 20-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
9 18-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


312

Ref. 108A11_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121347/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-02-05

Fim: 2026-04-30

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN EU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 12-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 19-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 30-04-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


285

Ref. 212A34_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128855/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-02-05

Fim: 2026-05-07

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

António José Leandro Costa Ferreira

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 400

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 400. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 400.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de História, História A e História B, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento do pensamento histórico; Refletir sobre a importância dos processos de seleção e tratamento de fontes e/ou informação relevante para a aprendizagem; Problematizar temas da História, integrando as relações passado-presente, pensados em articulação com o PA; Refletir sobre os contributos da História para o exercício de uma cidadania ativa.

Conteúdos

Módulo(M) 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2- A Pré-História e a Proto-História (5 horas) O Paleolítico: os caçadores-recolectores Mesolítico O Neolítico: as sociedades produtoras Megalitismo O Bronze Final e as Idades do Ferro: as sociedades metalúrgicas A Proto-História na Península Ibérica M3 – A Herança do Mediterrâneo Antigo (5 horas) O Modelo Ateniense: legado político e cultural O Modelo Romano O Império A organização política e social Instrumentos de aculturação: a Península Ibérica Contributos da civilização romana M4 – A Europa Ocidental: séculos XII a XIV (5 horas) A formação de uma matriz identitária europeia Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político Portugal: a importância das comunidades judaica e muçulmana M5 – A Abertura Europeia ao Mundo (5 horas) Portugal na abertura europeia ao mundo Mutações culturais Colonialismo e o tráfico de pessoas escravizadas M6 – A Europa nos séculos XVI a XVIII (5 horas) Estados absolutos e Parlamentos Portugal no contexto europeu Economia pré-industrial M7 – O Liberalismo; ideologia e revoluções (5 horas) Fundamentos do Liberalismo Contributos das Revoluções Liberais M8 – A Civilização Industrial (5 horas) As transformações na Europa e no Mundo Os diferentes ritmos de industrialização Modelo económico de organização do trabalho e a sociedade industrial O caso português M9 – Portugal, a Europa e o Mundo na Contemporaneidade (5 horas) As transformações nas primeiras décadas do século XX Portugal; da Primeira República ao Estado Novo Os regimes fascista e nazi: repressão e políticas raciais Do Segundo Pós-Guerra aos Desafios do Nosso Tempo Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Cameron, Rondo & Neal, Larry (2019). História Económica do Mundo. Do Paleolítico ao Presente. Forte da Casa: Escolar Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 12-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 19-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 18-03-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
8 15-04-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 18:30 2:30 Presencial
9 23-04-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 07-05-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


297

Ref. 232AFCD 15_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_15_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-02-04

Fim: 2026-02-04

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga

Formador

Teresa Alexandra Rodrigues Olaio

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Porquanto o cumprimento do papel da escola na formação e desenvolvimento integrais depende, em larga medida, da qualidade do seu ambiente e, em linha com as preocupações da comunidade educativa, reconheceu-se a necessidade de definir medidas de combate à indisciplina e violência em contexto escolar, estratégias com benefícios que vão além das paredes da escola: a garantia de ambientes escolares seguros, respeitosos e inclusivos é promotora da saúde psicológica e do bem-estar de todos os elementos da comunidade escolar, bem como de trajetórias escolares, pessoais e familiares bem-sucedidas. As manifestações de indisciplina e de violência em contexto escolar têm vindo a aumentar e, como sempre o AEVV pauta-se por estar sensível a estas questões e, trabalhar no sentido de as minimizar.

Objetivos

- Criar um ambiente de formação propício ao sucesso, centrado nas crianças e/ou jovens e de acordo com diferentes níveis de ensino e situações de aprendizagem; - Desenvolver capacidades habilitantes tais como, o respeito, o sentido de responsabilidade e a capacidade de adaptação à mudança; - Valorizar a atividade docente, enquanto prática pedagógica assente numa grande margem de autonomia e iniciativa, que permita também ir ao encontro das necessidades culturais do grupo social existente na totalidade do Agrupamento; - Criar uma cultura de inovação com o incremento dos níveis de qualidade e de produtividade, permitindo à escola oferecer um serviço de excelência; - Permitir a constante partilha e colaboração de todos os elementos da comunidade escolar, com vista a melhorar e diminuir a indisciplina; - Partilhar e, debater estratégicas conducentes à prevenção e intervenção da indisciplina; - Diminuir a indisciplina dentro de sala de aula; - Refletir acerca dos diversos fatores que contribuem para a indisciplina; - Reforçar os procedimentos a ter perante as situações de indisciplina.

Conteúdos

Conceito de indisciplina; Fatores que contribuem para a indisciplina; Estratégicas conducentes à prevenção e intervenção da indisciplina; Procedimentos a ter perante as situações de indisciplina.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-02-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial


323

Ref. 233AFCD 13_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_13_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 2026-02-04

Fim: 2026-02-11

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Maria Bárbara de Fragoso Neves Batista

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A realização desta ação de formação surge da necessidade atual da promoção das competências socioemocionais nos alunos, ao nível do 1º ciclo. Pretende-se atuar numa lógica preventiva de auto-regulação comportamental, traduzindo-se num maior saber estar e disciplina ao nível do contexto escolar. Com efeito, torna-se relevante o recurso a estratégias ao nível da Psicologia Positiva e do Mindfulness, que permitam uma maior expressão/gestão de emoções, e controlo da impulsividade, possibilitando, sempre que possível, espaços de maior reflexão e partilha, e a valorização de componentes mais práticas e lúdicas.

Objetivos

- Promover o bem-estar mental e a relação pedagógica professor-aluno. - Desenvolver as competências socioemocionais, através de estratégias que facilitem a gestão da sala de aula e o processo de aprendizagem. - Aplicar conceitos ao nível da Psicologia Positiva e do Mindfulness, através do recurso a ferramentas/técnicas de auto-regulação e promoção de bem-estar.

Conteúdos

Módulo 1 – Importância do bem-estar mental no contexto educativo 1. Conceito de bem-estar mental. 2. Desafios atuais na relação pedagógica e no contexto escolar. 3. Introdução às competências socioemocionais no contexto educativo. Módulo 2 –Promoção das competências socioemocionais 1. Capacitação ao nível das estratégias de promoção das competências socioemocionais. 2. Utilização de recursos/ferramentas em sala de aula que promovam a gestão de emoções e a auto-regulação comportamental, nomeadamente ao nível da Psicologia Positiva, e do Mindfulness.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-02-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial
2 11-02-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial


324

Ref. 101A2_T3_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121346/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-02-02

Fim: 2026-04-27

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education - guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 09-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 16-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 23-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 09-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 27-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


289

Ref. 227PND A5_T3_25_26 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1615/2025

Modalidade: Jornada

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-01-28

Fim: 2026-01-28

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga

Formador

Susana Gracinda de Melo Pinheiro

Fátima Susana Quintas Araújo Soares

Destinatários

Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos e Técnicos Superiores

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Esta ação enquadra-se no Plano de Atividades do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, em articulação com os domínios do Projeto Educativo, nomeadamente os Domínios B – Desenvolvimento da Qualidade da Ação Educativa, D – Formação dos Agentes Educativos e E – Ambiente Educativo. Pretende contribuir para a melhoria contínua do serviço público educativo, através da valorização pessoal e profissional do pessoal não docente. O atendimento escolar, enquanto primeira linha de contacto com a comunidade, assume um papel determinante na imagem da escola e na promoção de um ambiente educativo acolhedor, respeitador e cooperante. Esta formação surge, assim, como resposta à necessidade de reforçar competências comunicacionais e relacionais, em linha com os objetivos de qualidade, humanização e eficácia do serviço educativo. Os destinatários desta ação são os funcionários não docentes do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e pessoal de apoio administrativo. Estes profissionais desempenham funções essenciais no acolhimento, acompanhamento e atendimento a alunos, encarregados de educação, docentes e fornecedores, sendo frequentemente o primeiro ponto de contacto com a comunidade escolar. A formação visa responder às necessidades identificadas de melhoria na comunicação, gestão de conflitos e atendimento ao público, reforçando a importância do seu papel na construção de um clima escolar mais positivo, empático e colaborativo. Pretende-se ainda promover o bem-estar relacional e a valorização do contributo de cada funcionário para o sucesso educativo e o bom funcionamento da escola.

Objetivos

• Desenvolver competências de comunicação assertiva, empática e profissional. • Promover atitudes de respeito, cooperação e acolhimento no atendimento à comunidade educativa. • Aprender a gerir conflitos e situações difíceis sem agressividade. • Valorizar o papel do assistente operacional como parte essencial da imagem e bom funcionamento da escola.

Conteúdos

Sessão 1 - Comunicação Profissional e Postura no Atendimento • Diferença entre comunicação informal e profissional. • Impacto da linguagem corporal, tom de voz e escolha das palavras. • Atitudes e comportamentos a evitar no contexto escolar. • Estratégias de comunicação assertiva e empática no atendimento a alunos, encarregados de educação e fornecedores. • Dinâmicas práticas. • Construção colaborativa de um Guia de Boas Práticas de Atendimento Escolar. Sessão 2 - Gestão de Conflitos e Relação com Alunos • Identificação de situações geradoras de conflito no contexto escolar. • Estratégias de resolução positiva de conflitos: escuta ativa, resposta calma e soluções construtivas. • Diferença entre firmeza e agressividade no cumprimento de regras. • Dinâmicas de grupo: sensibilização para o impacto das palavras e atitudes. • Role Play de situações reais de atendimento e convivência escolar. • Construção coletiva do Código de Atendimento da Escola, promovendo o compromisso e a coesão da equipa.

Metodologias

A formação adota uma metodologia participativa, prática e experiencial, promovendo a reflexão conjunta e o envolvimento ativo dos formandos. As sessões combinam momentos de exposição teórica, partilha de experiências, dinâmicas de grupo, simulações e construção coletiva de materiais de aplicação prática na escola.

Avaliação

Presencial: participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%). Autónomo: realização de uma avaliação escrita – trabalho ou teste escrito (70%). Os formandos serão classificados na escala de 1 a 20 valores.

Bibliografia

• Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga (2022-2025). Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga: Caminhar com Valor(es). Sever do Vouga: AE Sever do Vouga. • Direção-Geral da Educação (2018). Educação Inclusiva: Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Direção-Geral da Educação (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular: Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Cunha, Pedro e Monteiro, Ana Paula (2019) Gestão de Conflitos na Escola, Lisboa, Pactor. • Caldeira, Suzana N. e Veiga, Feliciano H. (2011) Intervir em Situações de indisciplina Violência e Conflito, Lisboa, Fim de Século. • Despacho nº 6478/2017, 26 de Julho – Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-01-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 28-01-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 227PND_ A5_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1615/2025

Modalidade: Jornada

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-01-26

Fim: 2026-01-26

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga

Formador

Fátima Susana Quintas Araújo Soares

Susana Gracinda de Melo Pinheiro

Destinatários

Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos e Técnicos Superiores

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Esta ação enquadra-se no Plano de Atividades do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, em articulação com os domínios do Projeto Educativo, nomeadamente os Domínios B – Desenvolvimento da Qualidade da Ação Educativa, D – Formação dos Agentes Educativos e E – Ambiente Educativo. Pretende contribuir para a melhoria contínua do serviço público educativo, através da valorização pessoal e profissional do pessoal não docente. O atendimento escolar, enquanto primeira linha de contacto com a comunidade, assume um papel determinante na imagem da escola e na promoção de um ambiente educativo acolhedor, respeitador e cooperante. Esta formação surge, assim, como resposta à necessidade de reforçar competências comunicacionais e relacionais, em linha com os objetivos de qualidade, humanização e eficácia do serviço educativo. Os destinatários desta ação são os funcionários não docentes do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e pessoal de apoio administrativo. Estes profissionais desempenham funções essenciais no acolhimento, acompanhamento e atendimento a alunos, encarregados de educação, docentes e fornecedores, sendo frequentemente o primeiro ponto de contacto com a comunidade escolar. A formação visa responder às necessidades identificadas de melhoria na comunicação, gestão de conflitos e atendimento ao público, reforçando a importância do seu papel na construção de um clima escolar mais positivo, empático e colaborativo. Pretende-se ainda promover o bem-estar relacional e a valorização do contributo de cada funcionário para o sucesso educativo e o bom funcionamento da escola.

Objetivos

• Desenvolver competências de comunicação assertiva, empática e profissional. • Promover atitudes de respeito, cooperação e acolhimento no atendimento à comunidade educativa. • Aprender a gerir conflitos e situações difíceis sem agressividade. • Valorizar o papel do assistente operacional como parte essencial da imagem e bom funcionamento da escola.

Conteúdos

Sessão 1 - Comunicação Profissional e Postura no Atendimento • Diferença entre comunicação informal e profissional. • Impacto da linguagem corporal, tom de voz e escolha das palavras. • Atitudes e comportamentos a evitar no contexto escolar. • Estratégias de comunicação assertiva e empática no atendimento a alunos, encarregados de educação e fornecedores. • Dinâmicas práticas. • Construção colaborativa de um Guia de Boas Práticas de Atendimento Escolar. Sessão 2 - Gestão de Conflitos e Relação com Alunos • Identificação de situações geradoras de conflito no contexto escolar. • Estratégias de resolução positiva de conflitos: escuta ativa, resposta calma e soluções construtivas. • Diferença entre firmeza e agressividade no cumprimento de regras. • Dinâmicas de grupo: sensibilização para o impacto das palavras e atitudes. • Role Play de situações reais de atendimento e convivência escolar. • Construção coletiva do Código de Atendimento da Escola, promovendo o compromisso e a coesão da equipa.

Metodologias

A formação adota uma metodologia participativa, prática e experiencial, promovendo a reflexão conjunta e o envolvimento ativo dos formandos. As sessões combinam momentos de exposição teórica, partilha de experiências, dinâmicas de grupo, simulações e construção coletiva de materiais de aplicação prática na escola.

Avaliação

Presencial: participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%). Autónomo: realização de uma avaliação escrita – trabalho ou teste escrito (70%). Os formandos serão classificados na escala de 1 a 20 valores.

Bibliografia

• Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga (2022-2025). Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga: Caminhar com Valor(es). Sever do Vouga: AE Sever do Vouga. • Direção-Geral da Educação (2018). Educação Inclusiva: Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Direção-Geral da Educação (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular: Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Cunha, Pedro e Monteiro, Ana Paula (2019) Gestão de Conflitos na Escola, Lisboa, Pactor. • Caldeira, Suzana N. e Veiga, Feliciano H. (2011) Intervir em Situações de indisciplina Violência e Conflito, Lisboa, Fim de Século. • Despacho nº 6478/2017, 26 de Julho – Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 26-01-2026 (Segunda-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 26-01-2026 (Segunda-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 217A4_T3 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136253/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-01-23

Fim: 2026-03-13

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Maria Luísa Martins da Costa Henriques Flores

Destinatários

Professores dos Grupos 110, 120, 210, 220, 230, 240, 250, 300, 320, 330, 340, 350, 400, 420, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 120, 210, 220, 230, 240, 250, 300, 320, 330, 340, 350, 400, 420, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 600. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os Ambientes Web Imersivos (AWI), potenciada pela tecnologia WebXR, vem facilitar o acesso a conteúdo online que pode ser experienciado em dispositivos com capacidades para conteúdos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada e que trazem outros níveis de imersão e presença que podem potenciar resultados positivos nas aprendizagens. A própria experiência de navegação na internet vê-se melhorada pois introduz elementos visuais mais apelativos e elementos de interação e colaboração em tempo real que a tornam numa web mais social e imersiva. Conteúdos que antes eram "planos" vêem-se agora transformados em mundos virtuais, que podem ser explorados em colaboração, transmitem uma sensação de estar lá (presença), e permitem interações espaciais que antes eram impossíveis. Os AWI surgem como um desafio a explorar no campo da educação. Assim sendo, esta tecnologia pode ser utilizada em qualquer disciplina de qualquer nível de ensino, com o objetivo de promover a aprendizagem. A possibilidade de os alunos trabalharem num ambiente imersivo e ao mesmo tempo visualizarem objetos virtuais relacionados com a tarefa que estão a realizar, poderá despertar mais o seu interesse, resultando num ambiente educativo muito mais atrativo e motivador. O professor, agente fundamental num processo catalisador de mudança e de inovação, encontra na formação contínua um processo dinâmico de aquisição e de aperfeiçoamento de competências humanas, técnicas e científicas requeridas pelo exercício de uma profissão exigente onde a formação contínua visa promover a melhoria do ensino, do desenvolvimento profissional dos docentes, do contínuo aperfeiçoamento e do seu contributo para a melhoria dos resultados escolares e a partilha de conhecimentos.

Objetivos

Esta Oficina pretende proporcionar ao professor a aquisição de competências essenciais para a sua atividade profissional de modo que, no final, possua conhecimentos, capacidades que lhe permitam incluir a utilização de Ambientes Web Imersivos na sua prática letiva. Os AWI, em crescente desenvolvimento tecnológico, podem apresentar-se como ideais para as escolas básicas e secundárias começarem a explorar o potencial destas ferramentas no ensino, na aprendizagem experiencial, não como um substituto, mas como um suplemento. Uma abordagem aos ambientes web imersivos na educação poderá permitir a professores e alunos utilizarem estes conhecimentos na elaboração de projetos que possibilitam a interligação de conteúdos numa perspetiva interdisciplinar e multidisciplinar. Com esta oficina pretende-se desenvolver nos formandos conhecimentos e capacidades que permitam planificar tarefas de ensino e aprendizagem integrando, ambientes web imersivos. Procura-se recorrer a diferentes instrumentos e técnicas que valorizam o trabalho colaborativo entre alunos e entre professores.

Conteúdos

• Conhecer e explorar ambientes web imersivos de aprendizagem, por exemplo: FrameVR, Mozilla Hubs, Spatial, entre outros; • Integrar estes ambientes no processo de ensino e na aprendizagem; • Compreender as vantagens e desvantagens na sua utilização nas diversas áreas disciplinares e de acordo com as estratégias pedagógicas; • Analisar as potencialidades destes ambientes em contexto didático-pedagógico; • Construir/Personalizar os ambientes web imersivos para lecionar diversos conteúdos de acordo com a área disciplinar; • Conceber atividades pedagógicas para utilizar dentro dos ambientes; • Refletir sobre os contributos que estes ambientes podem trazer para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.

Metodologias

Presencial: Apresentação e Organização Debate dos objetivos da ação; Documentação e materiais de apoio; Introdução aos conceitos XR/WebXR (Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Realidade Mista); Discussão dos rótulos “Imersão” e Presença” Conceito de identidade e representação com Avatares. Ambiente Web Imersivo 1 Introdução aos Ambientes Web Imersivos Ambientação, Navegação e Exploração dos Ambientes Web Imersivos (AWI); Criação e Personalização de Avatares, características e implicações nos AWI’s; Incorporação de elementos multimédia; Importar objetos 3D; Implementar interatividade em objetos; Utilização do som como elemento interativo; Planificação de atividades pedagógicas em AWI; Personalização do espaço AWI; Personalização do AWI de acordo com a atividade pedagógica planificada Apresentação e dos AWI personalizados; Discussão ao trabalho desenvolvido com os alunos. Conclusão dos projetos, apresentação; Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo Exploração autónoma dos ambientes; Planificação de uma atividade pedagógica na área científica do formando. Implementação com alunos (3 aulas) Considerações finais e Avaliação da ação de formação

Avaliação

Acompanhamento das sessões; Nível de concretização das tarefas propostas ao longo das sessões, individualmente ou em grupo; Qualidade da participação dos formandos nos debates, apresentações e partilha de conhecimentos e experiências, promovidos nas diversas sessões. Apreciação do relatório crítico final; Avaliação quantitativa dos formandos, na escala de 1 a 10 valores, nos termos do Artigo 4.º, nº 6, do Despacho n.º 4595/2015 de 6 de maio. A avaliação será, igualmente, expressa em termos qualitativos em conformidade com a escala que a seguir se insere: Excelente — de 9 a 10 valores Muito bom — de 8 a 8,9 valores Bom — de 6,5 a 7,9 valores Regular — de 5 a 6,4 valores Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.

Bibliografia

Cleto, B., Ferreira, M., & Carvalho, R. (2021). Utilização das tecnologias XR pelos professores do ensino básico e secundário em Portugal. Journal of Digital Media & Interaction, 4(10), 97-112. https://proa.ua.pt/index.php/jdmi/article/view/24712Dengel, A., Buchner, J., Mulders, M., & Pirker, J. (2021, May). Beyond the horizon: Integrating immersive learning environments in the everyday classroom. In 2021 7th International Conference of the Immersive Learning Research Network (iLRN) (pp. 1-5). IEEE.Liu, B., Ding, L., & Meng, L. (2021, May). Spatial Learning with Extended Reality–—A Review of User Studies. In 2021 7th International Conference of the Immersive Learning Research Network (iLRN) (pp. 1-5). IEEE.Thompson, B. (2021, May). Work-in-Progress–LIVE: Model for Learning in Interactive and Immersive Virtual Environments. In 2021 7th International Conference of the Immersive Learning Research Network (iLRN) (pp. 1-3). IEEE.Williams, S., Enatsky, R., Gillcash, H., Murphy, J. J., & Gračanin, D. (2021, May). Immersive Technology in the Public School Classroom: When a Class Meets. In 2021 7th International Conference of the Immersive Learning Research Network (iLRN) (pp. 1-8). IEEE.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-01-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 30-01-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 03-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 27-02-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 13-03-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


304

Ref. 231AFCD 12_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_12_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 2026-01-21

Fim: 2026-01-28

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Águeda

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

No âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular (AFC) as Escolas e os seus profissionais têm ao seu alcance a grande oportunidade de (re)pensar e (re)construir as opções curriculares que, no seu entender, mais se adequam e vão ao encontro das caraterísticas e perfil de aprendizagem dos seus alunos. Nesse sentido, os professores são chamados a (re)desenhar de forma flexível e colaborativa as opções metodológicas que permitam otimizar uma aprendizagem ativa e com sentido e significância para a diversidade de alunos que constituem a escola dos nossos dias. Segundo esta aceção surge a possibilidade de serem desenvolvidos os DAC que deverão ser percecionados como áreas de confluência de trabalho interdisciplinar e/ou de articulação curricular promotores de melhores aprendizagens para todos os alunos o que requer conhecimento e tempo para a consolidação e gestão integrada do Saber. Nesse sentido urge capacitar os professores de competências e saberes que lhes permita dar respostas articuladas e consentâneas com os desafios e a diversidade de situações com que os alunos se vão deparar na sua vida para além dos “muros da escola”. Consideramos que os DAC têm na sua “génese” essas potencialidades e iremos em conjunto “fazer caminho” de natureza formativa e dialógica tendo em vista a apropriação de mais e melhores conhecimentos/práticas. Fica o desafio!

Objetivos

• Breve resenha sobre os documentos e instrumentos de planeamento curricular; • Refletir sobre os princípios orientadores e finalidades de novas opções curriculares, com destaque para as potencialidades formativas dos DAC; • Construir/definir DAC de acordo com cada contexto educativo, conselho de turma ou equipa educativa; • Conhecer processos de avaliação das aprendizagens e competências no âmbito dos DAC; • Refletir sobre a relevância dos DAC enquanto processo facilitador da regulação do ensino e da aprendizagem ativa dos alunos; • Inferir sobre as potencialidades e dinâmicas de trabalho colaborativo docente no âmbito dos DAC; • Contribuir para a melhoria da qualidade prática pedagógica dos docentes com recurso aos DAC.

Conteúdos

1.º sessão - Domínios de articulação curricular (DAC): realidade ou utopia ao serviço da inovação pedagógica? • Perspetiva sistémica de conhecimentos (inter, multi e transdisciplinaridade) na construção de um DAC – possibilidades, modalidades e intervenientes na sua concretização; • Domínio de articulação curricular (DAC) – princípios, finalidades, desafios e exigências na sua planificação, monitorização e avaliação; • Desafios, implicações e dinâmicas de trabalho com e para os alunos alicerçado num DAC; • Potencialidades e dinâmicas de trabalho colaborativo e cooperativo entre docentes no âmbito de um DAC; • Domínios de articulação curricular (DAC): realidade ou utopia ao serviço da inovação pedagógica? 2.º sessão - Estratégias de construção e formas de operacionalização/avaliação dos DAC: • Caraterísticas e fases de operacionalização de um DAC – apresentação e exploração de exemplos práticos; • Construção/estruturação de um DAC (trabalho de grupo) a partir de uma simulação/caso prático apresentada pela formadora; • Conceção e operacionalização da avaliação de um DAC (trabalho de grupo) tendo por base a etapa anterior; • Apresentação, exploração e debate em torno dos trabalhos desenvolvidos – potencialidades e limitações.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-01-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial
2 28-01-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial


322

Ref. 230AFCD 14_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_14_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-01-16

Fim: 2026-01-16

Regime: Presencial

Local: Cineteatro Municipal Messias da Mealhada

Formador

Joana Margarida Facas Custódio Figueira Antão

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Ação de formação de elevada relevância histórica, social e cultural associada à exposição da obra de pintura de Manuel Filipe (1908 2002), destacado pintor português e uma das figuras mais representativas do movimento neorrealista em Portugal. Ação concebida no âmbito do Plano Nacional das Artes, promovendo a educação através da arte e dotando os docentes de conhecimentos e competências para a exploração da arte em articulação com as Aprendizagens Essenciais das disciplinas e o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Objetivos

1. Conhecer o movimento neorrealista em toda a sua diversidade, situando-o no contexto político, social e cultural da época. 2. Compreender o papel dos intelectuais e dos artistas neorrealistas portugueses na resistência ao regime salazarista. 3. Participar numa visita à exposição de pintura de Manuel Filipe, guiada por especialistas. 4. Capacitar os formandos a explorar autonomamente a exposição com os alunos. 5. Fornecer ferramentas aos docentes para promoverem a educação através da arte.

Conteúdos

- Palestra sobre o neorrealismo com o Professor Doutor António Pita, no Cineteatro Municipal Messias da Mealhada. - Visita mediada à exposição de pintura, patente no mesmo espaço cultural, pelo Professor Doutor António Pita.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-01-2026 (Sexta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial


321

Ref. 200A49_T1_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131911/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-01-13

Fim: 2026-04-14

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Maria Elisabete da Cruz Cardoso

Destinatários

Educadores de Infância

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Com a publicação das OCEPE, (Despacho 9180/2016, de 19 de julho) e do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, foi identificada a necessidade de realizar uma reflexão alargada em torno da construção e gestão curricular e da promoção de uma educação inclusiva na educação pré-escolar. As OCEPE, documento normativo que orienta e apoia o educador de infância na construção e gestão do currículo, preconiza a sua adaptação ao contexto social, às caraterísticas das crianças e das famílias e à evolução das aprendizagens de cada criança e do grupo. São também essenciais para esta reflexão e para o desenvolvimento profissional dos educadores de infância, as exigências da contemporaneidade e o disposto no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), em articulação com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC). Importa promover uma atualização científica e didática, respondendo às necessidades manifestadas pelos educadores de infância, apoiando-os na qualidade da educação pré-escolar, tendo em vista o bem-estar, o desenvolvimento e a aprendizagem de todas as crianças. Assim, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das áreas e domínios das OCEPE, destacando-se a Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, a Matemática, o Conhecimento do Mundo, as Artes Visuais, a Música, o Jogo dramático/Teatro, a Dança e a Educação Física.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em áreas de conteúdo e domínios das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar - Analisar o PA e as suas implicações curriculares, bem como compreender a relação entre as OCEPE e o PA, a fim de melhor gerir e implementar o currículo; - Fomentar a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, em coerência com os Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a Infância, considerando a organização do ambiente educativo e as aprendizagens a promover. - Utilizar recursos e materiais pedagógicos que promovam estratégias ativas e inclusivas, em contexto educativo.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) - Análise sobre articulação OCEPE, PA e Decreto-Lei n.º 54/2018 - Reflexão e debate sobre enquadramento das OCEPE: - Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a Infância - implicação na ação educativa. - Potencialidades da organização do ambiente educativo no currículo e nas aprendizagens. - Intencionalidade educativa na construção e gestão do currículo numa perspetiva articulada das diferentes áreas e domínios Módulo 2 - Linguagem Oral e abordagem à Escrita (10h) - Comunicação Oral e consciência linguística - Funcionalidade da linguagem escrita e utilização em contexto - Identificação de convenções da escrita - Prazer e motivação para ler e escrever - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 3 - Matemática (10h) - Números e operações - Organização e tratamento de dados - Geometria e medida - Interesse e curiosidade pela matemática - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 4 - Educação Física (10h) - Apropriação de diferentes formas de linguagem corporal - Ação da criança sobre si própria e sobre o corpo em movimento - Ação da criança sobre os objetos - Desenvolvimento da criança nas relações sociais em situação de jogo - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 5 - Artes Visuais (10h) - Capacidades expressivas e criativas através das experimentações e produções plásticas - Elementos da comunicação visual tanto na produção e apreciação das suas produções e do que observa - Apreciação de diferentes manifestações de artes visuais, expressando a sua opinião e leitura crítica - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 6 – Música (10h) - Identificação e descrição dos sons, suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais - Interpretação com intencionalidade expressiva-musical - Improvisações musicais utilizando diversos recursos sonoros - Valorização da música como fator de identidade social e cultural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 7 – Abordagem às Ciências (10h) - Processo de desenvolvimento da metodologia científica nas suas etapas - Conhecimento do mundo social - Conhecimento do mundo físico e natural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 8 – Capacitação Digital na educação de infância (10h) - Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional - Exploração, seleção e adequação de recursos educativos digitais ao contexto de aprendizagem - Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens - Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados

Metodologias

O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência as áreas e domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/atividade no âmbito de cada uma das áreas e domínios abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 54/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série, n.º 129. Disponível em https://afc.dge.mec.pt/docs/Legisla%c3%a7%c3%a3o/dl_55_2018_curriculo_ensino_basico_secundario.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdfDGE Recursos educativos para a educação pré-escolar Disponível em https://www.dge.mec.pt/recursos-0Cardona, M.J., Lopes da Silva, I., Marques, L., Rodrigues, P. (2021) Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EInfancia/documentos/planearavaliar.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 20-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 27-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 03-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 10-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 24-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 03-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 10-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 17-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 14-04-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


283

Ref. 202A1_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136016/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-01-13

Fim: 2026-03-10

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Susana Isabel Ribeiro Moreira de Oliveira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos EB, ES, Ed. Especial e GR 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos EB, ES, Ed. Especial e GR 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais.

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões; - Trabalho escrito individual;

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.europeanagency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-packsupporting-inclusion-and-equity-education.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 20-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 27-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 03-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 24-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 03-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 10-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial
8 17-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial


286

Ref. 205A45_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135700/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-01-13

Fim: 2026-03-10

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Paula Cristina Faustino Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 54/2018, relativo ao regime geral da educação inclusiva, trouxe novos desafios às escolas. Se o acesso à escola foi garantido com o alargamento da escolaridade obrigatória, é importante garantir que, para além do acesso, se assegure a participação destes alunos. É crucial existirem momentos de reflexão e partilha, por forma fazer-se um caminho consistente, promovendo a criação de verdadeiras escolas inclusivas. É importante refletir em torno das práticas, no sentido de garantir que a resposta dada ao aluno vai ao encontro das suas necessidades, abandonando a resposta dada apenas com base num diagnóstico clínico. A avaliação torna-se fundamental na tomada de decisões acertadas, reforçado pelo previsto no Decreto-Lei n.º 55/2018 quando se refere à avaliação.

Objetivos

- Capacitar os docentes para adaptar e diferenciar o currículo de acordo com as necessidades dos alunos; - Reconhecer a abordagem multinível como um modelo de ação de todos e para todos; - Reconhecer a importância das Medidas de Gestão Curricular no acesso ao currículo; - Capacitar para a aplicação de medidas de gestão curricular; - Equipar os docentes com estratégias de gestão da sala de aula que promovam um ambiente de aprendizagem inclusivo; - Reconhecer a importância da avaliação na definição das respostas adequadas a cada aluno; - Incentivar a prática reflexiva e o desenvolvimento profissional contínuo entre os docentes.

Conteúdos

Módulo I A importância do ciclo APAR- Avaliar-Planear-Agir-Rever, na tomada de decisão (numa lógica da abordagem multinível). Módulo II Medidas universais - Desenho universal para a aprendizagem - Acomodações curriculares: * Métodos e estratégias de ensino; * Modalidades e instrumentos de avaliação; *Adaptações de materiais e recursos educativos; *Adaptações no ambiente de aprendizagem; *Implementação e monitorização de acomodações curriculares. Módulo II Medidas seletivas - Adaptações curriculares não significativas: *Adaptações ao nível dos objetivos e conteúdos- alteração na sua priorização ou sequenciação; *Introdução de objetivos específicos que permitam atingir os objetivos globais e as aprendizagsn essenciais *Implementação e monitorização de adaptações curriculares não significativas. Módulo III Medidas adicionais - Adaptações curriculares significativas: *O currículo para cada aluno; *A importância de recursos especializados; *Implementação e monitorização de adaptações curriculares significativas.

Metodologias

A metodologia da ação é de cariz teórico-prático, sendo os conteúdos abordados de uma forma teórica, mas sempre com ligação à prática do dia-a-dia e envolvendo os formandos em reflexões sobre o tema. Através de estudos de caso, será analisada a aplicação das três medidas de gestão curricular, previstas no Decreto-Lei n.º54/2018 na sua redação atual, envolvendo os formandos na construção da resposta adequada a cada situação, valorizando a avaliação em todas as etapas.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Filomena Pereira e outros (2018). Para uma Educação Inclusiva- Manual de apoio à Prática. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE)Leite, T. (2011). Currículo e Necessidades Educativas Especiais. Aveiro: Universidade de Aveiro.Nunes, Clarisse & Madureira, Isabel. (2015). Desenho universal para a aprendizagem: construindo práticas pedagógicas inclusivas. Da investigação às Práticas. Vol.5, n.2.Trindade, Rui & Cosme, Ariana (2010). Educar e aprender na escola: Questões, desafios e respostas pedagógicas. Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel Leão.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 20-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 27-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 03-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 24-02-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 03-03-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 09-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 10-03-2026 (Terça-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial


299

Ref. 175A43_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130205/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-01-12

Fim: 2026-05-04

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Eugénio Domingos Pereira da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória aponta para a necessidade de os alunos desenvolverem competências que lhes permita responder às exigências da sociedade atual, e do futuro, sendo a resolução de problemas, o pensamento crítico, a colaboração, a comunicação, a criatividade e a utilização de tecnologias digitais consideradas competências essenciais para o século XXI. O envolvimento de alunos em atividades de pensamento computacional, programação e robótica oferece possibilidades de aprendizagem, tornando o processo mais criativo e atrativo, na medida em que os alunos se tornam parte ativa da aprendizagem. Assim, importa potenciar o desenvolvimento de competências de pensamento computacional, programação e robótica, desde a primeira infância, numa perspetiva de interação crítica, criativa e de construção de conhecimento. Numa perspetiva de desenvolvimento profissional de docentes, estes devem ser apoiados na utilização eficaz das tecnologias digitais de forma a integrarem estratégias de pensamento computacional, programação e robótica num ambiente de ensino e aprendizagem contextualizado, integrando o currículo das várias áreas disciplinares.

Objetivos

• Proporcionar aos docentes a aquisição de competências de criação e adaptação de cenários de aprendizagem, com recurso à robótica educativa que conjuguem o ensino dos conteúdos curriculares e o desenvolvimento de projetos digitais (animações, histórias interativas, jogos e desafios associados à robótica). • Identificar os princípios do pensamento computacional, a sua compreensão e aplicação como meio e instrumento de ensino diferenciado. • Aplicar e integrar os conhecimentos e competências adquiridos sobre programação e competências digitais num projeto pedagógico, desenvolvendo perspetivas interdisciplinares num ambiente de ensino e aprendizagem contextualizado.

Conteúdos

• A importância do pensamento computacional na Educação • Projetos educativos na área da programação e robótica • Funcionamento das linguagens básicas de programação • Apresentação do ambiente computacional – Scratch Júnior • Desenvolvimento de projetos com o Scratch Júnior • Possibilidades de exploração em sala de aula • Robótica - o raciocínio na resolução dos problemas e a lógica de utilização de robôs • Ações necessárias para a realização de determinada tarefa com o robô • Construção e montagem de cenários para utilização do robô

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de 1 a 10 valores. Participação (30%). Trabalho escrito individual, incluindo evidências da intervenção pedagógica realizada (70%).

Bibliografia

Ramos, J. L., Espadeiro, R. G., & Monginho, R. (2022). Introdução à programação, robótica e ao pensamento computacional na educação pré-escolar e 1.o ciclo do ensino básico necessidades de formação de educadores e professores (CIEP-UE). Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.Mirand-Pinto, MaribeL; Pinto, Ricardo. (2019). Aprender com Robôes - Livro de Atividades, Guide Artes GráficasMiranda-Pinto, Maribel; Monteiro, Ana F.; Osório, António J. (2017). Potencialidades e fragilidades de robôs para crianças em idade pré-escolar: 3 A 6 Anos. Revista Observatório, [S. l.], v. 3, n. 4, p. 302–330.Pedro, A., Matos, J., Piedade, J., Dorotea, N. (2017). Probótica, Programação e Robótica no Ensino Básico, Linhas Orientadoras, Instituto da Educação da Universidade de Lisboa.Jesus, C., Vasconcelos, J.B., Lima, R. (2016). Scratch e Kodu Iniciação à programação no ensino básico, FCA Editora de Informática.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-01-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 26-01-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 02-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 23-02-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Presencial


298

Ref. 228AFCD_11_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_11_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2026-01-07

Fim: 2026-01-07

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga

Formador

Ana Albertina Martins Pereira

Celeste Maria Cancela Rodrigues Lourenço da Silva

Flora Maria de Jesus Marques

Maria do Céu Rodrigues de Bastos Graça

Susana Gracinda de Melo Pinheiro

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Foi identificada a necessidade de capacitar os docentes para esta temática, uma vez que, o AEVV continua a receber alunos migrantes. É fundamental dotar os docentes de estratégias que permitam não apenas apoiar o desenvolvimento emocional, académico e social dos alunos migrantes, mas também fomentar a criação de um ambiente inclusivo e enriquecedor para toda a comunidade escolar. A integração eficaz destes alunos contribui para um processo educativo mais equitativo, garantindo-lhes as condições necessárias para o sucesso e valorizando a diversidade como um elemento essencial na formação de cidadãos globais. Esta formação visa capacitar os professores a promover respostas educativas inclusivas que favoreçam uma transição tranquila para os alunos, assegurando o seu bem-estar integral e pleno.

Objetivos

• Capacitar os destinatários de conhecimentos acerca da inclusão de alunos migrantes • Desenvolver estratégias pedagógicas inclusivas, ajustadas à diversidade linguística e cultural. • Promover a interculturalidade, valorizando as diferentes culturas presentes na escola. • Partilhar práticas do agrupamento. • Refletir acerca de novas estratégias a implementar.

Conteúdos

• Contextualização e sensibilização: o Impactos da migração na vida escolar dos alunos e das suas famílias; o Preconceitos e estereótipos: como identificá-los e evitá-los. • Estratégias de acolhimento e integração: o Procedimentos de acolhimento inicial; o Estratégias para facilitar a adaptação escolar; o Redes de apoio. • Dinâmicas de grupo e estratégias práticas: o Conhecer e praticar dinâmicas que promovam a integração de alunos migrantes na sala de aula; • Planeamento e compromisso: • Consolidar aprendizagens e preparar ações concretas.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-01-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial


317

Ref. 226AFCD 10_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_10_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-12-12

Fim: 2025-12-12

Regime: Presencial

Local: Escola Sede Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga

Formador

Anabela de Azevedo Brandão

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

As tecnologias com Inteligência Artificial (IA) fazem parte do dia-a-dia de qualquer cidadão há muitos anos. São inúmeras as tecnologias que têm embebidas nos seus sistemas alguma das componentes da IA, possivelmente, sem que tenhamos consciência disso. No entanto, só muito recentemente é que surgiu um novo campo da IA, a IA generativa. Estes modelos têm a funcionalidade de interagirem com o ser humano numa forma muito fácil e intuitiva para o utilizador. Os sistemas com IA generativa, interagem com o utilizador através de texto, imagem ou som, devolvendo conteúdos surpreendentes por serem tão semelhantes àqueles que, até há pouco tempo, só estavam ao alcance dos seres humanos. Não podemos negar que é expectável que alunos e professores já estejam habituados a utilizar estas ferramentas no seu dia a dia, no entanto, será esta utilização consciente e ética? Como a missão de qualquer professor é ensinar os seus alunos, é urgente conhecer estes sistemas, refletir sobre as suas potencialidade, os limites e os desafios éticos que levantam. Enquanto professores talvez não seja descabido assumir que cada aluno traz para a sala de aula este “companheiro”, pelo que se torna necessário encontrar as melhores estratégias para que possam orientar os seus alunos para uma utilização pedagogicamente vantajosa, ética e segura.

Objetivos

Capacitar os professores com as competências necessárias para ensinarem num presente com IA generativa.

Conteúdos

- Introdução à Inteligência Artificial: - História da IA. - Conceitos base sobre IA. - Desafios Éticos - Questões Éticas Discussão sobre os desafios éticos subjacentes aos sistemas com IA. - Capacitar para práticas responsáveis Reflexão sobre os benefícios, limitações e dificuldades que estas ferramentas trazem para o contexto educativo. - Tipos de Ferramentas com IA generativa - Aplicações que geram texto, imagem, vídeo e som. - Aplicações Práticas na Sala de Aula - Criação de Recursos Educativos com a ajuda da IA generativa.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-12-2025 (Sexta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


315

Ref. 227PND A5_T1_25_26 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1615/2025

Modalidade: Jornada

Duração: 6.0 horas

Início: 2025-11-21

Fim: 2025-11-21

Regime: Presencial

Local: Escola Sede Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga

Formador

Fátima Susana Quintas Araújo Soares

Susana Gracinda de Melo Pinheiro

Destinatários

Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos e Técnicos Superiores

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Esta ação enquadra-se no Plano de Atividades do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, em articulação com os domínios do Projeto Educativo, nomeadamente os Domínios B – Desenvolvimento da Qualidade da Ação Educativa, D – Formação dos Agentes Educativos e E – Ambiente Educativo. Pretende contribuir para a melhoria contínua do serviço público educativo, através da valorização pessoal e profissional do pessoal não docente. O atendimento escolar, enquanto primeira linha de contacto com a comunidade, assume um papel determinante na imagem da escola e na promoção de um ambiente educativo acolhedor, respeitador e cooperante. Esta formação surge, assim, como resposta à necessidade de reforçar competências comunicacionais e relacionais, em linha com os objetivos de qualidade, humanização e eficácia do serviço educativo. Os destinatários desta ação são os funcionários não docentes do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, nomeadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos e pessoal de apoio administrativo. Estes profissionais desempenham funções essenciais no acolhimento, acompanhamento e atendimento a alunos, encarregados de educação, docentes e fornecedores, sendo frequentemente o primeiro ponto de contacto com a comunidade escolar. A formação visa responder às necessidades identificadas de melhoria na comunicação, gestão de conflitos e atendimento ao público, reforçando a importância do seu papel na construção de um clima escolar mais positivo, empático e colaborativo. Pretende-se ainda promover o bem-estar relacional e a valorização do contributo de cada funcionário para o sucesso educativo e o bom funcionamento da escola.

Objetivos

• Desenvolver competências de comunicação assertiva, empática e profissional. • Promover atitudes de respeito, cooperação e acolhimento no atendimento à comunidade educativa. • Aprender a gerir conflitos e situações difíceis sem agressividade. • Valorizar o papel do assistente operacional como parte essencial da imagem e bom funcionamento da escola.

Conteúdos

Sessão 1 - Comunicação Profissional e Postura no Atendimento • Diferença entre comunicação informal e profissional. • Impacto da linguagem corporal, tom de voz e escolha das palavras. • Atitudes e comportamentos a evitar no contexto escolar. • Estratégias de comunicação assertiva e empática no atendimento a alunos, encarregados de educação e fornecedores. • Dinâmicas práticas. • Construção colaborativa de um Guia de Boas Práticas de Atendimento Escolar. Sessão 2 - Gestão de Conflitos e Relação com Alunos • Identificação de situações geradoras de conflito no contexto escolar. • Estratégias de resolução positiva de conflitos: escuta ativa, resposta calma e soluções construtivas. • Diferença entre firmeza e agressividade no cumprimento de regras. • Dinâmicas de grupo: sensibilização para o impacto das palavras e atitudes. • Role Play de situações reais de atendimento e convivência escolar. • Construção coletiva do Código de Atendimento da Escola, promovendo o compromisso e a coesão da equipa.

Metodologias

A formação adota uma metodologia participativa, prática e experiencial, promovendo a reflexão conjunta e o envolvimento ativo dos formandos. As sessões combinam momentos de exposição teórica, partilha de experiências, dinâmicas de grupo, simulações e construção coletiva de materiais de aplicação prática na escola.

Avaliação

Presencial: participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%). Autónomo: realização de uma avaliação escrita – trabalho ou teste escrito (70%). Os formandos serão classificados na escala de 1 a 20 valores.

Bibliografia

• Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga (2022-2025). Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga: Caminhar com Valor(es). Sever do Vouga: AE Sever do Vouga. • Direção-Geral da Educação (2018). Educação Inclusiva: Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Direção-Geral da Educação (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular: Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série, n.º 129. • Cunha, Pedro e Monteiro, Ana Paula (2019) Gestão de Conflitos na Escola, Lisboa, Pactor. • Caldeira, Suzana N. e Veiga, Feliciano H. (2011) Intervir em Situações de indisciplina Violência e Conflito, Lisboa, Fim de Século. • Despacho nº 6478/2017, 26 de Julho – Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-11-2025 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 21-11-2025 (Sexta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial


316

Ref. 223AFCD 8_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_8_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 2025-11-12

Fim: 2025-11-26

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de Anadia, Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Liliana Esgueira dos Santos

Destinatários

Professores do 1º Ciclo; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

Aproximadamente 70 a 80% das dificuldades de aprendizagem têm como base alterações na linguagem oral e/ou escrita, pelo que o encaminhamento para uma avaliação especializada, realizada por uma equipa multidisciplinar, é fundamental para a definição de estratégias e metodologias de ensino adequadas às necessidades do aluno. Vários estudos indicam que entre 5% a 7% das crianças apresentam Perturbação do Desenvolvimento da Linguagem (PDL), enquanto entre 5% a 10% apresentam Dificuldades de Aprendizagem da Leitura, nomeadamente Perturbação da Aprendizagem Específica (dislexia). A PDL e a Dislexia são perturbações de linguagem de carater neurobiológico e permanente onde um trabalho precoce com os intervenientes pretende minimizar o impacto nas aprendizagens escolares (leitura e escrita).

Objetivos

1. Aprofundar o conhecimento dos conceitos de Dislexia, Perturbação do Desenvolvimento de Linguagem e Perturbação da Linguagem; 2. Capacitar os docentes a compreender as problemáticas; 3. Promover a reflexão de metodologias de intervenção nas problemáticas; 4. Promover o trabalho colaborativo e interdisciplinar entre os diversos intervenientes, nas problemáticas da leitura e escrita; 5. Capacitar e incentivar o recurso a abordagens multissensorial em alunos com dificuldades na leitura e escrita; 6. Promover a reflexão da aplicação do Dec -Lei 54/2018 nas PDL/Dislexia.

Conteúdos

Módulo 1 – O que é a Perturbação do Desenvolvimento da Linguagem? O que é a Dislexia? 1. Conceito de Linguagem 2. Relação entre Linguagem Oral e Escrita 3. Preditores globais para a aquisição da linguagem escrita 4. A importância do processamento fonológico na leitura e escrita 5. Terminologias: Perturbação do Desenvolvimento da Linguagem, Dislexia/ Perturbação da Aprendizagem Específica (DSM-5) Módulo 2 –Perturbação do Desenvolvimento da Linguagem e Dislexia: quando encaminhar? 1. Sinais de alerta em idade pré-escolar 2. Sinais de alerta em idade escolar 3. Avaliação multidisciplinar: psicologia, terapia ocupacional, terapia da fala 4. Provas de rastreio e de avaliação em linguagem oral e escrita Módulo 3 – Estratégias de intervenção na PDL e Dislexia (Perturbação Aprendizagem Específica) 1. Estratégias para intervir na linguagem oral e escrita 2. Aplicação dos conceitos em casos práticos 3. Aplicabilidade das medidas universais do Decreto de Lei 54/2018 nas PDL e Dislexia


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-11-2025 (Quarta-feira) 16:00 - 18:00 2:00 Presencial
2 19-11-2025 (Quarta-feira) 16:00 - 18:00 2:00 Presencial
3 26-11-2025 (Quarta-feira) 16:00 - 18:00 2:00 Presencial


310

Ref. 162A19-T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132606/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-10-16

Fim: 2025-12-16

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Sylvie Lopes Marques

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O pensamento computacional já é considerado competência essencial que todos os estudantes devem desenvolver (P21's Framework for 21st Century Learning, 2015; ISTE Standards for Students, 2016), à semelhança do que foram no passado a leitura e a escrita, ou a realização de operações aritméticas.O pensamento computacional enquadra-se na área de competências Saber científico, técnico e tecnológico do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. As novas Aprendizagens Essenciais da Matemática referem o desenvolver a capacidade de pensamento computacional como sendo um dos oito objetivos que todos os alunos devem conseguir atingir para aprender Matemática no século XXI. Estas práticas são imprescindíveis na atividade matemática e dotam os alunos de ferramentas que lhes permitem resolver problemas, em especial relacionados com a programação.” Assim sendo, é urgente e imprescindível formar os professores de Matemática nesta área, para que possam incorporar o pensamento computacional na sua prática letiva, através de atividades que promovam aprendizagens significativas, recorrendo à programação, fomentando, assim, a melhoria da literacia digital dos alunos e o desenvolvimento de capacidades transversais ao currículo. O Scratch permite que os alunos dos vários ciclos de ensino aprendam a programar e desenvolvam a capacidade de pensamento computacional de uma forma simples e divertida. Desta forma podem aprender e desenvolver várias competências sem esforço.

Objetivos

Pretende-se com esta ação que os professores adquiram competências ao nível da programação com Scratch dando-lhes a conhecer novas metodologias de aprendizagem a utilizar nas suas práticas pedagógicas, de acordo com o nível de escolaridade dos seus alunos. Pretende-se que o professor: • domine a programação por blocos, recorrendo ao Scratch; • planifique atividades que desenvolvam o pensamento computacional e que as implementem em contexto sala de aula; • crie soluções codificadas, articulando o pensamento computacional com as áreas curriculares do ensino básico, e as programe em ferramentas de programação por blocos.

Conteúdos

Módulo 1: Competências para o Séc. XXI e Pensamento Computacional (2 horas) • Enquadramento e informação sobre os conteúdos da formação • Competências para o Séc. XXI no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória • Pensamento computacional e as Aprendizagens Essenciais. Módulo 2: Programação em Scratch (15 horas) • Introdução ao Scratch – Comunidade e site oficial • Criar com Scratch – Interface e funcionamento • Programação com Scratch – Realização de atividades dirigidas • Criação autónoma de projetos em Scratch Módulo 3: A Matemática e o Scratch (7 horas) • Análise de conteúdos matemáticos que podem ser lecionados com Scratch. • Planificação e conceção de recursos promotores do pensamento computacional. Módulo 4: Programação para além do Scratch (1 hora) • Exemplificação de programação em Python nas calculadoras gráficas

Metodologias

Serão usadas metodologias que fomentem a proatividade dos formandos e que conjuguem as exposições com atividades de prática: 1. Apresentação e exploração das diversas temáticas constantes dos conteúdos; 2. Realização de exercícios práticos num ambiente colaborativo, de partilha e reflexão; 3. Trabalho colaborativo em pequeno no grupo para a construção recursos.

Avaliação

Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da ação); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)

Bibliografia

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfAprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico https://www.dge.mec.pt/noticias/consulta-publica-aprendizagens-essenciais-de-matematica-do-ensino-basico- Galvin, C. (2009). O eTwinning na sala de aula: uma mostra de boas práticas. Bruxelas: Serviço Central de Apoio eTwinning, European Schoolnet. Acedido em 20/09/2013. http://resources.eun.org/etwinning/80/PUBLICATION_eTwinning_in_the_classroom_EN.pdf .Resnick, M. (2007). Sowing the Seeds for a More Creative Society. Learning and Leading with Technology. https://web.media.mit.edu/~mres/papers/Learning-Leading-final.pdfBrennan, K., Chung, M., & Hawson, J. (2011). Computação criativa – uma introdução ao pensamento computacionalbaseada no conceito de design. (Tradução de Teresa Marques). http://projectos.ese.ips.pt/cctic/wp-content/uploads/2011/10/Guia-Curricular-ScratchMIT-EduScratchLPpdf.pdfWing, J. M. (2006). Computational thinking. CACM, 49(3), 33-35. https://www.cs.cmu.edu/~15110-s13/Wing06-ct.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
2 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
4 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 03-12-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 11-12-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 16-12-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona


280

Ref. 222AFCD 9_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_9_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-10-15

Fim: 2025-10-15

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

A crescente diversidade dos contextos escolares e a complexidade dos desafios enfrentados pelos alunos exigem respostas pedagógicas mais personalizadas, preventivas e integradoras. As tutorias psicopedagógicas emergem como uma prática estruturada, com base científica robusta e alinhamento com as políticas educativas nacionais, assumindo-se como um instrumento essencial para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. De acordo com MECI, as tutorias psicopedagógicas são uma medida universal e preventiva, com início preferencial no 1.º ciclo, e visam o desenvolvimento de competências como a autorregulação, metacognição, resiliência, resolução de problemas e autoconhecimento. Estas competências são reconhecidas como preditores mais fortes de sucesso académico do que o próprio QI, sendo essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, assentes nos seguintes pontos: 1. Tutoria como prática estruturada e eficaz A investigação de Topping (2000) demonstra que a tutoria, quando bem planeada, monitorizada e sustentada por relações de confiança, promove a aprendizagem ativa, a autorregulação e o desenvolvimento de competências sociais. A tutoria professor-aluno permite um acompanhamento mais próximo e adaptado às necessidades específicas de cada aluno, criando um espaço seguro para a reflexão, a tomada de decisão e a construção de estratégias personalizadas de aprendizagem. 2. Promoção de perfis motivacionais adaptativos Valle et al. (2015) identificam que os alunos com orientação para objetivos de aprendizagem (learning goals) apresentam maior envolvimento, autoeficácia e controlo sobre a sua aprendizagem. A tutoria constitui um espaço privilegiado para fomentar este tipo de orientação motivacional, reduzindo a ansiedade, promovendo a perseverança e favorecendo o desenvolvimento de uma atitude positiva face aos desafios escolares. 3. Reformulação de atribuições causais e gestão emocional Segundo Weiner (2000), as interpretações que os alunos fazem sobre o seu desempenho — se atribuem o sucesso ou o insucesso a causas internas ou externas, estáveis ou instáveis, controláveis ou incontroláveis — influenciam diretamente as suas emoções (como orgulho, culpa ou vergonha) e os seus comportamentos futuros. A tutoria permite ao professor ajudar o aluno a desenvolver uma perceção mais realista, equilibrada e positiva das causas do seu desempenho, promovendo a responsabilização, a resiliência e a autoestima. 4. Contributo da Psicologia e da Investigação Educacional A ciência psicológica, conforme destacado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, oferece contributos valiosos para a formação e ação especializada no âmbito das tutorias, nomeadamente: • Diagnóstico e planeamento de intervenções personalizadas; • Desenvolvimento de competências socioemocionais e metacognitivas; • Promoção de relações interpessoais significativas e motivadoras; • Monitorização e avaliação de impacto das intervenções. As tutorias favorecem a construção de vínculos significativos, promotores da sensação de pertença e da motivação intrínseca, essenciais para sustentar o envolvimento escolar. Permitem ainda o desenvolvimento de competências como a metacognição, a aprendizagem autorregulada, a resiliência e a resolução de problemas — competências fundamentais para o sucesso académico e para a vida. 5. Alinhamento com políticas públicas e boas práticas internacionais O modelo de tutorias psicopedagógicas proposto pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) assenta numa abordagem holística, preventiva e colaborativa, com início no 1.º ciclo e continuidade ao longo do percurso escolar. Este modelo visa o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e emocionais, com impacto direto na qualidade das aprendizagens e na construção de percursos escolares sustentáveis. A investigação internacional (Komosa-Hawkins, 2010) reforça que programas de mentoria escolar bem estruturados contribuem para: • Aumento do envolvimento escolar e da autoestima; • Redução de comportamentos de risco; • Melhoria do desempenho académico e da permanência na escola; • Promoção de relações de confiança e apoio entre alunos e adultos significativos. 6. Relevância para o exercício profissional docente A formação em tutorias psicopedagógicas permitirá aos docentes: • Desenvolver competências de escuta ativa, empatia e orientação personalizada; • Integrar estratégias de promoção da autorregulação e da aprendizagem significativa; • Colaborar com técnicos especializados e famílias na construção de planos de ação tutorial; • Contribuir para ambientes de aprendizagem mais inclusivos, motivadores e emocionalmente seguros; • Assumir um papel ativo na prevenção do insucesso e abandono escolar, com base em práticas sustentadas na evidência.

Objetivos

1. Compreender os fundamentos teóricos, legais e científicos das tutorias psicopedagógicas, reconhecendo o seu enquadramento nas políticas educativas nacionais e nas boas práticas internacionais. 2. Analisar o impacto da tutoria na promoção da autorregulação, da motivação e do desenvolvimento socioemocional dos alunos, com base em evidência empírica (Topping, 2000; Valle et al., 2015; Weiner, 2000). 3. Desenvolver competências práticas para planear, conduzir e avaliar sessões de tutoria, com foco na personalização da aprendizagem, na construção de vínculos significativos e na promoção de percursos escolares sustentáveis. 4. Aplicar estratégias de escuta ativa, empatia e orientação motivacional, promovendo a reformulação de atribuições causais, a gestão emocional e o fortalecimento da autoestima dos alunos. 5. Colaborar com outros profissionais da comunidade educativa, integrando a tutoria numa abordagem multidisciplinar e articulada com os contextos curriculares e familiares.

Conteúdos

Módulo 1 – Fundamentos da Tutoria Psicopedagógica (15 min) Objetivo: Compreender os fundamentos teóricos, legais e científicos da tutoria como prática estruturada e eficaz. Conteúdos ajustados: • Conceito de tutoria e distinção entre tutoria formal/informal, individual/em grupo, presencial/online (Topping, 2000; OPP, 2016). • Diferenças entre ensino e tutoria: foco na relação, personalização e desenvolvimento integral. • Princípios de uma tutoria eficaz: o Relação sustentada e significativa (Komosa-Hawkins, 2010; Kraft & Falken, 2021). o Regularidade e continuidade (mínimo 1 ano, idealmente ao longo de um ciclo). o Estrutura e planeamento com objetivos claros e mensuráveis. o Integração no quotidiano escolar (não como medida remediativa, mas preventiva e universal). Módulo 2 – Motivação, Emoções e Relação na Aprendizagem (45 min) Objetivo: Analisar o impacto da tutoria na motivação, autorregulação e desenvolvimento socioemocional dos alunos. Conteúdos ajustados: • Perfis motivacionais e orientação para objetivos de aprendizagem (Valle et al., 2015). • Atribuições causais e emoções associadas (Weiner, 2000): orgulho, culpa, esperança, vergonha. • Relação tutor-aluno como fator protetor e promotor de resiliência, pertença e autoestima (OPP, 2016; Kraft & Falken, 2021). • Aprendizagem autorregulada (Schunkm, D.H. & Zimmernan, 2023) • A importância da empatia, escuta ativa e vínculo emocional na eficácia da tutoria (Komosa-Hawkins, 2010). Módulo 3 – Estratégias Práticas de Tutoria (1h) Objetivo: Desenvolver competências práticas para planear, conduzir e avaliar sessões de tutoria. Conteúdos ajustados: • Técnicas de escuta ativa, questionamento socrático e incitamento à reflexão. • Feedback construtivo e reforço positivo: como promover a autoeficácia e a autorregulação. • Planeamento de sessões de tutoria: o Definição de objetivos SMART. o Frequência e duração recomendadas (mínimo 3x/semana, 30-60 min — Kraft & Falken, 2021). o Integração com o currículo e articulação com os docentes. • Monitorização e avaliação contínua: registos, metas, indicadores de progresso (OPP, 2016). Módulo 4 – Desenho e planeamento da ação tutorial (1 h) Objetivo: Aplicar os conhecimentos adquiridos e construir um plano da ação tutorial Conteúdos ajustados: • Diagnóstico • Desenho e Planeamento o Articulação com a equipa pedagógica e psicólogos escolares. o Envolvimento das famílias e da comunidade educativa. o Adaptação a diferentes níveis de ensino e modalidades (individual, grupo, entre pares). • Avaliação


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-10-2025 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Online síncrona


309

Ref. 151A22_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126727/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2025-10-14

Fim: 2025-12-16

Regime: b-learning

Local: b-learning: TEAMS/Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da “Transição digital na Educação”. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.

Objetivos

Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.

Conteúdos

Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.

Avaliação

O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.

Bibliografia

Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org)Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders and teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdfBannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for school leaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdfCarravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital. file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdfEuropean Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework. https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
2 21-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
3 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 28-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
5 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
6 04-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
7 11-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
8 18-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
9 25-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
10 09-12-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
11 11-12-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
12 16-12-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


278

Ref. 176A44_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128848/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-10-09

Fim: 2025-11-27

Regime: b-learning

Local: b-learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A OMS define saúde mental como um estado de bem-estar no qual o individuo percebe o seu próprio potencial, é capaz de lidar com o stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera e contribuir para a sua comunidade. A investigação revela que os agentes escolares são um grupo vulnerável ao stress laboral (Saakvitne et al., 2000). Estudos em contexto nacional dão conta que 55% dos professores experienciam níveis significativos a elevados de stress profissional (Reisa, et al. 2018). Se este era já um cenário crítico, a vivência da pandemia veio agravá-lo, sendo que conclusões do estudo “Saúde Psicológica e Bem-estar”, do ME indicam que “pelo menos metade dos professores acusa sinal de sofrimento psicológico em pelo menos uma das medidas consideradas” (ME, 2022, p. iv). Torna-se fundamental ter em conta o Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde, que ressalva a importância de promover a literacia em saúde, promover atitudes e valores que suportem comportamentos saudáveis e criar condições para uma Escola Promotora de Saúde (EPS), capacitando os docentes para o conceito global de saúde e doença mental e desenvolver conhecimentos que respondam em contexto escolar aos sinais e sintomas de sofrimento psicológico e/ou doença mental. Como no Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde e no Referencial de Educação para a Saúde do ME, dando corpo ao que a OMS definiu como EPS “uma escola que fortalece sistematicamente a sua capacidade de criar um ambiente saudável para a aprendizagem. A EPS é, assim, um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar (…) experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde”, a mental incluída

Objetivos

Discutir a importância da promoção e educação para a saúde em contexto escolar Conhecer os objetivos e importância da saúde mental em contexto escolar Compreender conceitos básicos sobre a evolução do sofrimento psicológico; Conhecer conceitos básicos relativos à identificação e caracterização de diferentes quadros psicopatológicos; Desenvolver competências de observação e comunicação interpessoal com pessoas em sofrimento psicológico Identificar diferentes respostas de cuidados de saúde mental adequados às necessidades de pessoas em sofrimento psicológico Delinear estratégias colaborativas de atuação em contexto e para o contexto

Conteúdos

1. SAÚDE E SAÚDE MENTAL 1.1. Sofrimento psicológico e doença mental/ psiquiátrica 1.2. Origem da Doença Mental 1.3. O modelo de vulnerabilidade-stress 1.4. O continuum da Saúde Mental 2. PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL 2.1. Perturbações de Ansiedade 2.2. Perturbações Depressivas 2.3. Perturbações Bipolares 2.4. Perturbações do Espectro da Esquizofrenia 2.5. Perturbações do Comportamento Alimentar 2.6. Dependências 3. O IMPACTO DAS DOENÇAS MENTAIS 3.1. A importância da saúde mental no exercício da profissão de professor 3.2. Desafios à saúde mental do exercício da profissão de professor 4. COMPETÊNCIAS DE PRIMEIROS SOCORROS 4.1. Aprender 4.2. Parar 4.3. Olhar 4.4. Escutar 4.5. Apoiar 4.5.1. Onde obter apoio e quais as diferentes tipologias? 4.6. Recuperar 5. COMPETÊNCIAS DE AUTO-AJUDA 5.1. Estratégias contextualizadas para selecionar e adaptar formas de atuação com base em evidência de modo a corresponderem às necessidades identificadas em contexto e para o contexto

Metodologias

O curso foi organizado para ser desenvolvido na modalidade B-Learning, através de sessões presenciais e de sessões online, com recurso a uma plataforma de e-learning, de acordo com as especificações e os standards de e-learning. Inter-relacionando as sessões presenciais, as sessões online estarão sempre disponíveis, podendo o formando aceder aos conteúdos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com a sua disponibilidade, disponibilizados, na sua totalidade, na plataforma e-learning:Sessões presenciais em que são apresentados/discutidos os temas inter-relacionando com as sessões online e vice-versa Sessões online síncronas através de videoconferências, chats, entre outros. Esta modalidade tem a vantagem de se poderem realizar sessões em tempo real, seja qual for o local em que o formando se encontre. Sessões online assíncronas com suporte em e-mail, fóruns, fóruns, podendo o formando estudar quando quiser, flexibilizando e gerindo as aprendizagens de acordo com a sua disponibilidade, fomentando a proatividade, formulando perguntas ao formador com respetivo feedback por e-mail/ ou sistema de mensagens e outras ferramentas de feedback

Avaliação

Os formandos serão avaliados de 0 a 10 valores, conforme Carta Circular n.º 3 de 2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pelos formadores e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação nas sessões, bem como em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de uma de reflexão crítica (individual), que aborde os conteúdos trabalhados e evidenciem a aplicação das temáticas abordadas

Bibliografia

Carvalho, A. et al (2019). Saúde Mental em Saúde Escolar. Manual para a Promoção de Aprendizagens Socioemocionais em Meio Escolar. DGS. Disponível em http://aeesgueira.edu.pt/attachments/article/47/826_DGS_Manual_Saúde_Mental_em_Saúde_Escolar.pdf]DGE, 2014. Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde (PAPES). Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/papes_doc.pdfDGEEC, 2022. Relatório do estudo “Observatório Escolar: Monitorização e Ação | Saúde Psicológica e Bem-estar. Disponível em https://www.dgeec.mec.pt/np4/1357.htmlReis, S., Gomes, A.R., & Simães, C. (2018). Stress e burnout em professores: Importância dos processos de avaliação cognitiva. Psicologia, Saúde & Doenças, 19(2), 208-221. doi: http://dx.doi.org/10.15309/18psd190204.WHO, 2022. Health Promoting Schools. Disponível em https://www.who.int/health-topics/health-promoting-schools#tab=tab_1


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 13-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
3 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 20-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
5 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
7 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
10 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


281

Ref. 158A13_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125996/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-10-02

Fim: 2025-11-27

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Maria Manuel de Oliveira Santos

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As tecnologias digitais assumem um papel cada vez mais importante, pelo que os docentes devem ser capazes de analisar criticamente os recursos digitais existentes. Neste sentido, a DGE promoveu o projeto RED, sendo um dos objetivos contribuir para a capacitação dos professores no uso pedagógico das tecnologias e de recursos educativos digitais. Estes recursos foram concebidos para promover a autonomia dos alunos, acessíveis em computadores, smartphones e tablets. Este curso tem como objetivo capacitar os formadores que darão a conhecer os recursos aos professores, através da realização de oficinas que os incentivem a utilizá-los com os seus alunos, promovam a reflexão sobre o seu uso e sobre as experiências pedagógicas daí decorrentes.

Objetivos

Com este curso de formação, pretendemos: Dar a conhecer aos formadores o Projeto REDs, da DGE, para o 1.º ciclo do ensino básico; Constituir uma equipa de formadores que possam divulgar estes recursos junto dos professores e capacitá-los para a sua utilização com os seus alunos. Levar esses formadores a compreender o conceito de REDs e a sua importância; Promover a reflexão, análise e pertinência na adoção de determinados recursos digitais de acordo com as necessidades pedagógico-didáticas deste nível de ensino. Auxiliar os formadores a criar planos de formação e delinear a respetiva implementação em contextos de formação.

Conteúdos

1.º Módulo – RED (3 horas) Conceito de Recursos Educativos Digitais. Critérios de análise de Recursos Educativos Digitais de acordo com as características que devem reunir para a sua utilização junto desta faixa etária. 2.º Módulo – Ensinar com tecnologias digitais (2 horas) Metodologias de ensino com tecnologias digitais; condições necessárias para a sua implementação; Fatores que podem dificultar ou promover o uso das tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem de cada comunidade educativa. Estratégias para os contornar ou valorizar. 3.º Módulo – Apresentação e exploração do Projeto REDs (7 horas) Apresentação e exploração dos conteúdos do Projeto REDs, para professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, se possível com a intervenção de um ou vários autores ou promotores do projeto. Análise dos conteúdos do projeto; 4.º Módulo – Formar para refletir e criar (8 horas) Estratégias para a construção de planos de aula/guiões e outros materiais para o 1.º ciclo, onde sejam usadas as TD e em particular os REDs do projeto; Como delinear a implementar metodologias e estratégias que permitam a capacitação de professores do 1CEB para a utilização dos REDs, com os seus alunos, em contextos reais de aprendizagem; 5.º Módulo – Preparação da formação a implementar (5 horas) Criar planos de formação, para uma ou várias oficinas, adequados à capacitação de docentes no uso pedagógico-didático de recursos educativos digitais.

Metodologias

O curso funcionará em sessões síncronas de debate em torno de documentos e das experiências dos formandos, que contribuam para uma melhor perceção da importância dos recursos digitais no 1.º ciclo. Será privilegiado o trabalho em grupo, de três ou quatro pessoas, e a reflexão e partilha de materiais produzidos, em grande grupo. Será usada a plataforma Zoom para criar momentos de trabalho conjunto e em pequenos grupos que funcionarão em salas paralelas onde os formandos desenvolverão e refletirão sobre questões que serão depois trazidas para o grande grupo para serem partilhadas e debatidas. Será disponibilizado um espaço online de apoio à formação onde serão colocados os materiais da formação e partilhados os materiais produzidos.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição - 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica) - 50%. A conclusão do curso de Formação implica a obrigatoriedade da elaboração e apresentação dos vários trabalhos propostos e ainda a elaboração de um relatório de reflexão crítica. Serão considerados na avaliação dos formandos o trabalho presencial (participação e discussão de ideias, …) e o trabalho final (Reflexão crítica sobre a formação e os materiais produzidos, …).

Bibliografia

Castro, C., de Andrade, A. M., & Lagarto, J. (2016). Identificação de Fatores Facilitadores da Utilização de Recursos Educativos Digitais pelos Professores: A Perspetiva de Especialistas num Estudo e-Delphi.Revista Iberoamericana De Evaluación Educativa, 5(3). Obtido em janeiro de 2021 em https://revistas.uam.es/riee/article/view/4291Ramos, J.L., Duarte, V, Carvalho, J.M., Ferreira (2005). Modelos e práticas de avaliação de recursos educativos digitais. Obtido em janeiro de 2021 em https://ctne.fct.unl.pt/pluginfile.php/14432/mod_data/content/7401/1210161451_06_CadernoII_p_79_87_JLR_VDT_JMC_FMF_VM.pdf Rodrigues, M. do R. (2013).A integração didática das TIC numa sala de 1.o CEB: estudo de caso [Universidade de Aveiro]. Disponível online, consultada em janeiro de 2021 em https://ria.ua.pt/bitstream/10773/10969/1/tese.pdfSilva, H., & Costa, F. A. (2015). Recursos educativos digitais no futuro: perspetivas de professores, educadores e especialistas. EDUCERE - XII Congresso Nacional de Educação, Novembro, 16201–16216.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 09-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
5 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
9 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona


282

Ref. 165A23_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128909/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-10-02

Fim: 2025-11-27

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Paula Gracinda Arnaud Monteiro Dias

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Uma promoção de melhores aprendizagens para todos os alunos e a operacionalização do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA) exigem que as escolas assumam uma gestão do currículo que responda às necessidades dos alunos e contextos específicos. Isso implica uma gestão integrada do conhecimento, valorizando saberes disciplinares, trabalho interdisciplinar, diversificação de procedimentos de avaliação, promoção de capacidades de pesquisa, análise e argumentação, além do trabalho cooperativo e autónomo. A diversidade de contextos e públicos, incluindo alunos migrantes e com necessidades específicas, destaca a importância de repensar abordagens ao currículo, métodos de ensino e gestão dos tempos e espaços educativos para oferecer ensino de qualidade a todos, especialmente após os déficits de aprendizagem causados pela pandemia. Com base nestas premissas, é importante revisitar metodologias que sustentem a diferenciação pedagógica e estimulem a interdisciplinaridade. A diferenciação pedagógica, como estratégia para atender às necessidades individuais ou de pequenos grupos, e a interdisciplinaridade, como pilar essencial para uma gestão curricular eficiente, promovem um ambiente propício ao desenvolvimento de aprendizagens significativas. Além disso, a interdisciplinaridade facilita a integração das Aprendizagens Essenciais com o PA e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

Objetivos

Refletir sobre a flexibilização curricular e sua relação com as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Valorizar o papel das escolas e professores na gestão curricular dentro da sua autonomia; Conhecer novas formas de organização do tempo e espaço educativo para otimizar o ambiente de aprendizagem; Compreender os princípios da diferenciação pedagógica e sua importância para promover a equidade; Estimular a implementação de práticas pedagógicas promotoras da qualidade do sucesso escolar, recorrendo à interdisciplinaridade, à diferenciação pedagógica e a metodologias ativas de aprendizagem; Utilizar recursos pedagógicos para abordagem interdisciplinar e inclusiva; Diversificar e adequar práticas de avaliação das aprendizagens; Utilizar ferramentas para apoiar a gestão curricular; Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e resolução de problemas entre profissionais.

Conteúdos

Módulo 1 – Possibilidades de gestão curricular e pedagógica previstas no DL 55/2018 (3h horas) • Exploração dos princípios e oportunidades do Decreto-Lei n.º 55/2018 em articulação com o Decreto-Lei n.º 54/2018, ambos de 6 de julho: 1. Inclusão 2. Sucesso educativo 3. Qualidade das aprendizagens • O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e as suas implicações curriculares. • As aprendizagens essenciais das diversas disciplinas e a sua articulação com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória . Módulo 2 - Exploração de possibilidades de trabalho interdisciplinar (3 horas) • O trabalho colaborativo entre os docentes, com o objetivo de desenvolver uma abordagem interdisciplinar do currículo. • A interdisciplinaridade promotora da interseção das aprendizagens essenciais de diferentes disciplinas prevendo o seu planeamento, a sua realização e a avaliação das aprendizagens para uma gestão curricular mais eficiente e para a promoção de aprendizagens significativas. • A operacionalização da ENEC através de uma abordagem interdisciplinar. Módulo 3 - Diferenciação pedagógica enquanto promotora da equidade (4 horas) • Princípios e objetivos da diferenciação pedagógica • A diferenciação pedagógica como prática essencial para promover a inclusão e garantir que todos os alunos tenham oportunidades iguais de aprendizagem. • A avaliação ao serviço da aprendizagem. Módulo 4 - Metodologias ativas de aprendizagem que permitem a diferenciação pedagógica e estimulam a interdisciplinaridade (12 horas) • Métodos de ensino e estratégias pedagógicas (aprendizagem baseada em resolução de problemas, Design Thinking, sala de aula invertida, trabalho de projeto, entre outros) que promovem a participação e o envolvimento de todos os alunos. • Exploração de recursos e materiais pedagógicos, nomeadamente os digitais, que promovem uma abordagem interdisciplinar e inclusiva. Módulo 5 - Gestão do tempo e organização do espaço (3 horas) Gestão do tempo e organização do espaço educativo para otimizar o ambiente de aprendizagem. Trabalho em pequeno grupo, seguido de reflexão em plenário.

Metodologias

Exploração dos temas propostos, com adequado suporte teórico. Reflexão, análise e discussão em pequeno e em grande grupo, com recurso a fontes documentais pertinentes. Elaboração de trabalhos/produto final da ação, em função dos interesses dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

Cabral, I., & Alves, J. M. (2016). Um modelo integrado de promoção do sucesso (MIPSE) – A voz dos alunos. Revista Portuguesa de Investigação Educacional, 16, 81-113.Cosme, A., Lima, L., Ferreira, D., & Ferreira, N. (2019). Metodologias, Métodos e Situações de Aprendizagem: Propostas e Estratégias de Ação - Ensino Básico e Ensino Secundário. Lisboa, Portugal: Edições Sílabo.Ferreira, M. Guia para uma Pedagogia Diferenciada em Contexto de Sala de Aula: teorias, práticas e desafios. Lisboa: Coisas de Ler Edições, 2017.Maia, V. O., & Freire, S. (2020). A diferenciação pedagógica no contexto da educação inclusiva. Revista Exitus, 10, e020003. https://doi.org/10.24065/2237 9460.2020v10n0ID1147, em 4 março de 2024.Tomlinson, C. A. (2008). Diferenciação Pedagógica e Diversidade - Ensino de Alunos em Turmas com Diferentes Níveis de Capacidades. Coleção Educação Especial. Porto: Porto Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 09-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
5 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 20-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
9 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona


292

Ref. 216AFCD 3_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_3_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-10-01

Fim: 2025-10-01

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Carlota Cláudia Leão Martins Ribeiro da Cunha

Destinatários

Docentes dos grupos 260, 620 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes dos grupos 260, 620 e 910. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Águeda/ CFIAP - entidade parceira na certificação

Enquadramento

A formação em Polybat capacita os profissionais da educação física e do desporto escolar para incluírem alunos com deficiência motora e/ou intelectual em atividades desportivas adaptadas, alinhando-se com os princípios da escola inclusiva e das diretrizes da educação especial. Por outro lado, esta formação contínua em modalidades específicas como o Polybat permite aos profissionais manterem-se atualizados com práticas inovadoras e regulamentadas, valorizando o seu percurso profissional. Por fim esta formação permite desenvolver as competências dos professores de Educação Física e ensino especial para garantir o acesso de todos os alunos à prática desportiva, promovendo a equidade e a cidadania ativa

Objetivos

Compreender o enquadramento histórico e organizacional da atividade física e do desporto para pessoas com deficiência, reconhecendo a sua evolução, impacto social e estruturas de suporte atuais. Conhecer os princípios fundamentais do Polybat, incluindo a dinâmica do jogo, as regras oficiais e os equipamentos utilizados. Desenvolver competências práticas na implementação da modalidade, através da aplicação de exercícios, estratégias de ensino e adaptação das regras ao contexto escolar ou recreativo. Promover a inclusão de alunos com deficiência nas aulas de Educação Física, recorrendo ao Polybat como ferramenta pedagógica acessível e adaptada

Conteúdos

15:00 – 16:00 (1 h) Teórica: • Atividade física e desporto para pessoas com deficiência:  Origem e organização do desporto para pessoas com deficiência 16:00 – 18:00 (2h) Prática: • Introdução ao Polybat:  Dinâmica do jogo  Regras  Classificação desportiva funcional na modalidade  Exercícios e estratégias de ensino


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 01-10-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial


303

Ref. 106A10_T2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121029/23

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-09-23

Fim: 2025-11-18

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Susana Isabel Ribeiro Moreira de Oliveira

Destinatários

Professores do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Este curso decorre dos pressupostos inseridos no Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, onde se estabelecem «os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos…»; a mobilização de medidas universais, seletivas e/ou adicionais; que «Estas medidas são desenvolvidas tendo em conta os recursos e os serviços de apoio ao funcionamento da escola, os quais devem ser convocados pelos profissionais da escola, numa lógica de trabalho colaborativo e de corresponsabilização com os docentes de educação especial, em função das especificidades dos alunos» e a dinamização de Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo enquanto recurso agregado ao CAA. Ao mesmo tempo, o número de alunos com PEA tem vindo a aumentar exponencialmente nos diferentes níveis de ensino, trazendo novos desafios aos docentes. Com o alargamento da escolaridade obrigatória para os 18 anos, estes desafios estenderam-se também ao ensino secundário e profissional. Sendo um espetro muito abrangente, onde os alunos apresentam, muitas vezes, dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagem que exigem recursos especializados de apoio, torna-se impreterível dotar os docentes de conhecimentos e estratégias que lhes permitam fazer face a esses desafios.

Objetivos

- Dotar os docentes de conhecimentos mais aprofundados sobre a legislação em vigor, nomeadamente o Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; - Dotar os docentes de conhecimentos mais aprofundados sobre a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA): características, necessidades e desafios; - Encontrar estratégias, práticas e metodologias que melhor se adaptem aos diferentes alunos com PEA; - Capacitar os docentes para o desempenho do seu papel junto de um aluno com PEA; - Partilhar boas práticas e experiências.

Conteúdos

- Enquadramento legal da Educação Inclusiva; - A Perturbação do Espetro do Autismo: * O que é? * O espetro; * Principais características, necessidades e desafios; - Recursos humanos, materiais e organizacionais a mobilizar; * Pessoal docente e não docente; * Técnicos Especializados; * As Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo; * O Centro de Apoio à Aprendizagem; * Os Centros de Recursos para a Inclusão; * Instituições da Comunidade; * Serviços de Saúde; - Estratégias de Intervenção em Contexto Educativo; - A planificação, desenvolvimento e avaliação do aluno com PEA; * instrumentos, metodologias, contextos e critérios.

Metodologias

Apresentação do enquadramento legal da educação inclusiva. Análise e discussão de documentos orientadores e de casos particulares. Dinâmicas de grupo.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões: dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Decreto-Lei 3/2008 de 7 de janeiro Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho Filipe, C. (2012). Autismo conceitos, Mitos e Preconceitos. Lisboa. Babel Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-V Norma nº 002/2019 de 23/04/2019 da DGS;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-09-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 30-09-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 07-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 14-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 21-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 28-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 04-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial
8 18-11-2025 (Terça-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial


277

Ref. 203A8_25-26 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134728/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-09-22

Fim: 2025-11-24

Regime: b-learning

Local: b_learning: TEAMS/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

António Valdemar Alves da Silva

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Professores do Ensino Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A transformação digital em curso, impulsionada por tecnologias como a Inteligência Artificial (IA), redefine o presente e o futuro, impactando profundamente a produção de conhecimento e o cenário educacional. Esta Ação de Formação pretende capacitar os participantes com as ferramentas e a compreensão necessárias para integrar de forma eficaz as tecnologias emergentes nas suas práticas pedagógicas/andragógicas de modo a construir cenários e contextos sustentados e significativos. Face a toda esta vertiginosa evolução e para continuarem a responder às necessidades dos utilizadores e a desempenhar o seu papel fundamental no apoio à ciência e cultura, as unidades funcionais que são as escolas, onde se inserem as bibliotecas (escolares, municipais, conventuais, universitárias…) não podem estagnar num mundo em mutação. Através de um modelo de ensino imersivo, o programa desta formação está fortemente orientado para a prática docente, dotando os participantes de conceitos e ferramentas para avaliar oportunidades e riscos neste novo mundo digital, pretendendo igualmente desenvolver competências que ajudarão a quebrar bloqueios, agilizar tarefas burocráticas, estimular a criatividade, aumentar a produtividade, libertar tempo para tarefas pedagógicas, diversificar estratégias e atividades, personalizar ensino.

Objetivos

• Reconhecer o valor da tecnologia na educação; • Entender a IA Generativa e o seu potencial na educação; • Identificar aplicações da IA Generativa em diversos contextos; • Conhecer exemplos práticos e o impacto da IA; • Analisar criticamente a IA na educação e os seus desafios; • Experimentar ferramentas de IA com prática eficaz; • Capacitar para a implementação da IA em contextos educativos; • Criar experiências de aprendizagem com tecnologias inovadoras; • Avaliar o impacto da IA na aprendizagem; • Integrar tecnologias emergentes no currículo; • Transformar práticas pedagógicas com a IA.

Conteúdos

Módulo 1: Fundamentos da IA e Desafios Éticos - (3h presencial + 3h síncrona) o Breve história da IA: marcos e evolução. o Potencialidades e limitações da IA na educação. o Questões éticas no uso da IA: debate sobre riscos e oportunidades. o Noções basilares: Dados, Algoritmos, Computação, Aprendizagem Automática (Machine Learning - ML), Aprendizagem Profunda (Deep Learning – DL, Redes Neuronais, Modelos de Linguagem (Large Language Models - LLM) e IA Generativa. o IA – Evolução ou Revolução?: impacto na sociedade e na educação. o Reflexão crítica sobre a integração da IA no ensino. Módulo 2: IA Generativa e Modelos de Linguagem (LLM) - (3h síncrona + 3h presenciais + 2h assíncronas) o Conceitos e funcionalidades dos Modelos de Linguagem (LLM). o Principais LLM com versões gratuitas em Portugal: ChatGPT, Gemini, Claude, Copilot. o Comparação entre os vários LLM: ChatGPT, Gemini, Copilot e Claude - vantagens e desvantagens de cada um dos LLM. o Diferenças entre as versões gratuitas e pagas nos diferentes LLM. o Explicação do que é um chatbot e as boas práticas de interação com ele. o Modalidades unimodal e multimodal dos LLM. o O ChatGPT: interface, configurações, modalidades e funcionalidades. o Introdução e importância dos prompts na IA o Estrutura ideal passo a passo de um bom prompt, com exemplos: Papel, Tarefa, Contexto, Formato, Tom e Exemplos o Modalidades de prompts. o Técnicas para criar prompts eficazes o Refinamento iterativo e teste de variações o Estratégias avançadas: encadeamento, few-shots e calibração de temperatura. o Criação de prompts educativos personalizados. o Realização de exercícios de consolidação dos conhecimentos e competências sobre prompts em cenários educativos específicos das disciplinas que leciona. Módulo 3: Aplicações Práticas da IA na Educação - (3h síncrona + 3h presenciais + 2h assíncronas + 3h presenciais) o Exploração de ferramentas e aplicações de IA no processo ensino (IA para professores). o Exploração de ferramentas e aplicações de IA no processo de aprendizagem (IA para alunos). o Prática e Criação de Recursos Didáticos com IA para o trabalho de preparação de aulas. o Exploração do poder das LLM para melhorar a comunicação escolar dos docentes, dentro e fora da sua comunidade educativa. o Utilização das LLM para aprimorar os processos de divulgação de atividades, eventos, dinâmicas promovidas pelos professores. o Utilização de LLM para otimizar a gestão de tarefas extracurriculares dos professores. o Integração das LLM com outras plataformas educativas. o Prática guiada na utilização de LLMs para tarefas diárias. o Criação de recursos didáticos usando IA para o seu contexto educativo específico. Integrar esses recursos no esboço de trabalho final a apresentar na última sessão desta ação de formação. o Apresentação individual do esboço do trabalho final. o Feedback da turma e do formador. o Discussão final, reflexão e próximos passos.

Metodologias

•• Nas sessões presenciais vai-se privilegiar a abordagem expositiva e interativa, combinando apresentações com discussões individuais /grupo e atividades práticas. Com o foco na aplicação de conceitos de IA em contextos reais de ensino, incentiva-se os formandos a refletirem sobre a integração desta tecnologia nas suas práticas e a aplica-la em contextos educativos reais. • Nas Sessões síncronas online, realizadas em videoconferência, serão apresentados os conteúdos de referência através de: o uma componente teórica, centrada na transmissão de conteúdos, e uma metodologia demonstrativa e interrogativa, assumindo uma abordagem dialógica e de interação entre formador e formandos; o uma componente prática que irá privilegiar uma dinâmica ativa, centrada na simulação e metodologia de aprendizagem por execução de tarefas, promovendo um ambiente de partilha e colaboração entre os formandos. • Nas sessões assíncronas realização das tarefas propostas pelo formador, com instruções claras.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

VV., 88 Vozes sobre Inteligência Artificial, Oficina do Livro, 2023VICENTE, Paulo Nuno, Os Algoritmos e nós, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2023FORD, Martin, O Futuro da Inteligência Artificial, Bertrand Editora, 2022WOLFRAM, Stephen, O Que Faz o ChatGPT e Como Funciona, Casa das Letras, 2023HUNTER, Nathan, The Art of prompt Engineering with ChatGPT, 2023


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 29-09-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
3 06-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 13-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 20-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
6 27-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
7 03-11-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 10-11-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
9 24-11-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


287

Ref. 218AFCD 4_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_4_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-09-17

Fim: 2025-09-17

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Sylvie Lopes Marques

Destinatários

Professores do grupo 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 500.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

O trabalho de projeto é uma metodologia valorizada nas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, MACS e Matemática dos Cursos Profissionais, promovendo competências como pensamento crítico, resolução de problemas, comunicação matemática, trabalho colaborativo e autonomia. A sua implementação exige planeamento, acompanhamento e avaliação adequados. Esta formação visa apoiar os professores na operacionalização e avaliação do trabalho de projeto, alinhando com os objetivos curriculares e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. • A presença explícita do trabalho de projeto nos três programas confirma a sua importância transversal. • A formação permitirá aos docentes compreender como operacionalizar e avaliar projetos em diferentes contextos disciplinares e níveis de ensino.

Objetivos

• Compreender o enquadramento curricular do trabalho de projeto nas três disciplinas. • Identificar estratégias eficazes para planear, acompanhar e avaliar projetos matemáticos. • Partilhar projetos realizados em turmas piloto, como exemplos de práticas contextualizadas e alinhadas com os programas curriculares. • Promover o uso da tecnologia e do pensamento computacional na realização de projetos. • Estimular práticas colaborativas e reflexivas entre docentes.

Conteúdos

1. Enquadramento curricular • Referência ao trabalho de projeto nas AE de Matemática A, MACS e Cursos Profissionais. • Articulação com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. 2. Fases do trabalho de projeto • Formulação de problemas. • Planeamento e recolha de dados. • Análise e interpretação. • Comunicação dos resultados. 3. Avaliação do trabalho de projeto • Avaliação formativa e sumativa. • Instrumentos diversificados: relatórios, apresentações orais, vídeos, blogs, portefólios. • Critérios de avaliação: pertinência, rigor matemático, comunicação, criatividade. 4. Exemplos de projetos por disciplina • Promover a conceção e desenvolvimento de trabalhos de projeto contextualizados, alinhados com os temas curriculares e com os princípios metodológicos das Aprendizagens Essenciais. 5. Tecnologia e pensamento computacional • Utilização de Python, GeoGebra, folhas de cálculo. • Simulações e visualizações interativas.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-09-2025 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial


305

Ref. 224AFCD_7_25-26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_7_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5.5 horas

Início: 2025-09-11

Fim: 2025-09-11

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Aníbal Manuel Marques da Silva

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

No contexto educativo surgem cada vez mais alunos com problemáticas diversas que exigem, por parte dos docentes, o aprofundamento de conhecimentos e a adoção de estratégias de intervenção promotoras do desenvolvimento integral desses alunos e da sua inclusão. Esta formação revela-se muito necessária para os docentes e técnicos especializados, pois permite atualizar, aprofundar e/ou adquirir novos conhecimentos da área do neurodesenvolvimento e da saúde mental, que condicionam as aprendizagens e o bem estar das crianças e jovens até aos 18 anos.

Objetivos

Objetivos Fortalecer o papel da escola como espaço de inclusão e de bem estar; Capacitar os formandos para o aprofundamento da compreensão das diferentes problemáticas de saúde e definição de estratégias adequadas à implementação das medidas educativas adaptadas às necessidades dos alunos; Partilhar perspetivas multidisciplinares sobre os temas abordados; Construir respostas adaptadas aos desafios atuais da escola.

Conteúdos

Cérebro e aprendizagem; Dificuldades de aprendizagem VS dificuldades específicas de aprendizagem – um olhar multidisciplinar; Sinais de alarme para as perturbações do neurodesenvolvimento; Perturbação do espetro do autismo; Epilepsia; Ansiedade e depressão – implicações na vida escolar; Perturbação da hiperatividade e défice de atenção – visão multidisciplinar; Cefaleias em idade escolar.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-09-2025 (Quinta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 11-09-2025 (Quinta-feira) 14:30 - 17:00 2:30 Presencial


311

Ref. 193PND_A3_T2_24_25 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1465/2025

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2025-09-08

Fim: 2025-09-10

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Águeda Sul

Formador

Ana Carolina Ferreira de Almeida

Bárbara Rodrigues Moreira Dias

Destinatários

Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Esta ação enquadra-se no Plano de Atividades do Agrupamento e tem como objetivos promover práticas inclusivas e a equidade no acesso à educação de todas as crianças/alunos, reforçando as suas oportunidades de sucesso educativo. Visa ainda, através da capacitação dos profissionais, a promoção da autonomia, estabilidade emocional e relacionamentos interpessoais de crianças/alunos com necessidades educativas específicas, promovendo a sua inclusão no ambiente escolar.

Objetivos

No atual contexto educativo, os Assistentes Operacionais desempenham um importante papel no apoio à implementação da Educação Inclusiva, conforme preconizado no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Estes profissionais contactam com um elevado número de crianças e jovens com características muito diversas, podendo assumir um papel muito relevante na adoção de práticas que conduzam a um ambiente escolar mais inclusivo. Adicionalmente, constituem-se como um recurso humano específico de apoio à aprendizagem e à inclusão, colaborando frequentemente na implementação de medidas no âmbito da educação inclusiva. O Decreto-Lei n.º 54/2018, no seu artigo 11.º, alude à importância da formação específica destes profissionais neste âmbito. Os Assistentes Operacionais que trabalham mais diretamente com esta população têm referido a necessidade de formação específica nesta área.

Conteúdos

- Capacitar os Assistentes Operacionais com formação que lhes permita identificar, adquirir e desenvolver as competências necessárias à implementação de boas práticas, bem como a sua valorização pessoal e profissional;- Conhecer procedimentos inclusivos de acordo com a legislação em vigor, assim como o seu papel específico neste processo;- Conhecer as problemáticas mais comuns em âmbito escolar, bem como estratégias de intervenção ajustadas à sua função;- Promover o envolvimento e a participação no processo educativo de todas as crianças e alunos;- Agir de forma mais adequada perante uma situação/momento e de acordo com o perfil da criança/aluno;- Ter em consideração o respeito pelas regras de ética e sigilo profissional;- Ser capaz de estabelecer articulação e uma boa relação com os seus pares, outros intervenientes e as famílias, valorizando o espírito de equipa e de colaboração;- Adquirir ferramentas para a gestão das suas emoções no dia a dia.

Metodologias

O papel do Assistente Operacional na Educação Inclusiva (Decreto-Lei n.º 54/2018);- Valorização da diversidade, sensibilização e respeito pela diferença - a inclusão para cada criança/aluno e para a restante comunidade educativa;- Questões éticas: proteção de dados e informações da criança/aluno e das suas famílias;- Caracterização de problemáticas mais comuns, nomeadamente Perturbações do Neurodesenvolvimento, Perturbações Genéticas, Perturbações da Comunicação, Linguagem e Fala, Surdez e Baixa Visão;- Estratégias de intervenção: na sala de aula; no intervalo/recreio; no refeitório/almoço; na higiene pessoal; nas rotinas; no controlo de comportamentos desadequados;- Práticas de gestão de conflitos entre as crianças/alunos nas diversas faixas etárias;- Práticas de autocontrolo e gestão emocional pessoal.

Avaliação

Quantitativa: - Participação - 30%; - Teste escrito/ Trabalhos - 70% - Obrigatoriedade de 80% de assiduidade.

Bibliografia

- American Psychiatric Association (2014). DSM-5 - Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais. Climepsi.- Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho.- Nogueira, J. (2013). Aprendizagem: modelos comportamentais. In F. Veiga (Coord.), Psicologia da educação: Teoria, investigação e aplicação (pp. 177-217). Climepsi Editores.- Webster-Stratton, C. (2018). Como promover as competências sociais e emocionais das crianças (2.ª ed.). Psiquilíbrios Edições.- Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala (2023). Compendium de Terapia da Fala – Avaliar e Intervir com Evidência. Papa-Letras.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-09-2025 (Segunda-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-09-2025 (Segunda-feira) 14:00 - 16:30 2:30 Presencial
3 09-09-2025 (Terça-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
4 09-09-2025 (Terça-feira) 14:00 - 16:30 2:30 Presencial
5 10-09-2025 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


276

Ref. 215AFCD 2_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_2_25-256

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-09-05

Fim: 2025-09-05

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Hugo Renato Peres Caldeira

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

O Projeto Educativo de Escola (PEE) é o documento estruturante que define a identidade, missão e visão da escola, orientando a sua ação estratégica. Numa sociedade em rápida transformação, marcada por desafios como a transição digital (IA), os compromissos globais (ODS), a promoção da democracia e da inclusão, torna-se essencial que o PEE reflita essas preocupações e seja construído de forma participada, crítica e contextualizada. Esta ACD pretende apoiar os docentes na reflexão e debate em torno do PEE, promovendo a sua apropriação coletiva e a definição de estratégias para a sua divulgação e monitorização.

Objetivos

 Reforçar a importância do Projeto Educativo como documento estratégico da escola;  Refletir sobre os desafios atuais da educação e a sua integração no PEE (IA, ODS, democracia, inclusão);  Explorar metodologias de debate e construção participada do PEE;  Identificar estratégias de comunicação e divulgação do PEE junto da comunidade educativa;  Compreender mecanismos de monitorização e avaliação do PEE

Conteúdos

 O papel do Projeto Educativo na identidade e estratégia da escola;  Desafios contemporâneos da educação e a sua tradução no PEE: o Inteligência Artificial e literacia digital; o Educação para os 17 ODS; o Cidadania, democracia e inclusão;  Estratégias de debate e envolvimento da comunidade escolar na construção do PEE;  Comunicação e apropriação do PEE: da construção à divulgação;  Monitorização e avaliação do impacto do PEE.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-09-2025 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona


302

Ref. 214AFCD 1_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_1_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-09-03

Fim: 2025-09-03

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Susana Isabel Ribeiro Moreira de Oliveira

Destinatários

Exclusiva para os docentes da Escola Secundária Adolfo Portela

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Exclusiva para os docentes da Escola Secundária Adolfo Portela. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

O pessoal docente revela ainda um grande desconhecimento sobre as medidas passíveis de serem aplicadas ao abrigo do Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, em particular sobre as medidas universais. Existe igualmente uma grande confusão relativamente às diferenças entre este decreto e o anterior decreto 3/2008, com muitos docentes a manifestarem desconhecimento das novas nomenclaturas e de procedimentos a adotar. Em relação às Adaptações ao Processo de Avaliação, existe ainda um grande desconhecimento sobre o que é passível de aplicar em cada alínea, bem como muita confusão sobre as APA a aplicar na avaliação interna e na avaliação externa.

Objetivos

Dotar os docentes de conhecimentos mais específicos sobre as medidas a adotar ao abrigo do Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho. Explicitar as diferenças entre avaliação interna e externa e quais as APA passíveis de aplicar em cada. Esclarecer sobre procedimentos a adotar para a implementação das diferentes medidas e das APA.

Conteúdos

O Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho: - medidas universais; - medidas seletivas; - medidas adicionais; - Adaptações ao processo de avaliação interna e externa. Procedimentos a adotar na ESAP.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-09-2025 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


301

Ref. 220AFCD 6_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_6_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 2025-09-03

Fim: 2025-09-03

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Dolcinia de Fátima Matos Almeida

Destinatários

Professores dos Grupos 500 e 510

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

Enquadramento

Esta ação de curta duração (ACD) é destinada a professores do ensino secundário de Matemática e de Física e Química. Serão dado os primeiros passos na linguagem de programação Python. É um curso destinado a professores que querem começar a programar para que possam passar para os alunos o pensamento computacional tão necessário e útil nos dias de hoje. Nas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, podemos encontrar referência a este tema: “Desde o início do ensino secundário, a tecnologia deve ser usada de forma crítica e inteligente contribuindo para o desenvolvimento de novas competências associadas à área da programação que, nalguns países, estão já integradas nos programas de Matemática” (ME, 2018, p.3). A Matemática e a Física podem ganhar uma nova dinâmica ao utilizar a programação Python. Ao programar, os alunos podem aplicar noções adquiridas na sala de aula, transformar os conteúdos e ter um produto final que podem utilizar sempre que houver necessidade. A linguagem Python é muito utilizada e há que capacitar os docentes para novos desafios que se avizinham.

Objetivos

Conhecer a programação Python existente na calculadora; Criar pequenos programas com conteúdos das disciplinas de Matemática e Física – Química; Detetar erros nos programas; Conhecer os comandos básicos na programação Python.

Conteúdos

Pensamento computacional; Introdução à programação em Python (Lista de arquivo, Shell, atálogo, instruções base: print, input); Ciclos (if); Estruturas de repetição, como o ‘for’ e o ‘while’; Erros e como os detetar. Resolução e elaboração de tarefas.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-09-2025 (Quarta-feira) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial


307

Ref. 219AFCD 5_25_26 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_5_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4.0 horas

Início: 2025-09-02

Fim: 2025-09-02

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas de Anadia

Formador

Dolcinia de Fátima Matos Almeida

Destinatários

Professores dos Grupos 500 e 510

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Esta ação de curta duração (ACD) é destinada a professores do ensino secundário de Matemática e de Física e Química. Serão dado os primeiros passos na linguagem de programação Python. É um curso destinado a professores que querem começar a programar para que possam passar para os alunos o pensamento computacional tão necessário e útil nos dias de hoje. Nas Aprendizagens Essenciais de Matemática A, podemos encontrar referência a este tema: “Desde o início do ensino secundário, a tecnologia deve ser usada de forma crítica e inteligente contribuindo para o desenvolvimento de novas competências associadas à área da programação que, nalguns países, estão já integradas nos programas de Matemática” (ME, 2018, p.3). A Matemática e a Física podem ganhar uma nova dinâmica ao utilizar a programação Python. Ao programar, os alunos podem aplicar noções adquiridas na sala de aula, transformar os conteúdos e ter um produto final que podem utilizar sempre que houver necessidade. A linguagem Python é muito utilizada e há que capacitar os docentes para novos desafios que se avizinham.

Objetivos

Conhecer a programação Python existente na calculadora; Criar pequenos programas com conteúdos das disciplinas de Matemática e Física – Química; Detetar erros nos programas; Conhecer os comandos básicos na programação Python.

Conteúdos

Pensamento computacional; Introdução à programação em Python (Lista de arquivo, Shell, atálogo, instruções base: print, input); Ciclos (if); Estruturas de repetição, como o ‘for’ e o ‘while’; Erros e como os detetar. Resolução e elaboração de tarefas.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-09-2025 (Terça-feira) 14:00 - 18:00 4:00 Presencial


306

Ref. 185PND A1_T2_24_25 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1308/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2025-07-08

Fim: 2025-07-22

Regime: Presencial

Local: Escola sede do Agrupamento de Escola de Anadia

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Assistentes Operacionais e Assistentes Técnicos

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

O plano de atividades é um documento estratégico que visa mitigar os problemas identificados. A prevalência das perturbações mentais entre as crianças e adolescentes aumentou nos últimos 20 a 30 anos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em todo o mundo, cerca de 20% das crianças e adolescentes sofrem de problemas comportamentais, desenvolvimentais ou emocionais, sendo que 1 em cada 8 apresenta uma perturbação mental. Fazendo a tradução desta prevalência o grupo turma e assumindo uma turma com 24 alunos, 3 alunos em cada turma apresentarão uma perturbação mental. Deste modo capacitar o pessoal não docente nesta temática vai ao encontro dos desígnios do Pacto Europeu para a Saúde Mental e Bem-Estar e Plano Nacional para a Saúde Mental. Uma vez que a Organização Mundial de Saúde declarou que a saúde mental das crianças e jovens é uma área-chave para a qual os profissionais e decisores políticos devem dirigir a sua atenção e preocupações. Capacitar o pessoal não docente no âmbito dos primeiros socorros em saúde mental é fundamental, pois eles desempenham um papel essencial no dia a dia escolar, interagindo diretamente com alunos, professores e outro pessoal não docente. Capacitar estes profissionais com habilidade de primeiros socorros em saúde mental (PSSM) contribui significativamente para a capacidade da escola proporcionar o bem-estar emocional de todos e de responder adequadamente a crises. Importa reforçar que o pessoal não docente, fora do contexto de sala de aula, estão na primeira linha de apoio, deste modo ao serem capacitados em PSSM, podem reconhecer sinais precoces de problemas de saúde mental e proporcionar suporte imediato. Em situações de crise, como a ansiedade, pânico, automutilação ou até pensamentos suicidas, uma resposta rápida e adequada faz toda a diferença. Entender a importância da saúde mental, contribui para uma cultura escolar mais aberta e acolhedora, onde é mais fácil pedir ajuda.

Objetivos

- Reconhecer sinais e sintomas de problemas de Saúde Mental- Proporcionar a primeira resposta adequada- Desenvolver competência de escuta ativa e comunicação- Conhecer os recursos e encaminhamentos adequados- Reduzir o estima relacionado à Saúde Mental- Promover a autoproteção e o Autocuidado- Entender os Princípios Éticos dos PSSM- Fomentar a resiliência e o suporte mútuo -Monitorizar e avaliar o impacto da intervenção

Conteúdos

Uma ação de formação em primeiros socorros em saúde mental (PSSM) deve incluir uma variedade de conteúdos que capacitem os participantes a reconhecer, intervir e oferecer suporte adequado a pessoas em crise ou em sofrimento emocional. A seguir, estão os principais conteúdos que integram esta formação:1. Introdução à Saúde Mental*-Definição e Importância da Saúde Mental: compreender o que é saúde mental e sua importância para o bem-estar geral.-Estigma e Saúde Mental: Discussão sobre os estigmas associados aos transtornos mentais e a importância de superá-los e reflexão sobre factos e mitos. 2. Principais Perturbações mentais em contexto escolar- Perturbações mentais em contexto escolar: breve descrição das perturbações mais comuns em contexto escolar: depressão, ansiedade, problemas de comportamento e perturbações relacionados com o uso de substâncias.- Sintomas e Sinais de Alerta: como identificar os sinais e sintomas; 3. Primeiros Socorros em Saúde Mental- O que São Primeiros Socorros em Saúde Mental: Explicação do conceito e dos objetivos dos PSSM.- Princípios Básicos de Intervenção: Introdução às abordagens fundamentais de primeiros socorros em saúde mental, incluindo como se comunicar de maneira eficaz e empática.-Etapas dos PSSM:- Avaliação: Identificação dos sinais de alerta e avaliação do risco imediato.- Ação: Como intervir de forma segura e eficaz.- Apoio e Encaminhamento4. Técnicas de Comunicação e Escuta Ativa-Competências de Escuta Ativa: Técnicas para ouvir de forma empática e sem julgamento.-Comunicação Eficaz: Como comunicar-se de maneira clara, calma e respeitosa durante uma crise.- Como Fazer Perguntas: Estratégias para fazer perguntas abertas que incentivem a pessoa a expressar seus sentimentos e pensamentos.5. Intervenção em Situações de Crise - Crise de Ansiedade e Pânico: Como reconhecer e lidar com ataques de pânico.-Intervenção em Casos de Depressão: Como ajudar uma pessoa com sinais de depressão, incluindo o risco de suicídio.- Situações de dificuldades na autorregulação do comportamento.- Automutilição e Comportamento Suicida: Intervenção em situações onde há risco de automutilição ou suicídio.6. Autocuidado e Gestão Emocional- Autoproteção: Técnicas para proteger a própria saúde mental enquanto ajuda os outros.-Estratégias de Autocuidado-Reconhecendo os Próprios Limites: Como identificar quando é necessário procurar ajuda adicional ou encaminhar a pessoa para profissionais.7. Recursos e Encaminhamentos- Serviços de Saúde Mental: Conhecimento sobre os serviços locais e nacionais de saúde mental, incluindo linhas de apoio e centros de crise.-Como e Quando Encaminhar: Identificação dos momentos certos para encaminhar a pessoa para ajuda profissional.8. Aspetos Éticos e Legais- Confidencialidade: Como manter a privacidade da pessoa em crise.- Consentimento e Autonomia9. Prática Simulada- Estudos de Caso e Simulações: Prática de cenários simulados para aplicar os conhecimentos adquiridos.- Debriefing e Discussão: Análise das simulações, com feedback construtivo e discussão em grupo sobre as melhores práticas.10. Avaliação e Reflexão- Autoavaliação: Reflexão sobre a aprendizagem e autoavaliação das competências adquiridas; -Feedback da Formação: Coleta de feedback dos participantes para melhorar futuras formações.Esses conteúdos oferecem uma base sólida para uma formação em primeiros socorros em saúde mental, preparando os participantes para agir de forma informada e eficaz em situações de crise. Ao cobrir desde o reconhecimento dos sinais de alerta até a prática de intervenções e o autocuidado, a formação procura garantir que os participantes estejam preparados para oferecer o suporte necessário e promover a saúde mental na comunidade.

Avaliação

Avaliação com base na: - Participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Teste escrito /Trabalho individual – 70%. Os formandos serão classificados na escala de 0 a 20 valores. Frequência obrigatória em 80% da formação. Formação acreditada pela Direção Geral da Administração Escolar com o número de registo DGAE/1308/2024 e certificada pelo CFIAP.

Bibliografia

arvalho, A. et al (2019). Saúde Mental em Saúde Escolar. Manual para a Promoção de Aprendizagens Socioemocionais em Meio Escolar. DGS. Disponível emhttp://aeesgueira.edu.pt/attachments/article/47/826_DGS_Manual_Saúde_Mental_em_Saúde_Escolar.pdf]DGE, 2014. Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde (PAPES). Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/papes_doc.pdfDGEEC, 2022. Relatório do estudo “Observatório Escolar: Monitorização e Ação | Saúde Psicológica e Bem-estar.Disponível em https://www.dgeec.mec.pt/np4/1357.htmlWHO, 2022. Health Promoting Schools. Disponível em https://www.who.int/health-topics/health-promotingschools#tab=tab_1


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2025 (Terça-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
2 08-07-2025 (Terça-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
3 16-07-2025 (Quarta-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
4 16-07-2025 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
5 22-07-2025 (Terça-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial


274

Ref. 195PND_ A2_T3_24_25 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1378/2024

Modalidade: Jornada

Duração: 6.0 horas

Início: 2025-07-04

Fim: 2025-07-04

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Assistentes Operacionais e Assistentes Técnicos

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

O plano de atividades é um documento estratégico que visa mitigar os problemas identificados, esta necessidade de formação foi apontada pelos (as) Assistentes Operacionais no diagnóstico que o Agrupamento de Escolas de Águeda (AEA) realizou. O AEA nos últimos anos letivos o número de alunos migrantes, sendo atualmente 25 % da população escolar. De acordo com as recomendações do Conselho Nacional de Educação (2022) é fundamental que a educação intercultural seja vivida no dia-a-dia da escola. As mesmas recomendações encorajam “a curiosidade e empatia sobre o/a outro/a, normaliza a diferença, promove o espírito crítico através da integração de outras perspetivas e do questionamento das narrativas dominantes” (p.4). Capacitar o pessoal não docente no âmbito da educação intercultural é fundamental, pois eles desempenham um papel essencial no dia a dia escolar, interagindo diretamente com alunos, em momentos mais informais como intervalos e refeições. Estarem capacitados ao nível da educação intercultural permite que reconheçam e valorizem a diversidade cultural, promovendo um ambiente escolar mais acolhedor e equitativo. A promoção de um ambiente escolar inclusivo facilita a integração de alunos migrantes e permite a resolução de conflitos de uma forma mais ajustada e assertiva.

Objetivos

Compreender o conceito de Educação Intercultural- Reconhecer e respeitar a Diversidade Cultural - Sensibilizar para as Necessidades Específicas dos Alunos Migrantes - Desenvolver competências de Comunicação Intercultural - Promover a Inclusão e o Acolhimento de Alunos e Famílias Migrantes - Mediar conflitos de forma ajustada e assertiva- Fortalecer a empatia e o comportamento inclusivo - Incentivar o crescimento profissional e pessoal - Fomentar o trabalho em equipa

Conteúdos

1.⁠ ⁠Introdução à Educação Intercultural • Conceitos básicos: O que é educação intercultural? Qual a sua importância no contexto escolar? • Diversidade cultural: Compreensão das diferentes culturas presentes na comunidade escolar (exemplos práticos, como costumes, línguas e tradições). • Legislação: Informações sobre as políticas educativas e legislação referente à diversidade cultural. 2.⁠ ⁠Reconhecimento e Valorização da Diversidade • Estereótipos e preconceitos: Como identificar e evitar comportamentos baseados em estereótipos culturais. • Promoção de respeito e empatia: Estratégias para fomentar uma atitude de respeito e curiosidade positiva sobre outras culturas. • Cultura escolar inclusiva: Como contribuir para um ambiente que acolha todas as crianças e suas especificidades culturais. 3.⁠ ⁠Competências de Comunicação Intercultural • Comunicação verbal e não-verbal: Como interpretar e utilizar a linguagem de maneira respeitosa e sensível às diferentes culturas. • Gestão de conflitos culturais: Dicas sobre como lidar com possíveis conflitos ou mal-entendidos culturais no ambiente escolar. 4.⁠ ⁠Práticas Inclusivas no dia-a-dia Escolar • Interações no refeitório e recreio: Dicas sobre como garantir que as atividades do cotidiano escolar (refeições, jogos, etc.) sejam inclusivas para todos. • Ajustes e adaptações: Identificar necessidades culturais específicas (como alimentação, práticas religiosas, etc.) e fazer as devidas adaptações práticas. • Sinais de exclusão e bullying cultural: Como identificar e intervir em casos de bullying ou exclusão com base em diferenças culturais.5.⁠ ⁠Colaboração com a Comunidade Escolar • Trabalho em equipe: Como colaborar com professores e outros funcionários para promover uma escola inclusiva. • Comunicação com as famílias: Estratégias para facilitar a comunicação com pais e encarregados de educação de diferentes culturas. • Eventos interculturais: A importância de participar e promover eventos que celebrem a diversidade cultural na escola (feiras culturais, dias temáticos, etc.). 6.⁠ ⁠Estudo de Casos e Situações Práticas • Estudos de caso: Análise de exemplos concretos de desafios interculturais em escolas, discutindo como as situações foram (ou poderiam ser) resolvidas. • Role-playing: Simulações para que os assistentes operacionais possam praticar o que aprenderam e sentir-se mais preparados para lidar com situações interculturais.

Avaliação

Participação - 30% Teste escrito - 70%

Bibliografia

Darla K. Deardorff-The SAGE Handbook of Intercultural Competence -Sage Publications, Inc (2009) Plano de ação sobre a integração e a inclusão para 2021-2027 https://home-affairs.ec.europa.eu/system/files_en?file=2020-11/action_plan_on_integration_and_inclusion_2021-2027.pdf Santos, L., Mineiro, J. P., Batalha, J., & Reis, J. (2022). Recomendação. https://www.cnedu.pt/content/noticias/CNE/Recomendacao_Acolhimento_migrantes_escola_inclusiva.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-07-2025 (Sexta-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
2 04-07-2025 (Sexta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial


273

Ref. 199AFCD_22_24_25 Concluída

Registo de acreditação: AFCD_22_24_25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 2025-07-02

Fim: 2025-07-02

Regime: Presencial

Local: Escola sede Agrupamento Escolas de Valongo do Vouga

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A tutoria professor-aluno é uma prática pedagógica centrada na relação individualizada, que visa apoiar o desenvolvimento académico, emocional e motivacional dos alunos. Esta abordagem é sustentada por três pilares fundamentais: 1. Tutoria como prática estruturada e eficaz Topping (2000) demonstra que a tutoria, quando bem planeada e monitorizada, promove a aprendizagem ativa, a autorregulação e o desenvolvimento de competências sociais. A tutoria professor-aluno permite um acompanhamento mais próximo, adaptado às necessidades específicas de cada aluno. 2. Promoção de perfis motivacionais adaptativos Valle et al. (2015) identificam que alunos com objetivos de aprendizagem (learning goals) apresentam maior envolvimento, autoeficácia e controlo sobre a aprendizagem. A tutoria é um espaço privilegiado para fomentar este tipo de orientação motivacional, reduzindo a ansiedade e promovendo o sucesso académico. 3. Reformulação de atribuições causais e gestão emocional Weiner (2000) sublinha que as interpretações que os alunos fazem sobre o seu desempenho (atribuições internas/externas, estáveis/instáveis, controláveis/incontroláveis) influenciam diretamente as suas emoções (orgulho, culpa, vergonha) e comportamentos futuros. A tutoria permite ao professor ajudar o aluno a desenvolver uma perceção mais realista e positiva das causas do seu sucesso ou insucesso.

Objetivos

1. Compreender os fundamentos teóricos e empíricos da tutoria professor-aluno. 2. Identificar os benefícios da tutoria na motivação, autorregulação e desempenho dos alunos. 3. Desenvolver competências práticas para planear, conduzir e avaliar sessões de tutoria. 4. Promover uma abordagem empática, motivadora e orientada para o desenvolvimento integral do aluno.

Conteúdos

Módulo 1 – Fundamentos da Tutoria • Conceito e tipos de tutoria (Topping, 2000). • Diferenças entre ensino e tutoria. • Princípios de uma tutoria eficaz: estrutura, regularidade, foco no aluno. Módulo 2 – Motivação e Emoções na Aprendizagem • Perfis motivacionais dos alunos (Valle et al., 2015). • Objetivos de aprendizagem vs. objetivos de desempenho. • Atribuições causais e emoções associadas (Weiner, 2000): orgulho, culpa, vergonha, esperança. Módulo 3 – Estratégias Práticas de Tutoria • Técnicas de escuta ativa, questionamento e incitamento. • Como dar feedback construtivo e reforço positivo. • Identificação e correção de erros com foco na autorregulação. • Planeamento de sessões de tutoria: objetivos, duração, frequência. Módulo 4 – Aplicação e Reflexão • Simulação de uma sessão de tutoria. • Discussão de casos práticos. • Planeamento de implementação no contexto escolar.


Observações

Referências Bibliográficas Topping, K. J. (2000). Tutoria (M. V. Gomes, Trad.). Academia Internacional da Educação / UNESCO. (Original publicado em inglês na série Educational Practices Series, n.º 5) Valle, A., Núñez, J. C., Cabanach, R. G., Rodríguez, S., Rosario, P., & Inglés, C. J. (2015). Motivational profiles as a combination of academic goals in higher education. Educational Psychology, 35(5), 634–650. https://doi.org/10.1080/01443410.2013.819072 Weiner, B. (2000). Intrapersonal and interpersonal theories of motivation from an attributional perspective. Educational Psychology Review, 12(1), 1–14. https://doi.org/10.1023/A:1009017532121

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-07-2025 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial


275

Ref. 156A6-T2_24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126002/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-05-15

Fim: 2025-06-26

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Anabela de Azevedo Brandão

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.

Objetivos

Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.

Conteúdos

Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.

Metodologias

O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.

Bibliografia

Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligenceArtificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Council of Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-enArtificial Intelligence and the future of education, European Commission: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 20-05-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
3 22-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 27-05-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
5 29-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 03-06-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
7 05-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
8 18-06-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
9 25-06-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
10 26-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona


250

Ref. 180A40-24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131251/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2025-05-12

Fim: 2025-06-30

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Maria Manuel de Oliveira Santos

Destinatários

Professores dos Grupos 110, 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 910.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A escola deve garantir o sucesso na aprendizagem da escrita a todos os alunos. Ao longo das últimas décadas tem sido objeto da investigação em didática da língua a conceção, a experimentação e a avaliação de dispositivos para o ensino da escrita, nomeadamente da produção textual. A ilustração assume um importante papel na aprendizagem infanto-juvenil, sendo o príncipio ou o fim de um processo de reflexão e de escrita criativa. Enquanto iniciativa de formação, através da investigação visual e da experimentação, os docentes devem desenvolver conhecimentos que podem aplicar em sala de aula, de forma criativa, motivadora e facilitadora das aprendizagens dos alunos potenciando, deste modo, a participação e a construção de um conhecimento dotado de significado. Enquanto área artística, a escrita criativa e a ilustração apresentam características diversificadas, quer no conteúdo/ mensagem, quer nas técnicas utilizadas, oferecendo aos participantes a exploração de técnicas artísticas experimentais para a produção de ilustrações de textos e histórias.

Objetivos

• Apresentar a ilustração como elemento potenciador da compreensão e da produção textual; • Construir conhecimentos científicos e didáticos no âmbito da produção textual; • Conceber materiais didáticos ajustados às técnicas utilizadas na ilustração, nomeadamente através do uso de ferramentas digitais; • Explorar várias técnicas de expressão plástica; • Aplicar e avaliar a adequação dos materiais didáticos concebidos.

Conteúdos

- Estrutura narrativa (elementos prototípicos); Situação inicial; Construção das personagens; Definição das peripécias; Espaços das ações; Desenlace; Histórias ocultas. - Expressão plástica bidimensional e tridimensional; Ilustração (conceitos, tipos de ilustração e referências visuais); Materiais e técnicas de ilustração; Recurso a ferramentas digitais. - Adequação do grau de complexidade dos textos e ilustrações trabalhados ao nível de ensino. - Articulação curricular.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

Barthes, R. (1973). Análise estrutural da narrativa. Petrópolis: Vozes.Calado, I. (1994). A utilização educativa das imagens. Porto: Porto Editora.Cassany, D. (1999). Construir la escritura. Barcelona: Paidós IbéricaMale, A. (2007) Ilustration. A Theoretical & Contextual Perspective. London: AVA PublishingAdam, J. M. (2001). Les textes: types et prototypes: récit, description, argumentation, explication et dialogue, argumentation, explication et dialogue. Paris


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-05-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 16-05-2025 (Sexta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
3 19-05-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
4 26-05-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 02-06-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
6 23-06-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
7 26-06-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
8 30-06-2025 (Segunda-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Presencial


252

Ref. 162A19-T1_24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132606/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-04-30

Fim: 2025-06-12

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Sylvie Lopes Marques

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O pensamento computacional já é considerado competência essencial que todos os estudantes devem desenvolver (P21's Framework for 21st Century Learning, 2015; ISTE Standards for Students, 2016), à semelhança do que foram no passado a leitura e a escrita, ou a realização de operações aritméticas.O pensamento computacional enquadra-se na área de competências Saber científico, técnico e tecnológico do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. As novas Aprendizagens Essenciais da Matemática referem o desenvolver a capacidade de pensamento computacional como sendo um dos oito objetivos que todos os alunos devem conseguir atingir para aprender Matemática no século XXI. Estas práticas são imprescindíveis na atividade matemática e dotam os alunos de ferramentas que lhes permitem resolver problemas, em especial relacionados com a programação.” Assim sendo, é urgente e imprescindível formar os professores de Matemática nesta área, para que possam incorporar o pensamento computacional na sua prática letiva, através de atividades que promovam aprendizagens significativas, recorrendo à programação, fomentando, assim, a melhoria da literacia digital dos alunos e o desenvolvimento de capacidades transversais ao currículo. O Scratch permite que os alunos dos vários ciclos de ensino aprendam a programar e desenvolvam a capacidade de pensamento computacional de uma forma simples e divertida. Desta forma podem aprender e desenvolver várias competências sem esforço.

Objetivos

Pretende-se com esta ação que os professores adquiram competências ao nível da programação com Scratch dando-lhes a conhecer novas metodologias de aprendizagem a utilizar nas suas práticas pedagógicas, de acordo com o nível de escolaridade dos seus alunos. Pretende-se que o professor: • domine a programação por blocos, recorrendo ao Scratch; • planifique atividades que desenvolvam o pensamento computacional e que as implementem em contexto sala de aula; • crie soluções codificadas, articulando o pensamento computacional com as áreas curriculares do ensino básico, e as programe em ferramentas de programação por blocos.

Conteúdos

Módulo 1: Competências para o Séc. XXI e Pensamento Computacional (2 horas) • Enquadramento e informação sobre os conteúdos da formação • Competências para o Séc. XXI no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória • Pensamento computacional e as Aprendizagens Essenciais. Módulo 2: Programação em Scratch (15 horas) • Introdução ao Scratch – Comunidade e site oficial • Criar com Scratch – Interface e funcionamento • Programação com Scratch – Realização de atividades dirigidas • Criação autónoma de projetos em Scratch Módulo 3: A Matemática e o Scratch (7 horas) • Análise de conteúdos matemáticos que podem ser lecionados com Scratch. • Planificação e conceção de recursos promotores do pensamento computacional. Módulo 4: Programação para além do Scratch (1 hora) • Exemplificação de programação em Python nas calculadoras gráficas

Metodologias

Serão usadas metodologias que fomentem a proatividade dos formandos e que conjuguem as exposições com atividades de prática: 1. Apresentação e exploração das diversas temáticas constantes dos conteúdos; 2. Realização de exercícios práticos num ambiente colaborativo, de partilha e reflexão; 3. Trabalho colaborativo em pequeno no grupo para a construção recursos.

Avaliação

Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, nº2 do artº do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro e a carta circular CCPFC-3-2007-Setembro. A avaliação do desempenho dos formandos tem em conta os seguintes parâmetros: - Participação nas sessões (qualidade das intervenções e do trabalho desenvolvido no decorrer da ação); - Trabalho individual de aplicação de conhecimentos. Com os seguintes Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões (25%) - Trabalhos produzidos e participação nas sessões (25%) - Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada e as aprendizagens obtidas/consolidadas em cada módulo da formação (50%)

Bibliografia

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfAprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico https://www.dge.mec.pt/noticias/consulta-publica-aprendizagens-essenciais-de-matematica-do-ensino-basico- Galvin, C. (2009). O eTwinning na sala de aula: uma mostra de boas práticas. Bruxelas: Serviço Central de Apoio eTwinning, European Schoolnet. Acedido em 20/09/2013. http://resources.eun.org/etwinning/80/PUBLICATION_eTwinning_in_the_classroom_EN.pdf .Resnick, M. (2007). Sowing the Seeds for a More Creative Society. Learning and Leading with Technology. https://web.media.mit.edu/~mres/papers/Learning-Leading-final.pdfBrennan, K., Chung, M., & Hawson, J. (2011). Computação criativa – uma introdução ao pensamento computacionalbaseada no conceito de design. (Tradução de Teresa Marques). http://projectos.ese.ips.pt/cctic/wp-content/uploads/2011/10/Guia-Curricular-ScratchMIT-EduScratchLPpdf.pdfWing, J. M. (2006). Computational thinking. CACM, 49(3), 33-35. https://www.cs.cmu.edu/~15110-s13/Wing06-ct.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-04-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
2 14-05-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 15-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
4 21-05-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 23-05-2025 (Sexta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 26-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 02-06-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 04-06-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 05-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 12-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona


233

Ref. 166A24_T1-24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126835/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2025-03-27

Fim: 2025-06-26

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Maria Manuela Estima Lopes dos Santos

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir a desempenhar funções num CRTIC.

Objetivos

• Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas mais inclusivas. • Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. • Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição e financiamento dos Produtos de Apoio (SAPA). • Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suas características e potencialidades. • Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suas características e potencialidades. • Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. • Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações de acesso ao currículo. • Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.

Conteúdos

Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) • Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 – Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas – 2 sessões síncronas) • Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centro de Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. • Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. • O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 – A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas –1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de 2:30H) • As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. • Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. • Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. • Construção de materiais para a CAA – Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 – Acessibilidades (7 horas – 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de 2:00H) • Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. • Planificação intencional – Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos que necessitam de produtos/tecnologias de apoio.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática.Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa: FCT.ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio – Tecnologias para todos. https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317WATI. (2009). Assessing Students’ Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams. Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor.Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-03-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 03-04-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 24-04-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 08-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
5 15-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
6 22-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
7 29-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
8 05-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 12-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 26-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona


237

Ref. 179A5-24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131115/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2025-03-24

Fim: 2025-06-18

Regime: b-learning

Local: b-learning/CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Delmina Clarita Pereira Pires

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das diferentes áreas da Educação Artística do 1.º CEB (Artes Visuais, Dança, Música, Expressão Dramática/Teatro), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos? Módulo 2 – Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 – Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 – Interpretação e Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 – Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 – Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 – Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 – Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 – Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

A oficina é constituída por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 24-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 31-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
3 23-04-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
4 05-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 12-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 19-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
7 26-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 02-06-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
9 16-06-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 18-06-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial


251

Ref. 151A22_T1_24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126727/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2025-03-17

Fim: 2025-06-16

Regime: b-learning

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da “Transição digital na Educação”. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.

Objetivos

Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.

Conteúdos

Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.

Avaliação

O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.

Bibliografia

Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org)Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders and teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdfBannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for school leaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdfCarravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital. file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdfEuropean Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework. https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
2 24-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
3 27-03-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 31-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
5 03-04-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
6 05-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
7 08-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
8 12-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
9 15-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
10 19-05-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial
11 22-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
12 16-06-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial


218

Ref. 175A43_T1-24_25 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130205/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2024-11-28

Fim: 2025-07-08

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Eugénio Domingos Pereira da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória aponta para a necessidade de os alunos desenvolverem competências que lhes permita responder às exigências da sociedade atual, e do futuro, sendo a resolução de problemas, o pensamento crítico, a colaboração, a comunicação, a criatividade e a utilização de tecnologias digitais consideradas competências essenciais para o século XXI. O envolvimento de alunos em atividades de pensamento computacional, programação e robótica oferece possibilidades de aprendizagem, tornando o processo mais criativo e atrativo, na medida em que os alunos se tornam parte ativa da aprendizagem. Assim, importa potenciar o desenvolvimento de competências de pensamento computacional, programação e robótica, desde a primeira infância, numa perspetiva de interação crítica, criativa e de construção de conhecimento. Numa perspetiva de desenvolvimento profissional de docentes, estes devem ser apoiados na utilização eficaz das tecnologias digitais de forma a integrarem estratégias de pensamento computacional, programação e robótica num ambiente de ensino e aprendizagem contextualizado, integrando o currículo das várias áreas disciplinares.

Objetivos

• Proporcionar aos docentes a aquisição de competências de criação e adaptação de cenários de aprendizagem, com recurso à robótica educativa que conjuguem o ensino dos conteúdos curriculares e o desenvolvimento de projetos digitais (animações, histórias interativas, jogos e desafios associados à robótica). • Identificar os princípios do pensamento computacional, a sua compreensão e aplicação como meio e instrumento de ensino diferenciado. • Aplicar e integrar os conhecimentos e competências adquiridos sobre programação e competências digitais num projeto pedagógico, desenvolvendo perspetivas interdisciplinares num ambiente de ensino e aprendizagem contextualizado.

Conteúdos

• A importância do pensamento computacional na Educação • Projetos educativos na área da programação e robótica • Funcionamento das linguagens básicas de programação • Apresentação do ambiente computacional – Scratch Júnior • Desenvolvimento de projetos com o Scratch Júnior • Possibilidades de exploração em sala de aula • Robótica - o raciocínio na resolução dos problemas e a lógica de utilização de robôs • Ações necessárias para a realização de determinada tarefa com o robô • Construção e montagem de cenários para utilização do robô

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de 1 a 10 valores. Participação (30%). Trabalho escrito individual, incluindo evidências da intervenção pedagógica realizada (70%).

Bibliografia

Ramos, J. L., Espadeiro, R. G., & Monginho, R. (2022). Introdução à programação, robótica e ao pensamento computacional na educação pré-escolar e 1.o ciclo do ensino básico necessidades de formação de educadores e professores (CIEP-UE). Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.Mirand-Pinto, MaribeL; Pinto, Ricardo. (2019). Aprender com Robôes - Livro de Atividades, Guide Artes GráficasMiranda-Pinto, Maribel; Monteiro, Ana F.; Osório, António J. (2017). Potencialidades e fragilidades de robôs para crianças em idade pré-escolar: 3 A 6 Anos. Revista Observatório, [S. l.], v. 3, n. 4, p. 302–330.Pedro, A., Matos, J., Piedade, J., Dorotea, N. (2017). Probótica, Programação e Robótica no Ensino Básico, Linhas Orientadoras, Instituto da Educação da Universidade de Lisboa.Jesus, C., Vasconcelos, J.B., Lima, R. (2016). Scratch e Kodu Iniciação à programação no ensino básico, FCA Editora de Informática.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-11-2024 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
2 03-12-2024 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
3 05-12-2024 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
4 23-01-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
5 20-02-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
6 15-05-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
7 27-05-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
8 12-06-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial
9 08-07-2025 (Terça-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
10 08-07-2025 (Terça-feira) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial


246

Ref. 1781_NF Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130900/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2024-10-29

Fim: 2025-06-17

Regime: b-learning

Local: b-learning

Formador

Joana Covas de Lima

Destinatários

Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Ao longo dos anos, têm existido várias iniciativas relacionados com o uso das TIC, em contexto educativo. Duas das mais recentes (iniciativa Magalhães e projeto Internet@EB1), permitiram, no primeiro caso, uma massificação dos computadores portáteis nas escolas do 1.º ciclo enquanto que, a segunda, se centrou, tanto na questão do equipamento, como na formação de professores. No entanto e apesar de todo este investimento, continuam a existir alguns constrangimentos ao nível da utilização das TIC: - A ideia de que as tecnologias surgem para além do currículo e dificultam que este seja cumprido; - A falta de experiência numa utilização pedagógica das TIC; - A dificuldade em gerir a própria sala de aula, consequência também da falta de experiência na utilização das TIC com os alunos. Assim, este projeto e consequentemente, este círculo de estudos, surgem como forma de apoiar a utilização das TIC, em contexto de sala de aula, inserido numa comunidade de professores, interessados na experimentação das tecnologias, associadas a novas estratégias de trabalho com os alunos, na reflexão sobre os sucessos e insucessos que se podem ir conseguindo e numa transformação de uma metodologia centrada no professor para uma outra, de carácter construtivista, mais centrada no aluno

Objetivos

Com esta Oficina, pretendemos: - Construir uma pequena comunidade de prática com professores do 1.º ciclo, com foco nas questões da integração curricular das TIC; - Construir planos de aula e outros materiais para o 1.º ciclo, onde as TIC assumam o seu papel de área de integração curricular transversal; - Partilhar pequenos projetos comuns; - Discutir a implementação das atividades em sala de aula (o que correu bem e o que pode ser melhorado); - Criar canais de divulgação do trabalho realizado

Conteúdos

Conteúdos da ação: 1.º Módulo – Comunidades de prática (3 horas) - Reflexão em torno do conceito de Comunidades de Prática. Análise e reflexão sobre a literatura. 2.º Módulo – Ponto de partida (2 horas) Ponto de partida: - Organização da comunidade de prática e tomada de decisões relativamente ao trabalho a realizar. 3.º Módulo – Ensinar com tecnologias digitais (3 horas) - Reflexão em torno de metodologias de ensino que usem tecnologias digitais e das condições necessárias para a sua implementação; - Reflexão em torno dos fatores que podem dificultar ou promover o uso das tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem de cada comunidade educativa. 4.º Módulo – Refletir e criar (12 horas) - Construir planos de aula e outros materiais para o 1.º ciclo, onde as TIC assumam o seu papel de área de integração curricular transversal; - Implementação das atividades criadas; - Partilha de projetos comuns entre as várias turmas dos professores pertencentes à comunidade de prática; - Reflexão sobre a implementação das atividades em sala de aula (o que correu bem e o que pode ser melhorado) e reformulação dos planos e dos materiais criados. 5.º Módulo – Divulgar (5 horas) - Criação dos canais, divulgação das reflexões realizadas e dos recursos produzidos, durante a oficina de formação.

Avaliação

Os/As formandos/as serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho no 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, tendo em consideração uma escala e dos parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação dos/as formandos/as depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. A conclusão da oficina implica a obrigatoriedade da elaboração dos vários trabalhos propostos, quer relativamente ao trabalho presencial (online síncrono), assim como no que diz respeito ao trabalho autónomo e ainda da elaboração do relatório de reflexão crítica. Serão considerados na avaliação dos formandos a assiduidade/pontualidade, o trabalho presencial (participação e discussão de ideias,…), o trabalho autónomo (aplicação dos diferentes recursos, a investigação e reflexão realizadas,…) e o trabalho final (Reflexão crítica sobre a formação e os materiais produzidos,…).

Bibliografia

Loureiro, A., Vaz, C., Rodrigues, M. R., Antunes, P., & Loureiro, M. J. (2009). Factores Críticos de Sucesso em Comunidades de prática de Professores Online. In P. Dias & A. Osório (Eds.), Actas da VI Conferência Internacional de TIC na Educação - Challenges 2009 (pp. 1069-1084).Estratégias e Dinâmicas na @rcaComum. Revista ANALES da Universidad Metropolitana de Caracas, 2009. Vol. 9, Nº 1, (pp. 47-65). http://ares.unimet.edu.ve/academic/revista/anales9.1/documentos/pag-47.pdfRodrigues, M. R. (2013). Utilização didática das TIC numa sala de 1.º CEB: estudo de caso. Tese de Doutoramento, Universidade de Aveiro, Aveiro.Wenger, E. (1998). Communities of practice: learning, meaning, and identity. New York: Cambridge University Press


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-10-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
2 12-11-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
3 03-12-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
4 14-01-2025 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
5 25-02-2025 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
6 18-03-2025 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
7 01-04-2025 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
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